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terça-feira, 7 de julho de 2026
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Pesquisa traz dicas sobre como reduzir desperdício de alimentos

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Pesquisa feita em 24 países pela Food Law and Policy Clinic (FLPC), da Harvard Law School, mais antiga universidade de direito dos Estados Unidos, e a The Global FoodBanking Network (GFN), traz algumas recomendações sobre como os legisladores podem ajudar a reduzir o desperdício de alimentos e a insegurança alimentar no Brasil. As recomendações compõem o Atlas Global de Políticas de Doação de Alimentos, que analisa leis e políticas que afetam a doação de alimentos em todo o mundo.Pesquisa traz dicas sobre como reduzir desperdício de alimentosPesquisa traz dicas sobre como reduzir desperdício de alimentos

A sondagem teve como interlocutor no Brasil o programa Sesc Mesa Brasil, do Serviço Social do Comércio (Sesc), que mediou os contatos dos pesquisadores de Harvard com os de outras instituições que trabalham com bancos de alimentos, para entender também a instância da política pública, até porque a configuração geopolítica brasileira é diferente da dos outros países, disse   nesta segunda-feira (26) à Agência Brasil a diretora de Programas Sociais do Sesc, Janaína Cunha.

Segundo Janaína, uma das recomendações é sobre a adoção de políticas locais e nacionais que exijam a doação de alimentos excedentes, e é exatamente nessa faixa de atuação que a entidade tem uma identificação mais profunda, devido ao programa Sesc Mesa Brasil. O programa recolhe o alimento que, a rigor, ia ser desperdiçado, e coloca na mesa de quem passa fome.

“E não se trata de um alimento que ia ser descartado por falta de condições de uso e consumo”. Ao contrário. Janaína explicou que, muitas vezes, o alimento talvez não esteja virtualmente em condições de ser comercializado, mas está próprio para consumo. “Esse alimento é absolutamente adequado para a mesa. O Brasil precisa aprender a conhecer melhor o potencial dos seus alimentos e não descartar cascas e partes importantes do alimento que podem ser usadas de outras maneiras”. O Sesc Mesa Brasil tem oficinas que ensinam a aproveitar melhor os alimentos.

A casca de banana, por exemplo, pode ser usada como farinha nutritiva e como insumo ou ingrediente para bolo. Com isso, além de não desperdiçar, a pessoa agrega valor nutricional ao alimento que está sendo preparado. O programa Sesc Mesa Brasil tem atualmente 3 mil empresas parceiras que são doadoras e 7 mil entidades assistidas, com média mensal de 2 milhões de pessoas atendidas. Além disso, tem uma rede de 95 bancos de alimentos, a maior rede privada da América Latina. “Estamos em uma frente muito importante, uma vez que a insegurança alimentar afeta 61,3 milhões de brasileiros, de acordo com dados oficiais do governo.”

Responsabilidade civil

Outra recomendação que dialoga com o programa do Sesc é promover a conscientização sobre as exclusões de responsabilidade civil para doadores de alimentos, como está previsto na Lei de Combate ao Desperdício. “Isso é importante porque muitas empresas não têm consciência de que podem fazer isso, ou seja, que elas podem doar”. Para Janaína, promover essa conscientização é fundamental. O Sesc sempre estimula os parceiros a divulgar suas ações e seu trabalho. “É importante reiterar que não se trata de generosidade, mas de entender o contexto social do país, de entender que este é um país que não necessita ter fome.”

O Brasil dispõe de espaço para plantar, promover a circulação dos insumos e da alimentação adequada. “Ensinar como se alimentar adequadamente também faz parte de superar ou de enfrentar a questão da insegurança alimentar”, destacou Janaína. Ao lidar com populações indígenas, o programa Sesc Mesa Brasil observa os hábitos alimentares locais de consumo. “Ainda fazemos essa adequação.”

Emissões

A perda e o desperdício de alimentos são responsáveis por até 10% das emissões globais de gases de efeito estufa. Segundo a pesquisa, o Brasil pode tomar medidas importantes para reduzir essas emissões e alimentar mais pessoas que lidam com a insegurança alimentar. Uma das políticas sugeridas é a implementação de um sistema padrão de rotulagem com duas datas, diferenciando de forma clara a data baseada na segurança e a baseada na qualidade. Essa diferenciação permitirá que ocorra a doação após a data baseada na qualidade, garantindo que os rótulos de data não resultem no descarte de alimentos que seriam seguros para consumo. Jogados em aterros, esses alimentos produzem metano, potente gás de efeito estufa.

Outra recomendação envolve aumentar a dedução fiscal aplicável a doações de alimentos e atividades associadas ao armazenamento, transporte e entrega de alimentos doados. O objetivo é garantir que os doadores e as associações de recuperação de alimentos recebam incentivos fiscais e informações apropriadas para participar da doação de alimentos.

A pesquisa recomenda também o desenvolvimento de oportunidades de subsídios governamentais para a infraestrutura de doação de alimentos, a fim de garantir que doadores e organizações de recuperação de alimentos possam manusear, transportar e distribuir os excedentes de forma mais eficaz e segura.

Compromisso

Janaína Cunha ressaltou, porém, que, como entidade privada, cujo programa Sesc Mesa Brasil existe há 15 anos, não há comprometimento da instituição, bem como do governo, de realizar as recomendações de Harvard. A pesquisa traça um panorama de como as políticas de doações de alimentos estão implementadas em cada nação. Lembrou que algumas das recomendações já estão no escopo do Sesc. “O que é pertinente à nossa alçada estamos cuidado para ter uma intensificação cada vez maior, até pelo cumprimento da nossa própria missão”, afirmou a diretora de Programas Sociais do Sesc.

Atualmente, o Brasil perde ou desperdiça 42% do seu abastecimento alimentar. “Este é um dado importante que o Sesc já vem monitorando e acompanhando ano a ano. É claro que, quando tem uma instituição como Harvard se preocupando com isso, a gente apoia, abraça”.

Dados oficiais indicam que a insegurança alimentar no Brasil atinge um quarto da população, incluindo várias gradações da fome, do ponto de vista nutricional e do ponto de vista da escassez. “Isso é muito grave para um país com as nossas dimensões e a capacidade de produção de alimentos. Essa é uma preocupação do Sesc”. São quase 50 milhões de quilos de alimentos distribuídos de forma valorosa, afirmou. Este é o volume de doações que o programa consegue efetivar. “Podemos fazer mais e faremos mais. E contamos com o empenho de todos, porque isso é uma cadeia”.

Políticas

A professora clínica de direito na Harvard Law School e diretora do corpo docente da FLPC, Emily Broad Leib, disse que as melhores políticas de doação de alimentos estão ao alcance das mãos, quando se trata de enfrentar as alterações climáticas e a fome.

As recomendações, desenvolvidas em parceria com o Sesc Mesa Brasil e em consulta com outros especialistas brasileiros, podem ser implementadas agora, muitas a baixo custo, para limitar os danos ambientais do desperdício de alimentos e ajudar os brasileiros a terem acesso a alimentos saudáveis, seguros e excedentes, disse Emily.

Da mesma forma, a presidente da The Global FoodBanking Network, Lisa Moon, ressaltou que a “extraordinária biodiversidade” torna o Brasil um país importante quando se trata de alimentação, recursos naturais e clima. Ela acredita que as recomendações propostas auxiliarão muitas pessoas no país.

Atlas Global

A pesquisa do projeto Atlas sobre 24 países em cinco continentes e também a União Europeia está disponível no site do Atlas Global de Políticas de Doação de Alimentos.

A Food Law and Policy Clinic fornece orientação sobre questões de ponta em relação a sistemas alimentares, ao mesmo tempo que envolve estudantes de direito na prática da legislação e política alimentar. A FLPC está empenhada em promover uma abordagem intersetorial, multidisciplinar e inclusiva ao seu trabalho, criando parcerias com instituições acadêmicas, órgãos governamentais, intervenientes do setor privado e a sociedade civil com experiência em saúde pública, ambiente e economia. O trabalho da FLPC procura melhorar o acesso a alimentos nutritivos, abordar os impactos dos sistemas alimentares e agrícolas relacionados com o clima, reduzir o desperdício de alimentos saudáveis e promover a justiça nos sistemas alimentares.

A Global FoodBanking Network, por sua vez, apoia soluções lideradas pelas comunidades para aliviar a fome em mais de 50 países. A instituição acredita que bancos de alimentos administrados por líderes locais são fundamentais para alcançar a meta de fome zero e construir sistemas alimentares resilientes.

BID e Banco Central assinam termo para apoiar investimentos verdes

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O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Central (BC) assinaram nesta segunda-feira (26) um termo para dar garantias cambiais em investimentos ligados à transição ecológica. Segundo o presidente do BID, Ilan Goldfajn, serão oferecidos US$ 3,4 bilhões em contratos de derivativos que serão repassados, a partir do BC, para instituições financeiras brasileiras.BID e Banco Central assinam termo para apoiar investimentos verdesBID e Banco Central assinam termo para apoiar investimentos verdes

Os derivativos são contratos que podem ser usados para reduzir o risco de operações financeiras, sendo vinculados a outros ativos, como commodities, moeda estrangeira ou taxas de juros.

“A ideia é apoiar o desenvolvimento, liquidez, eficiência do mercado de proteção em moeda estrangeira no país. Adquirindo os derivativos no mercado externo e repassando às instituições financeiras locais”, disse Goldfajn.

De acordo com o presidente do BID, os mecanismos serão destinados a setores de “investimentos verdes”, como reflorestamento, agricultura de baixo carbono e resiliência climática. O BID também vai abrir US$ 2 bilhões em linhas de crédito para empresas que atuam nessas áreas.

O presidente do BC, Roberto Campos Neto, destacou que esse tipo de apoio é fundamental para garantir transferências de tecnologias que tornaram a economia brasileira mais sustentável. “Projetos de infraestrutura, especialmente aqueles voltados para sustentabilidade, frequentemente requerem investimentos significativos de capital, muitas vezes em moeda estrangeira devido à necessidade de importar essa tecnologia. O custo do hedge [mecanismo de proteção] pode tornar esses investimentos mais caros e arriscados do que o inicialmente pensado, desencorajando o financiamento privado ou atrasando projetos cruciais para a tão urgente transição ecológica”, explicou.

Campos Neto enfatizou, entretanto, que o Branco Central não assumirá nenhum risco nas operações, atuando somente como intermediador entre a instituição internacional e o mercado brasileiro.

Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva ressaltou que é necessário que o setor privado se envolva no combate ao aquecimento global. “O desafio da transformação ecológica que o Brasil e o mundo precisam não acontecerá ser tivermos apenas o polo dos investimentos públicos. Teremos que ter a junção dos investimentos públicos e privados”, afirmou.

O anúncio foi feito durante a reunião do G20, grupo das 20 maiores economias do planeta, que ocorre ao longo desta semana na capital paulista. Delegações de 27 países confirmaram presença no encontro.

Além dos ministros de Finanças e dos presidentes dos Bancos Centrais, o evento terá a presença de representantes de alto nível de 16 de organizações e bancos internacionais.

Marina Silva lembrou que as 20 maiores economias do mundo também são responsáveis por mais de 80% das emissões de gases de efeito estufa, por isso têm papel central para conter os efeitos das mudanças climáticas.

Nova Ferroeste inicia estudos indígenas complementares no Paraná e Mato Grosso do Sul

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A segunda etapa dos estudos indígenas da Nova Ferroeste vai analisar a rotina e a cultura de três áreas indígenas do Paraná e uma do Mato Grosso do Sul. Estão contidas na listagem requerida pela Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas as terras indígenas Tupâ Nhe Kretã (na Serra do Mar, em Morretes-PR), Boa Vista (Nova Laranjeiras-PR) e Guasú Guavirá (Guaíra-PR) e o acampamento Pakurity, povo Guarani estabelecido em Dourados.

Entre janeiro e fevereiro, uma equipe do Governo do Paraná e representantes da Funai de Brasília e dos escritórios regionais do Paraná e do Mato Grosso do Sul estiveram nas aldeias para definir as diretrizes das atividades junto aos caciques.

A Tupâ Nhe Kretã possui 36 moradores, divididos entre os povos Guarani, Kaingang e Xetá, enquanto a área da Boa Vista conta com 77 moradores da etnia Kaingangs e a Guasú Guavirá, a maior delas entre as terras indígenas localizadas no Paraná, com 1.360 moradores.

O procedimento adotado nesta etapa será semelhante ao estudo realizado em 2022 na Terra Indígena Rio das Cobras, com 10 aldeias e mais de 3 mil habitantes. Os trilhos da Nova Ferroeste vão passar próximo ao limite dessas terras, em um raio de até 5 km do traçado proposto.

O diagnóstico envolve a organização territorial, política e sociocultural dos lugares. A atividade é desenvolvida pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), contratada pelo Governo de Mato Grosso do Sul. Nas aldeias, uma equipe multidisciplinar com antropólogos, biólogos, sociólogos e historiadores atua por meio de oficinas e mapeamentos.

Estes encontros coletivos e entrevistas individuais são realizados para compreender as mudanças desencadeadas pela proposta do empreendimento.

De acordo com o coordenador dos estudos, Valdir Schwengber, o diagnóstico consiste num amplo raio-x da comunidade, do modo de vida e organização, além da fonte de obtenção de recursos e quais as maiores dificuldades.

“Quando entendemos o modo de vida avaliamos os potenciais impactos da Nova Ferroeste no seu cotidiano. A partir disso elaboramos as ações que devem ser feitas para mitigar ou compensar as mudanças”, destaca.

Nova Ferroeste inicia estudos indígenas complementares no Paraná e Mato Grosso do Sul

O Estudo do Componente Indígena (ECI) é parte do licenciamento ambiental, realizado junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama).

Outros órgãos como o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) já emitiram pareceres favoráveis ao empreendimento.

“Quando a Funai identificou a necessidade de novos estudos indígenas, fomos juntos a campo e realizamos visitas técnicas ao longo do traçado para identificar a existência dessas comunidades mais próximas à futura linha férrea”, explica o coordenador do Plano Estadual Ferroviário, Luiz Henrique Fagundes. “A partir daí foi elaborado um plano de trabalho que coube ao Governo do Paraná executar”.

A Nova Ferroeste vai ligar por trilhos Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. O projeto vai fazer do Estado uma grande central logística e promover a redução de 30% no transporte de insumos e produtos, a maioria grãos e proteína animal.

Comunicação Semadesc
*com informação da AEN-PR e Nova Ferroeste
Fotos: AEN-PR

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Farmácia: Farmácia Farma Popular      Fone: 99613-1749

Casa do Trabalhador disponibiliza 41 oportunidades de emprego nesta terça-feira em Amambai

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Equipe da Casa do Trabalhador em Amambai durante atendimento. Órgão disponibiliza pelo menos 41 vagas de trabalho nesta terça-feira (27) em Amambai. (Foto: Divulgação)

Vilson Nascimento 

A Casa do Trabalhador, órgão ligado a Fundação do Trabalho (Funtrab) do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza 41 oportunidades de emprego nesta terça-feira, dia 27 de fevereiro, em Amambai.

Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas

1 vaga para auxiliar estoque PCD (Pessoa com Deficiência)

1 vagas para vendedor

1 vaga para auxiliar técnico de mecânica

1 vagas para auxiliar engenheiro civil

4 vagas para gerente de produção

1 vaga para motorista de caminhão, ter CNH categoria D

2  vagas para motorista de caminhão

1 vaga para ajudante de eletricista

1 vaga para mecânico linha pesada caminhão

1 vaga para soldador

1  vaga para mecânico de veículos automotores a diesel

1 vaga para  manicure

1 vaga para cabeleireira

1 vaga para auxiliar administrativo

1 vaga para motorista carreteiro

1 vaga para motorista entregador, ter CN

1  vaga para trabalhar em fazenda (mexer com cria e recria gado ter  disponibilidade de mudar para outro município)

1 vaga para estoquista

1 vaga para analista ambiental

1 vaga para auxiliar contábil

4  vagas para abatedor

6 vagas para ajudante de obras

1 vaga para faxineira

1 vaga para operador de rolo compactador

1 vaga para operador de retro escavadeira

1 vaga caseiro

Casa do trabalhador também oferece

A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região. 

Segundo o órgão para dar entrada no pedido de benefício o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade). 

A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa a Secretaria Municipal de

Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.

O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 13h. Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.

MEC divulga nesta terça-feira segunda chamada do Prouni

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O Ministério da Educação (MEC) divulga nesta terça-feira (27) a lista dos candidatos pré-selecionados na segunda chamada da oferta de bolsas da edição 2024 do Programa Universidade para Todos (Prouni).MEC divulga nesta terça-feira segunda chamada do ProuniMEC divulga nesta terça-feira segunda chamada do Prouni

A lista ficará disponível no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Na primeira edição, serão ofertadas 406.428 bolsas, sendo 308.977 integrais e 97.451 parciais em 15.482 cursos de 1.028 instituições.

De acordo com o MEC, esta é a maior oferta de bolsas desde a criação do programa em 2005.

O candidato pré-selecionado deve entregar a documentação na instituição de ensino superior para comprovação dos dados informados na inscrição no período de 27 de fevereiro a 7 de março. A apresentação pode ser feita presencialmente na instituição ou por meio eletrônico.

A primeira chamada ocorreu no dia 6 de fevereiro.

Programa

Criado em 2004, o Programa Universidade Para Todos oferta bolsas de estudo (integrais e parciais) em cursos de graduação e sequenciais de formação específica em faculdades privadas.  

O programa ocorre duas vezes ao ano e tem como público-alvo o estudante sem diploma de nível superior. Como critérios para seleção dos candidatos, o Prouni considera a renda familiar bruta mensal, por pessoa; se o candidato cursou integralmente o ensino médio em escola da rede pública ou na condição de bolsista integral em instituição privada de ensino médio, ou ser pessoa com deficiência, entre outros previstos na legislação.

Saúde, habitação e infraestrutura terão investimentos ampliados pelo Governo de MS em Guia Lopes da Laguna

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O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul vai ampliar os investimentos em saúde, habitação e infraestrutura no município de Guia Lopes da Laguna.

A definição das áreas prioritárias para a administração municipal, que inclui também a obra do ginásio municipal de esportes, ocorreu hoje (26), durante reunião de trabalho com o governador Eduardo Riedel, e o prefeito Jair Scarpini.

“Consideramos o que é mais importe para os municípios. E no caso de Guia Lopes da Laguna os pedidos foram relativos a habitação, saúde com a demanda do hospital municipal, além do ginásio esportivo e também pavimentação de algumas vias. Estamos com vários projetos em execução e vamos atender outros”, disse o governador.

Saúde, habitação e infraestrutura terão investimentos ampliados pelo Governo de MS em Guia Lopes da Laguna
Governador recebe o prefeito Jair Scarpini de Guia Lopes da Laguna – Foto Álvaro Rezende
Saúde, habitação e infraestrutura terão investimentos ampliados pelo Governo de MS em Guia Lopes da Laguna
Governador recebe o prefeito Jair Scarpini de Guia Lopes da Laguna – Foto Álvaro Rezende

O Governo do Estado mantém investimento total em obras de mais de R$ 238,9 milhões em Guia Lopes da Laguna, especialmente em saúde, educação e infraestrutura.

Em agosto do ano passado foi firmado convênio entre a SES (Secretaria de Estado de Saúde) e a Prefeitura Municipal, para a reforma e ampliação do Hospital Edelmira de Oliveira, com investimentos de R$ 3,3 milhões.

“Agradeço ao governador (Eduardo Riedel) por atender Guia Lopes da Laguna nestes projetos que são importantes. Sem parcerias como estas, nós que somos de um município pequeno, não conseguiríamos avançar. São obras importantes que garantem qualidade de vida para nossa população”, afirmou o prefeito Jair Scarpini.

“São demandas importantes para o município, e tem a ver com Guia Lopes e o plano de governo com o olhar municipalista que está em desenvolvimento e vai continuar nos próximos anos”, finalizou Riedel.

Saúde, habitação e infraestrutura terão investimentos ampliados pelo Governo de MS em Guia Lopes da Laguna
Governador recebe o prefeito Jair Scarpini de Guia Lopes da Laguna – Foto Álvaro Rezende
Saúde, habitação e infraestrutura terão investimentos ampliados pelo Governo de MS em Guia Lopes da Laguna
Governador recebe o prefeito Jair Scarpini de Guia Lopes da Laguna – Foto Álvaro Rezende
Saúde, habitação e infraestrutura terão investimentos ampliados pelo Governo de MS em Guia Lopes da Laguna
Governador recebe o prefeito Jair Scarpini de Guia Lopes da Laguna – Foto Álvaro Rezende

Além dos vereadores e a equipe administrativa do município, a reunião de trabalho também contou com a presença dos secretários Hélio Peluffo (Seilog) e Eduardo Rocha (Casa Civil), e dos deputados estaduais Mara Caseiro, Pedro Arlei Caravina e Márcio Fernandes.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende

Prefeitura de Amambai realiza reuniões com colegiados setoriais da cadeia produtiva de cultura a partir desta segunda

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A Prefeitura de Amambai, por meio da Secretaria Municipal de Desporto e Cultura (SEDESC), convida os colegiados setoriais da cadeia produtiva de cultura do município, para participarem de reuniões sobre assuntos do interesse coletivo.

Entre as pautas das programações, estão o Sistema Municipal de Cultura, a contrapartida da Lei Paulo Gustavo, os recursos do Plano Nacional Aldir Blanc (PNAB) e a apresentação do relatório da 1ª Conferência Municipal em Cultura.

Nesta segunda-feira, 26 de fevereiro, a reunião é para o colegiado setorial do audiovisual; no dia 27 para Artes Visuais, Artesanato e Gastronomia; dia 28 para Música e Estrutura; dia 29 para Literatura e Artes Cênicas e no dia 1º de março para os Espaços Culturais.

Segundo a diretora de Cultura do município, Alessandra Tavares, a programação que acontece todos os dias na sede da SEDESC, com início às 19h15, é muito importante para todos os envolvidos na área. “Precisamos organizar os setores e juntos programar e fortalecer as políticas públicas para a cultura, norteando o poder público para os próximos anos”, afirmou.

Fonte: Bruna Corrêa/SECOM

Juros altos impactam capacidade das empresas para quitar dívidas, diz estudo

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Muitas empresas entraram com dívidas mais exageradas para sobreviver no período da pandemia, lidando com fechamento das portas dos negócios arte/CNN

As empresas brasileiras enfrentam dificuldades financeiras e aprofundam suas dívidas com resultados fracos, em meio a taxas de juros ainda altas praticadas pelo Banco Central (BC).

Segundo estudo de Cemec-Fipe, os números de inadimplência aceleraram desde 2022 e as recuperações judiciais (RJs) aumentaram 103% em novembro de 2023, comparado ao mesmo período de dois anos atrás.

Na base anual, o número de RJs saltou 68,7% em 2023, atingindo 1,4 mil solicitações, de acordo com informação divulgada pela Serasa Experian, com algumas grandes empresas, como AmericanasLight e Oi, nessa situação.

Especialistas ouvidos pela CNN apontam que, nessa medida, a expectativa para o setor de negócios no Brasil ainda é muito incerto, desafiador e sem sinal de alívio.Preço da dívida no Brasil

Esse cenário tem como origem, principalmente, o endividamento adotado em 2020 e 2021, quando a Selic — a taxa básica de juros — ainda apresentava números muito baixos, de 1,90% e 9,15% ao final de cada ano, respectivamente, aponta o levantamento.

Agustini Strong, pesquisador da Strong Business School e PhD em economia pela Universidade da Califórnia, explica que o processo de contrair capital de terceiro, ou seja, uma dívida, é muito mais barato e frequentemente utilizado pelas companhias para obtenção de recursos.

A medida, diz, é bastante usada no exterior, mas no Brasil se torna uma armadilha diante do tamanho dos juros aplicados no país.

“A questão não é só o caixa que não consegue pagar a dívida”, afirma o pesquisador.

Especialistas ouvidos pela reportagem destacam que as taxas praticadas no Brasil está entre uma das mais altas do mundo.

Hoje, mesmo após constantes cortes de 0,5 ponto percentual, a Selic se encontra em 11,25% ao ano. Os números refletem uma política monetária restritiva adotada pelo BC, seguido de um Orçamento Federal em 2023 com mais da metade para juros e amortizações da dívida, segundo peça orçamentária enviada ao Congresso.

Além do peso das taxas, Strong ressalta que muitas empresas entraram com dívidas mais exageradas para sobreviver a pandemia do da Covid-19, período marcado pelo fechamento massivo de negócios.

Os números são evidentes ao se comparar o crescimento do endividamento no mercado doméstico, de 31,3% para 36,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em setembro de 2023, em oposição às dívidas do mercado internacional, em queda de 18,9% para 17,5% no mesmo período.

“Então é muito difícil você exigir da operação um retorno, uma lucratividade, um ganho, que pudesse suportar essa taxa de juro”, analisa o especialista.

Strong acrescenta que uma das saídas seria repassar o valor aos consumidores, mas, com o preço alto, muitos brasileiros não conseguiriam arcar.

O levantamento da Cemec-Fipe exclui a Petrobras, Eletrobras e Vale para evitar a distorção dos números devido ao tamanho das companhias.

Atritos globais acirram situação

André Aroldo Freitas de Moura, professor da FGV e consultor de Valuation, cita que, além da pandemia, essa situação começou com os efeitos da guerra e os ataques dos Houthis do Iêmen contra navios do Mar Vermelho, provocando uma quebra da cadeia de suprimentos global.

Ele diz que “esse fenômeno não é isolado no Brasil”, mesmo que a economia ande com melhores pernas no país norte-americano. Inclusive, o professor realizou uma pesquisa nos EUA, a qual mapeou uma prática comum entre as empresas dos EUA.

Elas, ao preverem uma possível situação preocupante de dívidas, começam a contrair mais valores a dever “mais ou menos quatro anos antes, assim aumentam o endividamento para pedir o chapter 11 (reestruturação de contas se mantendo em operação) e conseguir benesses do processo judicial”.

Operação financeira leve e despesas pesadas

Um dos setores mais atingidos foi o primário, onde a taxa média de recuperações judiciais foi de 4,5 para 15,5 entre outubro e novembro de 2022, comparando com o mesmo período do ano passado.

Já no de serviços, o aumento foi de 182%, considerando que o volume de empresas do setor é um dos mais volumosos e no qual as empresas mais sofreram na pandemia.

O cenário também impacta em maior proporção as Micro e Pequenas Empresas (MPEs), com 125 pedidos de RJ em média no bimestre, segundo Cemec-Fipe.

O pesquisador da Strong explica que, além das empresas não conseguirem gerar retorno para pagar os juros, ou seja, “não há cobertura dessas despesas pela geração operacional”, existe uma carga tributária elevada no Brasil, baixa competitividade e pouca produtividade.

Isso pode ser visto pelo chamado “índice de cobertura de despesas”, indicador que mede quanto a empresa consegue de caixa para pagamento de taxas antes de cobertura de juros e, o qual parou de cair, mas ficou estagnado por 12 meses até o segundo e o terceiro trimestres de 2023, indicou o estudo.

Corroborando com a situação, registrou-se uma queda do lucro nas empresas abertas nos últimos dois anos. A isso, soma-se uma mudança nos preços da razão entre o salário médio e a produtividade, o custo unitário do trabalho (CUT)

O professor da FGV ainda ressalta que a indústria nacional sofre com um preço maior dos insumos e, portanto, não consegue ser tão competitiva — o que acaba afetando os negócios, mas também os consumidores.

Captação de recursos e custos de financiamentos

Outro ponto de dificuldade enfrentado pelos negócios brasileiros é a captação financeira. Os dados da Cemec-Fipe mostram que ocorreu uma queda acentuada do valor de levantamento de recursos, muito impactado pela crise das Lojas Americanas e outras grandes empresas.

Em abril e maio de 2023, as restrições de oferta de crédito privado aumentaram, chegando ao patamar de apenas 1,7%, em comparação com 7% em igual período de 2022. No entanto, o índice mostrou recuperação a partir de agosto.

Segundo os especialistas, alguns caminhos podem ser seguidos pelas empresas para se reerguerem, como fusões, aquisições, empréstimos externos e follow-on.

Porém, diversas empresas, principalmente as de menor porte, não conseguem esperar três ou quatro meses pelo crédito, por exemplo, e assim não conseguem honrar suas dívidas, explica Marco Aurélio Neves, sócio da Grant Thornton Brasil.

Muitas também não conseguem ter acesso a diversas modalidades de fundos e recursos, como o fazem grandes empresas, pontuou Strong.

Expectativa dos negócios em 2024

A expectativa da reforma tributária e a constante redução da taxa Selic podem trazer um alívio para o cenário das empresas brasileiras, mas os especialistas analisam que o futuro ainda é muito incerto.

O estudo diz haver sinais de recuperação do setor, em meio a um movimento de deflação e uma evolução da cobertura das despesas financeiras.

Para o pesquisador da Strong Business School, “os sinais que nós temos não são de alívio, porque se você pegar hoje o quanto do orçamento da União e quando tá comprometido com a dívida da União hoje, está beirando praticamente os 50%”.

O professor da FGV caracteriza o futuro próximo para os negócios como desafiador, em meio a juros reais de 6%, que podem cair a 5%, mas ainda assim “não é um cenário ideal”, diz.

Já para Marco Aurélio Neves, a “expectativa dos próximos dois anos, principalmente com a reforma tributária, é de um cenário mais de alívio ou talvez ainda mais desafiador do que a gente vê agora”.

Em dezembro de 2023, a reforma tributária foi aprovada, mas segue com algumas modificações e ajustes para regulamentação.

Ele ainda espera que a taxa de juros, que vem caindo, chegue em torno de 9% em 2025, e “isso é uma excelente notícia para as companhias que passaram por esse período e tem uma condição mais saudável. Elas tendem agora a recuperar esse mercado e recuperar sua situação”, conclui.

Veja o passo a passo para corrigir a declaração anual do MEI

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Os microempreendedores individuais (MEIs) têm até o último dia do mês de maio para fazer a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI).

Na declaração, é preciso informar os ganhos obtidos em 2023, como vendas e prestações de serviços. O faturamento anual deve ser, no máximo, de R$ 81 mil ou proporcional ao mês de abertura da empresa.

No entanto, as receitas com comércio ou serviço devem ser registradas de forma separada, e não juntas. Outro erro comum é não informar a contratação de funcionário.

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) alerta que a declaração errada pode levar à restrição ou cancelamento do CNPJ, ao bloqueio da emissão de notas fiscais e da conta bancária do microempreendedor e as contribuições ao INSS deixam de ser computadas.

O documento deve ser entregue pelo MEI que esteja com CNPJ em vigor, mesmo que não tenha tido faturamento em 2023. Caso o profissional autônomo tenha encerrado as atividades como MEI, também deve enviar a declaração.

Veja o passo a passo para corrigir a declaração:

  1. Entre no site do Simples Nacional, informe seu CNPJ MEI e o código de segurança que aparece na tela
  2. Selecione o ano a ser corrigido na seção retificadora, e clique em “Continuar”
  3. Preencha as informações a serem corrigidas e clique em “Continuar”.
  4. Na sequência, você verá o extrato anual referente ao pagamento do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Clique em “Transmitir” para confirmar a retificação
  5. Após enviar as correções, é possível baixar o recibo da declaração

A retificação possui as mesmas funcionalidades da declaração original, porém não exibe os valores registrados da última declaração transmitida, devendo o contribuinte informar os novos valores.

Por exemplo: se o contribuinte apresentar a DASN-SIMEI relativa a 2023, caso queira alterar qualquer informação, terá que selecionar “2023 – Retificar”.

Venda de seguros de pessoas bate recorde e cresce 8%, diz levantamento

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O Brasil bateu recorde na venda de seguros relacionados à proteção da vida. Somente em 2023, o setor arrecadou R$ 62,5 bilhões, um crescimento de 8% se comparado ao ano anterior. Esse é o maior resultado da série histórica, iniciada em 2014.

O levantamento foi feito pela FENAPREVI (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).

Os dados exclusivos, obtidos pela CNN, apontam um crescimento recorde mesmo considerando a inflação do período. De todos os tipos de seguro, 48% correspondem aos de vida, seguido pelo seguro prestamista (produto que amortiza ou quita uma dívida), com 27%, e de acidentes pessoais, com 13%.

“Os prêmios arrecadados superaram o resultado de 2022, entretanto muito ainda pode ser feito neste mercado. Quando comparado a outros países, o Brasil ainda está aquém de seu potencial, a participação dos prêmios de seguro de vida no PIB é de apenas 0,6%. Estamos no 41º lugar no ranking da OCDE de 2022 quanto ao volume de prêmios de seguros de vida, considerando 53 nacionalidades. Países com PIB relativamente próximo ao do Brasil, possuem mercados de seguro de pessoas com uma maior participação” diz Edson Franco, presidente da Fenaprevi.

A pesquisa observa um crescimento de produtos historicamente considerados menores, como Funeral e Vida Individual, que saltaram 23,7% em um ano. No período do estudo, R$ 15,1 bilhões foram pagos aos segurados (sinistros), resultado 5,7% superior ao de 2022.

O levantamento teve como base, o relatório da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados).

Naviraí receberá o Musical Infantil Árvore da Vida para três apresentações gratuitas no Salão Paroquial

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Júnior Lopes/ Assessoria

Com o apoio cultural da Prefeitura Municipal, por meio da Gerência de Educação e Cultura, Naviraí receberá a Companhia de Teatro Sia Santa, de Campinas-SP, que trará para o público o Espetáculo Musical Infantil “Árvore da Vida”, escrito por Bruno Fantini. Serão realizadas três apresentações no Salão Paroquial, sendo a primeira nesta terça-feira (27/02), às 15h30min, e as outras duas na quarta-feira (28/02), em sessões às 9h e às 15h30min. O melhor de tudo é que a entrada será franca, para atender as escolas públicas do município.

O espetáculo “Árvore da Vida” tem percorrido o Brasil e conta com patrocínio do Ministério da Cultura, Bom Sucesso Agroindústria, Fazenda Tamboril e Harad. A história gira em torno de três insetos: o besouro Tropo, a joaninha Militar e a vespa Sansa, que são os campeões do último torneio da Árvore da Vida. No entanto, eles se deparam com uma descoberta: a grande árvore está doente e eles não sabem como salvá-la.

A emocionante peça teatral ensina aos espectadores a importância da preservação da natureza e o valor da união para superar desafios. Graças à iniciativa, as crianças das escolas públicas de Naviraí terão a oportunidade de vivenciar esse espetáculo gratuito e inesquecível.

Naviraí receberá o Musical Infantil Árvore da Vida para três apresentações gratuitas no Salão Paroquial

Comitê Municipal de Combate ao Aedes Aegypti se reúne para análise da situação e definição de novas estratégias

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A Prefeitura de Amambai, por meio da Secretaria de Saúde, convocou uma reunião com o Comitê Municipal de Combate ao Aedes Aegypti para discutir a situação do município e elaborar estratégias que possam intensificar o combate ao mosquito para evitar que haja aumento de casos.

Durante a reunião, o coordenador do Controle de Vetores, Leonildo Acosta, fez uma apresentação da situação atual dos casos de Dengue e Chikungunya na cidade, além de destacar os desafios enfrentados pelos agentes de endemias no dia a dia. Segundo ele, até a última semana, só neste ano, o município contava com 207 notificações e 30 casos positivos de Dengue e 206 notificações de Chikungunya com 2 casos positivos.

A Coordenadora de Imunização da Secretaria de Saúde falou sobre a disponibilidade da vacina contra a Dengue, no momento com o público-alvo de crianças de 10 e 11 anos, ressaltando a necessidade de conscientizar os pais para que busquem as unidades de saúde para imunizar seus filhos, ou para que participem das ações que serão realizadas nos próximos dias em diversos pontos da cidade.

Além disso, esteve na pauta o terceiro ciclo de aplicação do Fumacê, que agora passará novamente em todos os bairros da cidade para uma última rodada. De acordo com Leonildo, assim que for totalizado o fim da dedetização a situação do município será novamente avaliada e assim será convocada uma nova reunião para novas estratégias.

Mais uma vez, todos os presentes ressaltaram que a conscientização da população é a única forma de combater o mosquito, mas que a administração municipal tomará as medidas cabíveis para auxiliar no que for possível. Com a união de todos, será possível evitar um cenário possível de epidemia.

Na reunião, que foi realizada nesta terça-feira, 20 de fevereiro, na sala de reuniões da Prefeitura de Amambai, participaram representantes de diversas áreas e que fazem parte do Comitê, como Secretaria de Saúde, Meio Ambiente, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros Militares, Polícia Militar, 17º RC Mec, Sanesul e UEMS.

Confira alguns registros:

Comitê Municipal de Combate ao Aedes Aegypti se reúne para análise da situação e definição de novas estratégias
Comitê Municipal de Combate ao Aedes Aegypti se reúne para análise da situação e definição de novas estratégias

Fonte: Bruna Corrêa/SECOM

Na sede do Detran, prefeito obtém garantia de início da licitação da sinalização de trânsito em Iguatemi

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Foto: Assessoria

O prefeito de Iguatemi, Lídio Ledesma, iniciou a semana com uma viagem à capital do Estado, Campo Grande, onde cumpre uma série de agendas de trabalho junto aos órgãos da esfera governamental e parlamentar.

Em seu primeiro compromisso do dia, o gestor esteve no Departamento Estadual de Trânsito – Detran, onde foi recebido pelo seu diretor-presidente, Rudel Trindade, e pela engenheira responsável pela área técnica do órgão, Maria Moura, para tratar do projeto de sinalização viária das ruas e avenidas de Iguatemi.

“Nosso projeto de sinalização está em fase inicial de licitação e muito em breve nossas ruas e avenidas receberão uma sinalização adequada para organizar e melhorar o fluxo de veículos e pedestres na nossa cidade. Conjugado a isso, temos o projeto de recapeamento asfáltico em diversas localidades do município, o que garantirá a durabilidade e a qualidade da sinalização que será implantada. Agradeço ao governo do Estado, através da diretoria do DETRAN, pela parceria”, disse o prefeito de Iguatemi.

12º Encontro do Laço Comprido movimentou o final de semana em Iguatemi

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Foto: Assessoria

Com a participação de 96 equipes e 567 laçadores, o 12º Encontro Estadual de Clubes de Laço, marcou história em Iguatemi, movimentando o último final de semana, nos dias 23, 24 e 25 de fevereiro.

Com total apoio da Administração Municipal, o Laço Comprido, esporte tradicional na região e no Estado de Mato Grosso do Sul, mobilizou a comunidade e competidores de vários municípios. A abertura oficial aconteceu na noite do sábado dia (24), com a participação do Prefeito Municipal Lídio Ledesma, Vereadores e Secretários Municipais.

No uso da palavra, o Patrão do Clube de Laço Estrela de Iguatemi, fez questão de agradecer todos os envolvidos na realização da festa e, enaltecer o apoio incondicional do Prefeito Lídio e de toda a administração municipal para que esse encontro acontecesse. O Prefeito Lídio, fez questão de parabenizar o Patrão Palito Alves pela organização do evento e agradecer ao Governador do Estado Eduardo Riedel.O evento que é promovido pela Federação de Laço comprido de Mato Grosso do Sul, conta com o apoio da Fundesporte, Fundação Estadual de Cultura, Secretaria de Turismo.

A programação diversificada, contemplou disputas emocionantes entre laçadores dos naipes masculino e feminino, divididos em várias faixas etárias. Teve Baile Carapé no sábado com o Grupo Uirapuru. As rodadas tiveram seu início na manhã da sexta-feira dia (23), e o encerramento aconteceu no domingo dia 25, com as finais das principais provas e entrega das premiações.

Foram distribuídos cerca de R$ 30.00 em premiação, sendo R$ 20 mil para a força A e R$ 10 mil para a força B.

Kidão/Assessoria

Senado discute obrigatoriedade da vacinação contra Covid-19 em crianças

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A inclusão no Programa Nacional de Imunizações (PNI) da vacina contra Covid-19 para crianças de 6 meses a 5 anos motiva a discussão de senadores. O plenário do Senado recebe nesta segunda-feira (26) uma sessão temática para debater a obrigatoriedade da imunização no público infantil. A partir do debate, os parlamentares devem juntar elementos para a elaboração e discussão de propostas sobre o assunto. O governo federal sustenta que a atualização vacinal “foi tomada com base em evidências científicas mundiais e dados epidemiológicos de casos e óbitos pela doença no país”. 

O requerimento para a realização do debate foi apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE). “Faz-se necessário um amplo debate acerca da vacinação infantil, bem como que sejam trazidos os esclarecimentos acerca de riscos e possíveis danos, que, muitas vezes, ainda são desconhecidos”, diz o requerimento.

Ao R7, Girão afirmou que o objetivo é promover um debate científico capaz de nortear “estratégias de acordo com o que for demonstrado na discussão”. “Uma grande preocupação que tenho é em saber o porquê em nenhum outro país tem essa imposição. Temos que ouvir os especialistas, cientistas, médicos do Brasil e de fora do Brasil”, disse Girão.

O pedido para a sessão foi subscrito pelos líderes do PL, senador Carlos Portinho (RJ), do Podemos, senador Oriovisto Guimarães (PR), do PP, senadora Tereza Cristina (MS) e do PSDB, senador Izalci Lucas (DF). Eles querem avaliar se há um lobby da indústria farmacêutica influenciando nas decisões do governo em incluir a vacina do PNI. “Vamos ouvir os dois lados. Esperamos que o governo brasileiro esteja presente também”, completou Girão.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, foi convidada. Não há confirmação da presença na agenda oficial da ministra. Entre os participantes confirmados estão o pneumologista Pierre Kory, a bióloga Jessica Rose, o virologista Geert Vanden Bossche, o ginecologista James Thorp, o radiologista Chris Flowers, o epidemiologista Peter McCullough e o médico cirurgião Andrea Stramezzi. 

Inclusão no PNI

Com a inclusão da vacina contra a Covid no PNI, na prática a aplicação passa a ser obrigatória no caderno de vacina dos 6 meses até os 5 anos a partir de 2024. Isso porque, em caso de descumprimento, há previsão legal de aplicação de multas e até perda de benefícios sociais, como o Bolsa Família.

O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê que é obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias. As mudanças seguem a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A vacina também faz parte do calendário anual para aplicação no grupo prioritário. Nesse rol estão pessoas acima de 60 anos, imunocomprometidas, funcionários e pessoas que vivem em instituições permanentes, indígenas, ribeirinhos, quilombolas, pessoas com deficiência permanente, trabalhadores da saúde, gestantes e puérperas e a população privada de liberdade.

Dados do vacinômetro do Ministério da Saúde apontam que quase 7 milhões de doses foram aplicadas em crianças entre seis meses e quatro anos. Nesta faixa etária, mais de 3,7 milhões receberam a primeira dose da vacina. 

Projeto de lei quer mudar regras dos testes físicos em concursos públicos; entenda

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TAF é exigido para funções como policial e bombeiro Reprodução TV

Após a morte da advogada Gabriela Contijo, de 27 anos, durante o TAF (Teste de Aptidão Física) da Polícia Militar do Distrito Federal, o deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF) protocolou um projeto de lei na Câmara que regula a realização das avaliações físicas, com proibição de testes em determinados horários e regras para investigar e identificar possíveis falhas nos processos.

O TAF é uma etapa comum em concursos para polícia, Corpo de Bombeiros e áreas similares. Ele serve para verificar se o candidato tem condições físicas adequadas para o cargo que deseja exercer. Atualmente, é o edital de cada concurso que define as regras e os exercícios exigidos no teste, porém, geralmente, envolvem barra fixa, abdominais e corrida.

Pela proposta, a banca examinadora deve ter uma equipe treinada em primeiros socorros para atendimento a emergências. Antes da prova, os candidatos serão submetidos a uma avaliação médica prévia, que deve ser realizada antes dos testes físicos, com o objetivo de detectar condições de saúde que possam representar riscos durante a realização dos testes.

Além disso, o texto proíbe a aplicação do TAF nas horas mais quentes do dia, entre 10h e 16h.

Outra regra prevista no projeto de lei tem a ver com os critérios de diferenciação de desempenho mínimo para homens e mulheres, que, segundo o deputado, “serão fixados com base no desempenho médio de pessoas em condição física adequada para a realização satisfatória das funções do cargo ou emprego”. 

Para o deputado, a regra é “uma medida essencial para assegurar a equidade, considerando as diferenças fisiológicas e etárias entre os gêneros” e a “abordagem busca promover igualdade de oportunidades, levando em consideração as especificidades individuais e as exigências específicas de cada cargo ou emprego”.

Morte em prova da PMDF

A advogada Gabriela Contijo, de 27 anos, morreu em 29 de janeiro após ter um mal súbito durante o TAF da Polícia Militar do DF. Ela chegou a ficar internada em uma UTI (Unidade Terapia Intensiva), mas não resistiu. Segundo familiares, a jovem treinava todos os dias e não tinha problemas de saúde. 

Gabriela teve mal súbito em teste físico da PMDF
Gabriela teve mal súbito em teste físico da PMDF
Reprodução TV

O mal-estar de Gabriela ocorreu durante o teste de corrida, aproximadamente, às 16h. Para as mulheres, o desempenho mínimo exigido no TAF era percorrer 2,2 km em até 12 minutos. Além dessa avaliação, foram realizados os testes de barra e flexão abdominal.

Na época, uma testemunha que viu Gabriela passar mal durante a corrida do teste afirmou à RECORD que o socorro teria demorado a chegar no local. Mas a banca organizadora do concurso, o Instituto AOCP, alegou que a candidata foi atendida imediatamente pela equipe médica que acompanhava o teste.

O instituto informou que uma das regras do concurso exigia que todos os candidatos apresentassem um atestado médico, comprovando sua capacidade para realizar os testes físicos programados.

A jovem apresentou um atestado de aptidão física assinado por um cardiologista de Samambaia, declarando-a apta para esta etapa da seleção, conforme informado pela banca examinadora. A Polícia Civil ainda investiga o caso.

Expo Eldorado 2024 será entre os dias 3 e 5 de maio

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Foto: Divulgação

Redação

A Expo Eldorado 2024 está marcada para acontecer entre os dias 3 e 5 de maio, em celebração ao aniversário do município de Eldorado, que completa oficialmente 48 anos no dia 13 de maio.

O evento terá uma programação diversificada de shows musicais. Na sexta-feira, dia 3, o cantor Christian sobe ao palco para animar o público. No sábado, dia 4, será a vez da dupla João Lucas & Walter Filho se apresentar. Já no domingo, o encerramento ficará por conta da renomada dupla sertaneja Bosco & Vinícius.

A realização da Expo Eldorado é promovida pela Prefeitura de Eldorado, com apoio da Câmara Municipal, Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (SETESC), e do Governo do Estado.

Reajuste salarial médio do trabalhador em janeiro é o maior para o mês em 17 anos

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Real,dinheiro, moeda

O reajuste mediano real dos salários dos trabalhadores foi de 2% em janeiro, melhor resultado para o mês desde 2007, quando tiveram início os registros de negociações coletivas do sistema mediador. Os dados são do boletim Salariômetro, da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), divulgado nesta segunda-feira (26).

O piso salarial mediano foi de R$ 1.492 em janeiro, acima do salário mínimo (R$1.412). Considerando todos os meses, o percentual obteve o melhor resultado para os trabalhadores desde dezembro de 2013.

De acordo com o boletim, 90,2% das negociações de acordos e convenções coletivas realizadas no país em janeiro resultaram em reajustes acima do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). No acumulado dos últimos 12 meses, o índice foi de 80,2%.

A categoria que teve aumento real mais expressivo em janeiro foi a da construção civil, (2,79%). Em segundo lugar na lista, está o setor de serviços (2,29%), seguido pela indústria, que aparece com 1,29% de reajuste mediano acima da inflação.

A prévia de fevereiro, segundo a Fipe, mostra que 94,6% dos reajustes estão acima do INPC, com reajuste mediano salarial de 5%.

Reajuste por região e unidades da federação

O levantamento mostra que quatro das cinco regiões brasileiras (Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste) apresentaram o mesmo reajuste mediano (2,29%). No Sul, a mediana ficou em 1,29%.

Em um mapeamento por estado, Roraima foi o que teve maior reajuste mediano: 3,81%. Na lanterna, está Mato Grosso, com aumento salarial médio de 0,43%.

A pesquisa da Fipe é baseada em informações do mediador do Ministério do Trabalho e Emprego, a partir dos resultados das negociações coletivas.

O que é convenção coletiva

A convenção coletiva, prevista na legislação brasileira, é uma negociação entre sindicatos de trabalhadores e representantes dos setores produtivos que estabelece normas para salários, horas-extras e condições de trabalho de categorias profissionais. Firmadas para complementar a lei trabalhista, as diretrizes são fruto de diálogo entre empregados e patrões.

Bagaceira pede melhorias nas ruas não pavimentadas do Jardim Aprazível em Caarapó

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O vereador Manoelito Felix de Oliveira (PSDB) vai apresentar na sessão desta segunda-feira (26), indicação endereçada à Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura, solicitando que viabilize serviços de patrolamento e manutenção em todas as vias não pavimentadas do Bairro Jardim Aprazível.

A propositura que será apresentada em conjunto com o vereador Edson Montanhere Baratella, visa atender à reivindicação dos moradores do bairro que vem sofrendo com a situação das ruas.

Bagaceira pontua que as últimas chuvas deixaram as ruas em péssimas condições de trafegabilidade, causando transtornos aos moradores por conta de locais com atoleiros e erosões.

“Sendo assim, apresentaremos essa indicação, para que seja realizado um serviço paliativo até que possamos viabilizar o asfalto”, disse Bagaceira.