A promotora de Justiça Fernanda Rottili Dias e a defensora pública Karina Freitas, no programa Voz às Mulheres, na Caarapó FM - Foto: Divulgação
Com o objetivo de ampliar a voz de mulheres relevantes para o município de Caarapó, abordando temas essenciais para a agenda de políticas públicas voltadas ao público feminino, a Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres, em parceria com a rádio Caarapó FM, está promovendo um circuito de entrevistas denominado “Voz às Mulheres”. O programa vai ao ar nas quintas-feiras.
Os encontros contaram com a participação da Promotora de Justiça Fernanda Rottili e da defensora Karina Freitas. No primeiro encontro, foram debatidas a violência e igualdade de gênero. No segundo encontro, a vereadora Marinalva e a Delegada Vivian Hiluy debateram sobre os caminhos para o fim da violência doméstica. Já no terceiro encontro, a subsecretária estadual de Políticas Públicas para Mulheres, Manuela Nicodemos, e a farmacêutica e primeira-dama de Caarapó, Paula Luísa, abordaram o machismo e o papel das coordenadorias de políticas públicas para mulheres. Por fim, as jovens advogadas Mariana Rocha, assessora de campanhas e mandatos políticos, e Thaila Farias, presidente partidária, falaram sobre a presença das mulheres na política.
Na próxima quinta-feira (28), Bruna Gayozo, coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres, entrevistará a secretária de Assistência Social Juliana Monteiro e a psicóloga e ex-secretária de Assistência Social Janaina Guedes, abordando o tema da assistência social e o papel da mulher na sociedade.
Bruna Gayozo ressaltou a importância da rádio como meio de alcance, afirmando que trazer essas mulheres para entrevistas com temas tão relevantes para o mês de março foi fundamental. A iniciativa visa levar informações sobre gênero, machismo, violência e canais de denúncia a diferentes lares. Dados indicam que o município de Caarapó registra mais denúncias durante os meses de campanha, quando as ações educativas e de prevenção à violência doméstica são intensificadas.
Os servidores da Prefeitura de Naviraí amanheceram nesta quarta-feira, 27 de março, com salários já depositados em suas contas. Essa medida foi determinada pela Prefeita Rhaiza Matos, visando garantir que os funcionários públicos municipais pudessem desfrutar do feriado da Sexta-feira Santa e do domingo de Páscoa com seus vencimentos em mãos. Além disso, essa ação também contribui para aquecer a economia do comércio local, uma vez que a Semana Santa é uma das datas mais importantes para o setor.
Desde o início de sua gestão à frente do Governo Municipal de Naviraí, a prefeita Rhaiza Matos tem priorizado o pagamento dos salários dos servidores até o último dia útil de cada mês. Essa medida traz benefícios tanto para os funcionários públicos quanto para a administração pública em si. Os servidores podem cumprir seus compromissos financeiros e realizar um planejamento mais eficiente, uma vez que têm a certeza de que o salário será depositado pontualmente.
A atual gestão da Prefeitura de Naviraí tem se destacado pela rigidez e pontualidade em relação ao pagamento dos salários, o que traz estabilidade e segurança para os servidores municipais. Essa postura também fortalece a relação entre a administração pública e os funcionários, criando um ambiente de confiança e respeito mútuo. A determinação da prefeita Rhaiza Matos em honrar esse compromisso com a folha salarial dos servidores públicos reforça o comprometimento com a qualidade de vida dos servidores e com o desenvolvimento econômico do município.
Para fazer um Mato Grosso do Sul cada vez mais inclusivo, o Governo do Estado lança o programa ‘MS Acessível: Promovendo a Cidadania para Pessoas com Deficiências Ocultas’, que vai incentivar a aceitação e a compreensão do uso do cordão de girassol.
Mato Grosso do Sul saiu na frente ao instituir o uso do cordão pela Lei Estadual nº 5.969, ainda em 2022, enquanto a Lei Federal foi publicada no ano passado, e agora se destaca mais uma vez sendo o primeiro estado do País a cumprir a legislação.
O uso do cordão de girassol identifica pessoas com deficiências e condições ocultas ou não aparentes, e passa a mensagem de empatia a todos os que estão ao redor. No Estado, o projeto é mais uma etapa do programa MS Acessível, promovido pela Subsecretaria de Políticas Públicas para Pessoa com Deficiência, pasta ligada à Cidadania.
Programado para o dia 2 de abril, no auditório do Bioparque Pantanal, o lançamento do programa vai sensibilizar sobre a utilização do cordão de girassol por parte das pessoas que tenham deficiências, condições limitantes ou doenças crônicas, podendo não ser visíveis ou facilmente identificáveis, ao mesmo tempo em que vai orientar e capacitar servidores estaduais sobre como atender a este público com empatia.
O evento contará ainda com a participação da Diretora de Marketing da HD Sunflower, Annette Cmela, que criou a iniciativa do uso do cordão, e também da diretora para América Latina Cordão de Girassol, Flávia Callafange.
Na solenidade, o Governo de Mato Grosso do Sul vai entregar colares para representantes das pastas transversais à esta ação: Assistência Social e Direitos Humanos; Justiça e Segurança Pública; Saúde; e Educação. Expoentes do terceiro setor também vão participar da entrega.
Secretária de Estado da Cidadania, Viviane Luiza, enfatiza que a capacitação de servidores para melhor atender às pessoas com deficiências ocultas está dentro do Programa MS Acessível, e segue um dos eixos principais do Governo do Estado, que é a inclusão, refletindo a premissa fundamental de não deixar ninguém para trás.
“Estamos empenhados em capacitar os servidores públicos para melhor atender às necessidades das pessoas com deficiências ocultas, garantindo que todos tenham acesso aos serviços e apoio necessários, independentemente de suas habilidades ou limitações perceptíveis. Ao investir na sensibilização e no treinamento dos nossos servidores, estamos construindo uma sociedade mais inclusiva e solidária para todos os cidadãos”, ressalta Viviane.
O lançamento do “MS Acessível: Promovendo a Cidadania para Pessoas com Deficiências Ocultas” será no dia 2 de abril, às 14h, no auditório do Bioparque Pantanal, em Campo Grande.
Paula Maciulevicius, Comunicação SEC Foto: Roberto Suguino/Agência Senado
Quase oito milhões de famílias de baixa renda não estão utilizando o direito de pagar a conta de luz com descontos que podem chegar a 100%. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), dos 24,9 milhões de famílias aptas a receber a Tarifa Social de Energia Elétrica (Tsee), apenas 17,05 milhões recebem o benefício, ou seja, 7,92 milhões têm o direito ao desconto mas não o utilizam. Os dados da Aneel são referentes a fevereiro de 2024.
Atualmente, a Tarifa Social é concedida automaticamente para as famílias que estão inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Caso a família atenda ao requisito de ter renda per capta familiar de meio salário mínimo e ainda não esteja no CadÚnico, a orientação do governo federal é fazer o requerimento do benefício nos Centros de Referência em Assistência Social (Cras) disponíveis em todo o país.
Os estados onde o desconto é, proporcionalmente, mais utilizado pelas famílias com esse direito são Ceará (87,2% das famílias aptas a receber o benefício o utilizam), seguido da Paraíba (79,9% das famílias usam), e Alagoas (79,5%). Os estados com menor utilização são Amazonas (apenas 32,7% das famílias aptas usam), seguido do Distrito Federal (38,9%), e Santa Catarina (42,3%).
A Tarifa Social de Energia Elétrica foi criada em 2002. Para usufruir do benefício, as famílias precisam cumprir requisitos, como a inscrição CadÚnico e ter renda familiar mensal de até meio salário mínimo por pessoa.
A medida também é estendida às famílias com renda mensal de até três salários mínimos que tenham pessoa com deficiência (física, motora, auditiva, visual, intelectual ou múltipla), cujo tratamento necessite de aparelhos que consumam energia elétrica. Podem ainda solicitar o desconto idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência que recebam o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
As famílias enquadradas na subclasse baixa renda com consumo de até 30 kWh mês pagam 65% a menos na conta de luz. A segunda faixa de desconto é de 40% e é aplicada a quem consome de 31 kWh até 100 kWh mês. A terceira faixa de desconto é de 101 kWh até 220 kWh mensais, cujo abatimento é de 10%.
Para famílias indígenas e quilombolas inscritas no Cadastro Único, as condições são diferentes: até 50 kWh mês, a conta de energia tem desconto de 100%. Para a faixa de consumo de 51 kWh a 100 kWh mês, o desconto é de 40%. O abatimento é de 10% para a faixa de consumo de 101 kWh a 220 kWh mês.
No dia 8 de janeiro do ano passado, a jornalista Marina Dias, do The Washington Post (EUA), viveu em pesadelo. Na cobertura dos ataques antidemocráticos naquela data, em Brasília, ela foi insultada e agredida. Ela sofreu rasteira, jogada no chão e continuou sofrendo violência até que um militar a ajudasse. “As pessoas me agrediram mesmo depois de ser escoltada por um militar”, recorda.
De ofensas a violências físicas, jornalistas no Brasil foram vítimas de 330 ataques durante o ano de 2023, segundo levantamento da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), divulgado nesta terça (26). O número é 40,7% menor do que o ano anterior, quando foram registrados 557 casos.
Segundo avalia a entidade, os principais ataques ocorridos no ano passado tiveram relação aos episódios de 8 de janeiro, como foi o caso de Marina Dias, que, inclusive, participou da divulgação do levantamento. Segundo explicou a pesquisadora Rafaela Sinderski, da Abraji, profissionais da imprensa foram atacados durante esses atos e também sofreram agressões físicas. “Tiveram seus equipamentos destruídos, foram perseguidos e intimidados. Isso se refletiu nos nossos dados”, exemplificou.
Agressões graves
Por outro lado, a queda do número de violências em 2023, segundo avaliou a entidade, tem relação com a alteração do cenário político e fim do mandato do então presidente Jair Bolsonaro. Conforme a pesquisadora, o mapeamento contabilizou que 38,2% dos casos registrados foram considerados episódios de violência grave. “São agressões físicas, ameaças de morte, de perseguição, de violência física”, exemplifica a pesquisadora.
Outro tipo de violência, os discursos estigmatizantes, representou 47,2% dos casos. “São ofensas verbais e casos de campanhas de descredibilização de jornalistas, de meios de comunicação e da empresa com questões sociais e questões mais amplas”, apontou.
Segundo a pesquisa 55,7% dos casos registrados em 2023 tiveram como agressores agentes estatais, que são funcionários públicos ou agentes políticos em mandato. “Isso é muito preocupante e grave. Principalmente quando são agentes políticos eleitos”.
Violência de gênero
A pesquisa trouxe também que 52,1% dos ataques tiveram origem ou repercussão na internet. “É muito forte atacar a imprensa e jornalistas, principalmente quando são mulheres. As jornalistas sofrem muita violência online com discursos estigmatizantes nas redes sociais”.
O Distrito Federal foi o lugar que mais houve violência contra jornalistas em 2023. “Foram registrados 82 ataques explícitos de gênero ou agressões contra mulheres jornalistas. E o que a gente entende por ataques explícitos de gênero”, afirmou a pesquisadora. A entidade considera o número preocupante, mesmo havendo uma queda de 43,4% em relação a 2022. Esses ataques usam, por exemplo, questões ligadas à identidade de gênero, à sexualidade e à orientação sexual para atacar jornalistas.
Outras tendências, segundo a Abraji, se fortaleceram no último período analisado, como o aumento dos processos judiciais civis ou penais com o intuito de silenciar jornalistas, que chegaram a 7,9% do total de agressões, e o crescimento de agressões graves registradas na categoria de “agressões e ataques”.
Recomendações
A partir do que foi coletado, a Abraji recomendou que os os poderes públicos reforcem políticas de proteção a jornalistas e comunicadores vítimas de ataques em razão do exercício da profissão.
A entidade apontou que as plataformas de redes sociais devem desenvolver mecanismos para enfrentar a violência online que afeta jornalistas.
Às empresas jornalísticas, a associação pediu que sejam adotadas medidas de formação, prevenção e proteção para seus profissionais. Aos jornalistas, ficou a recomendação que não deixem de denunciar a agressões sofridas no exercício da profissão.
Uma única aposta de Recife (PE) acertou as seis dezenas e levou o prêmio de R$ 118.265.926,76 da Mega-Sena que foi sorteado nesta terça-feira (26), no Espaço da Sorte, em São Paulo
Os números sorteados foram: 02-16-22-27-35-47
Outras 182 apostas acertaram cinco números, e ganharam R$ 32.797,02. Na quadra, foram 10.213 apostas ganhadoras, que vão receber R$ 834,93 cada.
O próximo sorteio será no sábado (30), com estimativa de prêmio de R$ 4 milhões.
Brasília (DF) -- Novo cartão Bolsa Família 2023. Foto: MDAS/Divulgação
A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (27) a parcela de março do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 9.
O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com adicionais o valor médio do benefício sobe para R$ 679,23. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 20,89 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,15 bilhões.
Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.
No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
A partir deste ano, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).
Cadastro
Desde julho do ano passado, passa a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, cerca de 270 mil famílias foram canceladas do programa neste mês por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS.
Em compensação, outras 100 mil famílias foram incluídas no programa neste mês. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, 3,21 milhões de famílias foram incluídas no programa desde março do ano passado.
Regra de proteção
Cerca de 602 mil famílias estão na regra de proteção em março. Em vigor desde junho do ano passado, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 370,49.
Arte calendário Bolsa Família Março – Arte Agência Brasil
Auxílio Gás
Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em abril.
Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.
O presidente do Sindicato Rural de Amambai, Rodrigo Lorenzetti. Presença dos produtores rurais é essencial na reunião de logo mais no final da tarde. (Foto: Vilson Nascimento)
Vilson Nascimento
O Sindicato Rural, por meio de seu presidente, Rodrigo Ângelo Lorenzetti, está convocando para às 17h desta quarta-feira, 27 de março, associados e produtores rurais em geral para uma reunião para discutir recuperação de estradas rurais, em Amambai.
A reunião, que acontecerá no Salão Multiuso da sede do SRA (Sindicato Rural de Amambai), vai contar com a presença de representantes dos poderes públicos, estadual e municipal, além de representantes do Conisul (Consórcio para o Desenvolvimento da Região Sul de Mato Grosso do Sul) e terá como pauta a manutenção de estradas rurais como Amambai e Jutí e na região do Chorro, entre outras.
“É uma pauta muito importante e queremos contar com a presença de todos”, disse o presidente do SRA, Rodrigo Lorenzetti.
Com previsão de tempo instável, esta quarta-feira (27) é marcada principalmente pela possibilidade de chuvas de intensidade fraca a moderada e, localmente, podem ocorrer chuvas mais intensas acompanhadas de rajadas de vento.
De acordo com o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), ressalta-se a atenção para as regiões Norte e Nordeste, que já têm registrado chuvas nos últimos dias, considerando a probabilidade para acumulados de chuvas significativos, acima de 40 mm/24 horas.
Em Campo Grande, a mínima é de 21°C e a máxima de 28°C. O município de Dourados tem mínima semelhante à capital e máxima de 29°C. Nas regiões Sul-Fronteira e Leste, Ponta Porã e Anaurilândia marcam 21°C no início do dia e atingem máximas respectivas de 28°C e 29°C.
Paranaíba, no Bolsão, registra variação entre 22°C e 27°C; Três Lagoas, na mesma região, tem mínima de 22°C e máxima de 28°C. No Norte, Coxim amanhece com 22°C e chega aos 28°C nos horários mais quentes.
Na região pantaneira, a mínima em Corumbá é de 24°C e a máxima atinge 28°C, já Aquidauana marca 22°C pela manhã e 30°C à tarde. Em Porto Murtinho, na região Sudoeste, a temperatura varia entre 24°C e 34°C.
Fachada da Secretaria de Desenvolvimento/Casa do Trabalhador em Amambai. (Foto: A Gazeta)
Vilson Nascimento
A Casa do Trabalhador, órgão ligado à Fundação do Trabalho (Funtrab), do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza 43 oportunidades de emprego nesta quarta-feira, dia 27 de março, em Amambai.
Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas
1 vaga para auxiliar administrativo (PCD)
1 vaga para recepcionista (PCD)
1 vaga para repositor de mercadorias (PCD)
2 vagas para representante comercial autônomo
1 vaga para soldador
3 vagas para vendedor (ter CNH)
1 vaga para vidraceiro
1 vaga para promotor de vendas
1 vaga para pedreiro
1 vaga para operador de rolo compactador
1 vaga para operador de retroescavadeira
1 vaga para motorista de caminhão
1 vaga para motorista carreteiro
1 vaga para motorista de caminhão
2 vagas para mecânico de automóveis
1 vaga para mecânico de veículos automotores a diesel (exceto tratores)
1 vaga para mecânico de automóveis e caminhão
1 vaga para manicure
2 vagas para faxineiro
2 vagas para costureira
1 vaga para chapeador metalúrgico
1 vaga para cabeleireira
2 vagas para auxiliar de engenheiro da construção civil
1 vaga para auxiliar arquitetura
1 vaga para auxiliar de armazenamento
1 vaga para vendedor
1 vaga para operador de caixa
1 vaga para repositor de mercadorias
1 vaga para motofrentista
1 vaga para cozinheira
1 vaga para cuidador de idoso
1 vaga para lavador de peças
Casa do trabalhador também oferece
A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região.
Segundo o órgão, para dar entrada no pedido de benefício, o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade).
A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.
O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 13h. Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.
O trabalhador com carteira assinada que recebe até dois salários mínimos poderá, em breve, usar depósitos futuros do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para adquirir a casa própria. O Conselho Curador do FGTS aprovou nesta terça-feira (26) a regulamentação do FGTS Futuro para a Faixa 1 do Programa Minha Casa, Minha Vida.
Para entrar em vigor, a Caixa Econômica Federal, agente operador do FGTS, precisa aprovar uma série de normas operacionais. As diretrizes explicarão como o banco transferirá os depósitos de 8% do salário ao agente financiador do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), assim que a contribuição do patrão ao fundo cair na conta do trabalhador. Somente 90 dias após a edição das normas, as operações com o FGTS Futuro serão iniciadas.
A expectativa do governo é beneficiar até 43,1 mil famílias da Faixa 1 do MCMV na fase de testes. Caso a modalidade seja bem-sucedida, o governo pretende estender o FGTS Futuro para todo o Minha Casa, Minha Vida, que contempla famílias com renda de até R$ 8 mil.
Cada contrato de financiamento definirá o período pelo qual os depósitos futuros serão utilizados. Caberá à instituição financeira avaliar a capacidade de pagamento do mutuário e propor um “financiamento acessório” com o FGTS Futuro, caso a caso.
Instituído pela Lei 14.438/2022, no governo anterior, o FGTS Futuro nunca foi regulamentado. Na época, a legislação permitia o uso dos depósitos futuros no fundo para pagar parte da prestação.
No ano passado, a Lei 14.620, que recriou o Minha Casa, Minha Vida, autorizou o uso do FGTS Futuro também para amortizar o saldo devedor ou liquidar o contrato antecipadamente. No entanto, seja para diminuir a prestação ou nas outras situações, a utilização do mecanismo tem riscos, caso o trabalhador seja demitido e não consiga outro emprego com carteira assinada.
Como funciona
Todos os meses, o empregador deposita, no FGTS, 8% do salário do trabalhador com carteira assinada. Por meio do FGTS Futuro, o trabalhador usaria esse adicional de 8% para comprovar a renda. Com o Fundo de Garantia considerado dentro da renda mensal, o mutuário poderá financiar um imóvel mais caro ou comprar o imóvel inicialmente planejado e acelerar a amortização do financiamento.
Na prática, a Caixa Econômica Federal, agente operador do FGTS, repassará automaticamente os depósitos futuros do empregador no Fundo de Garantia para o banco que concedeu o financiamento habitacional. O trabalhador continuará a arcar com o valor restante da prestação.
Riscos
Na votação de hoje, o Conselho Curador definiu o que acontecerá com o trabalhador que perder o emprego. A Caixa Econômica Federal suspenderá as prestações por até seis meses, com o valor não pago sendo incorporado ao saldo devedor. Essa ajuda já é aplicada aos financiamentos habitacionais concedidos com recursos do FGTS.
Mesmo que as prestações sejam suspensas, o trabalhador deverá estar ciente de que, caso perca o emprego, terá de arcar com o valor integral da prestação: o valor que pagava antes mais os 8% do salário anterior depositados pelo antigo empregador. Caso não consiga arcar mais com as prestações por mais de seis meses, o mutuário perderá o imóvel.
Simulações
O Ministério das Cidades forneceu quatro simulações de uso do FGTS Futuro por uma família com renda de até R$ 2.640 que compra um imóvel no Minha Casa, Minha Vida que comprometa 25% da renda (R$ 660) com as prestações. Com o FGTS Futuro, a mesma família poderá financiar um imóvel com prestação de R$ 792, como se comprometesse 30% da renda. A diferença, de R$ 132, constitui o chamado financiamento acessório.
Nesse cenário, a família que utilizar o FGTS Futuro terá quatro possibilidades. Na primeira, o mutuário usará os R$ 132 extras para quitar as prestações do financiamento acessório. Caso alguém da família consiga um emprego que eleve temporariamente a renda, os depósitos futuros que entrarem a mais vão amortizar o saldo devedor.
Na segunda possibilidade, a renda familiar não muda ao longo do financiamento, e os R$ 132 de depósitos futuros serão usados para pagar o financiamento acessório. Na terceira, a renda familiar cai temporariamente para menos de dois salários mínimos, e o mutuário passa a ter menos de R$ 132 depositados mensalmente no Fundo de Garantia. Nesse caso, o valor depositado no FGTS continuará a pagar a prestação do financiamento acessório, e a diferença para os R$ 132 será incorporada à dívida total da caução.
Na quarta possibilidade, que envolve a demissão do trabalhador e ausência de depósito mensal no FGTS, os R$ 132 de prestação serão incorporados mensalmente ao saldo devedor por até seis meses, o que significa a suspensão das parcelas. Depois desse período, haverá a cobrança da prestação integral do mutuário de R$ 792.
Os inscritos no concurso público da Caixa Econômica Federal (CEF) poderão pagar o boleto da taxa de inscrição até 5 de abril. A prorrogação da data limite foi anunciada pela banca organizadora do certame, a Fundação Cesgranrio, nesta segunda-feira (25). A data determinada inicialmente era 27 de março.
Os valores das taxas variam de acordo com o cargo inscrito. As taxas de inscrição custam R$ 50, para posições de nível médio, e R$ 65 para as de nível superior.
Os candidatos que solicitaram isenção total de pagamento do valor de inscrição, mas tiveram o pedido negado em definitivo em 21 de março, devem, igualmente, realizar o pagamento integral até a nova data de vencimento (5 de abril).
O pagamento do valor de inscrição até a data de vencimento pode ser feito por boleto bancário, por PIX pelo QR Code gerado no ato de inscrição ou em qualquer banco, respeitando o horário de funcionamento das agências e dos correspondentes bancários.
A inscrição só será validada após a confirmação do pagamento até a data do vencimento. O pagamento não realizado ou após a data de vencimento implicará no cancelamento da inscrição.
Fim das inscrições
O período de inscrição para o concurso terminou às 23h59 desta segunda-feira (25). Em resposta à Agência Brasil, a Caixa disse ainda não tem a confirmação do número do total de inscritos. No último balanço divulgado pela instituição, em 20 de março, mais de 1,3 milhão de candidatos de todo o país tinham se inscrito no concurso que oferece mais de 4 mil vagas, incluindo cadastro reserva. Naquele momento, a maior procura era pelo cargo de Técnico Bancário Novo (TBN), que dá acesso à carreira geral no banco, com 1,016 milhão de inscrições e 533,2 mil confirmações (pagantes e isentos).
Concurso
Conforme edital, entre vagas e cadastro de reserva, o banco oferece neste concurso 2 mil vagas de nível médio para Técnico Bancário Novo (TBN), 2 mil vagas de técnico na área de Tecnologia da Informação (TI). Além destas, há 50 vagas de nível superior, sendo 28 para médicos do trabalho e 22 para engenheiros de segurança do trabalho.
Para os cargos de nível médio, a remuneração inicial é R$ 3.762, mais benefícios. Já o concurso para as carreiras profissionais de médico do trabalho e de engenheiro de segurança do trabalho é de nível superior, a remuneração inicial de R$ 11.186 e R$ 14.915, respectivamente, além dos mais benefícios, como plano de saúde, Previdência Complementar, auxílio alimentação, vale transporte, auxílio creche e participação nos lucros.
De acordo com o cronograma, os candidatos solicitantes de atendimento especial e de uso de nome social para concorrer à vaga poderão consultar se o pedido foi aceito na próxima segunda-feira (1º de abril).
As provas serão aplicadas em 26 de maio, um domingo. Os exames terão questões de conhecimentos gerais e específicos, além de redação, para cargos técnicos, e prova discursiva, para nível superior.
Os aprovados serão convocados a partir de agosto de 2024, para apresentarem a documentação e realizarem os exames médicos obrigatórios. Acesse o cronograma do concurso público.
Os editais de nível médio e de nível superior do novo concurso para a Caixa Econômica Federal estão disponíveis no site da Fundação Cesgranrio específico para o concurso público da Caixa.
A equipe da Base Operacional de Amambai, do BPMRv, prendeu na manhã desta terça-feira (26/03), um homem que transportava carga de cocaína em um veículo na MS 156.
Os Policiais Militares realizavam policiamento e fiscalização de trânsito pela MS 156, por volta das 08h00min, quando deram ordem de parada ao veículo estrangeiro GM/Corsa, placa do Paraguai.
A equipe da PMR realizou abordagem ao veículo e solicitou documentação do carro e do condutor, 31 anos, que estava acompanhado de uma mulher, 32 anos, ambos paraguaios. Que após uma breve entrevista sobre o itinerário, o homem demonstrou nervosismo, conversas desconexas. Dada suspeição, foi realizado uma vistoria minuciosa, sendo observadas alterações na lataria do veículo, onde foi localizado um fundo falso (mocó), em seu interior, havia vários tabletes de substância análoga à cocaína, que totalizou 50,100 kg.
Aos policiais, o condutor confessou o crime, disse ter pegado o veículo pronto e que levaria a passageira em Sete Quedas-MS, após isso receberia a localização para o destino final droga, que pelo transporte receberia o valor de 5 mil reais.
Diante dos fatos, autor, passageira, veículo e entorpecente foram encaminhados à delegacia.
O prejuízo ao crime foi estimado em R$ 2.592.000,00.
Para denúncias e informações, ligue 198 e fale com a PMR.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) assinou, nesta terça-feira (26), acordos para iniciar sua Estratégia para Terapias Avançadas, que visa baratear e, assim, ampliar a oferta de terapias gênicas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto é financiado pelo Ministério da Saúde, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
As terapias gênicas envolvem a manipulação de genes para combater doenças como câncer, doenças autoimunes, aids e síndromes genéticas. Há vários tratamentos atualmente em uso, das quais 15 têm autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para utilização no Brasil. Há outras centenas sendo estudadas em todo o mundo.
O grande problema dessas terapias é o custo. Uma terapia para a distrofia muscular de Duchenne, por exemplo, um distúrbio progressivo e irreversível dos músculos, pode chegar a custar R$ 15 milhões, valor semelhante ao da terapia contra a hemofilia A.
De acordo com a Fiocruz, estima-se que, nos próximos cinco anos serão gastos entre R$ 4 bilhões e R$ 14,5 bilhões por ano nesses tratamentos, caso seja pago o valor cobrado pelas farmacêuticas.
A oferta desses tratamentos em unidades privadas de saúde está fora do alcance para pessoas que não têm esse dinheiro. Já a oferta gratuita pelo SUS é muito cara para os cofres públicos.
A ideia é que a Fiocruz, por meio de seu Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-manguinhos), seja capaz de desenvolver e oferecer terapias gênicas a um custo de cerca de 10% do que é gasto hoje com o mesmo tratamento.
O desenvolvimento inicial desses tratamentos contará com o apoio da organização sem fins lucrativos norte-americana Caring Cross, que fará transferência de tecnologia ao instituto brasileiro.
Ministra Nísia Trindade destaca importância e inovação das terapias gênicas – Tomaz Silva/Agência Brasil
“A orientação é que [essas terapias desenvolvidas pela estratégia da Fiocruz] sejam incorporadas ao SUS”, afirmou a ministra da Saúde, Nísia Trindade. “Essa não é apenas uma terapia importantíssima e inovadora. Há uma redução, em dez vezes, do custo dos tratamentos hoje disponíveis. O que significa multiplicar por dez o acesso a essa terapia.”
Câncer
O primeiro projeto a ser desenvolvido pela Estratégia para Terapias Avançadas envolve a reprogramação de células de defesa do organismo para combater alguns cânceres hematológicos, como linfomas e leucemias agudas. Será uma parceria da Fiocruz com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), que já desenvolve pesquisas nessa área.
“É um processo de reeducação da célula. A gente coleta as células do paciente e, em laboratório, a gente vai fazer uma modificação genética nelas, colocando um gene que leva à expressão de uma proteína que vai fazer essa célula passar a reconhecer essas células tumorais”, explicou o pesquisador do Inca Martin Bonamino. “E, depois de todo o controle de qualidade, essa célula é devolvida, como se fosse uma transfusão, para o paciente.”
A terapia chamada de CAR-T consiste em inserir, em linfócitos T (células de defesa) dos pacientes, lentivírus que carregam um gene específico para combater o tumor. Com o novo gene, o linfócito torna-se mais eficaz em encontrar o câncer no corpo e reconhecê-lo como algo a ser eliminado, enviando substâncias que vão causar a morte da célula cancerosa.
Para esse tratamento específico, cujo custo está em torno de R$ 2 milhões, existe a possibilidade de que o valor caia para R$ 200 mil. Além do desenvolvimento da terapia CAR-T, propriamente dita, haverá a produção dos lentivírus.
Os testes clínicos para validação da terapia da Fiocruz e do Inca deverão ser realizados a partir do fim deste ano, nos Estados Unidos e no Brasil.
Com a terapia validada, a ideia é que sejam instalados laboratórios em módulos de contêineres, que poderão ser instalados em hospitais de vários lugares do Brasil, possibilitando a descentralização da realização desses tratamentos.
“Nós aqui em Bio-Manguinhos, vamos aproveitar o conhecimento que a gente adquiriu durante a pandemia [de covid-19] para fazer a produção do lentivírus, que é o vetor viral. E também haverá módulos onde será realizado o processo de CAR-T. E esses módulos serão certificados pela Anvisa e por Bio-Manguinhos”, explicou o diretor de Bio-Manguinhos, Mauricio Zuma.
Segundo a ministra Nísia Trindade, o barateamento das terapias gênicas beneficiará não apenas o Brasil, mas também poderá ajudar outros países da América Latina e da África.
Com foco na integração e novos investimentos, o governador Eduardo Riedel se reuniu nesta terça-feira (26) com o embaixador do Canadá no Brasil, Emmanuel Kamarianakis. No encontro foram discutidas ações de colaboração, trocas de experiência, potencialidades e eventuais negociações econômicas.
“Foi uma reunião muito positiva, trata-se de um encontro em que podemos aprender um pouco mais sobre Mato Grosso do Sul, onde o Canadá tem muito interesse. Falamos sobre futuras missões aqui em Campo Grande e no Estado”, afirmou o embaixador.
Governador recebeu embaixador do Canadá no Brasil
Ele destacou que temas importantes foram colocados em pauta com o governador, entre eles o agronegócio, manufatura avançada, transição energética e projetos de inovação e tecnologia tanto no Mato Grosso do Sul, como no Canadá. “Vamos pensar em modelos de colaboração bilaterais do ponto de vista econômico”, completou.
O secretário especial de Relações Internacionais do Governo do Estado, Luiz Renato, participou do encontro e elogiou a boa relação entre as partes. “Integração Canadá e Mato Grosso do Sul, com empresas canadenses conhecendo o Estado para eventuais investimentos e ainda ter a reciprocidade de empresários brasileiros que queiram conhecer o Canadá. Foi uma reunião muito interessante”, ressaltou.
A reunião também teve a presença do vice-governador Barbosinha e de integrantes da comitiva do embaixador do Canadá. Mato Grosso do Sul tem construído um cenário positivo e um ambiente propício para receber grandes investimentos privados, de grandes empresas nacionais e internacionais.
Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS Fotos: Bruno Rezende
Momento que a pastora Thaisa Cristina Medina recebia a homenagem das mãos da vereadora Janete Córdoba. (Fotos: Paulo Carvalho-Assessoria)
Vilson Nascimento
A pastora Thaisa Cristina Medina, da Comunidade Evangélica Família no Altar, foi a homenageada pela vereadora Janete Córdoba (PSDB) durante a sessão solene em alusão ao Dia Internacional da Mulher, realizada na noite dessa segunda-feira, dia 25 de março, no Plenário Lourino de Jesus Albuquerque, na Câmara Municipal, em Amambai.
Atual vice-presidente do Ministério da Comunidade Evangélica Família no Altar em Amambai, a pastora Thaisa Medina se formou Terapeuta à luz da Bíblia, Sexóloga clínica, Terapeuta de casais, Aroma terapeuta, possui também formação básica de teologia e está em fase de término da formação em psicanálise.
Veja abaixo o currículo de Thaisa Medina
A pastora Thaisa Cristina Medina, nasceu na cidade de Dourados MS.
Filha da Sra. Fátima Luzia Medina.
É casada com Pastor Jeferson Rodrigo André a 14 anos.
Tem dois filhos, Patrícia Medina André de 11 anos e Daniel Medina André de 10 anos.
Quando casou mudou-se para Caarapó aonde residiu por nove anos e ainda hoje tem sua casa própria naquele município, lá trabalhava como comerciante e tinha uma loja.
No ano de 2018 se permitiram viver a obra de Deus e vieram embora para Amambai. Exatamente no mês de dezembro de 2018.
Quando chegaram em Amambai, Pastora Thaisa começou a fazer doces, pudins e bolos para ajudar na renda da casa e ainda conciliava o tempo para ajudar o pastor na obra.
Até que percebeu a necessidade de voltar a estudar para servir a igreja.
Se formou Terapeuta à luz da Bíblia,
Sexóloga clínica
Terapeuta de casais,
Aroma terapeuta, possui formação básica de teologia e está em fase de término da formação em psicanálise.
É vice-presidente do Ministério, Comunidade Evangélica Família no Altar e também
O Governo de Mato Grosso do Sul aderiu ao contrato corporativo como forma de gerar economia aos cofres públicos. Na prática, trata-se de uma modalidade onde as compras e serviços contínuos podem ser adquiridos em maior proporção, ou seja, de forma conjunta entre secretarias, autarquias e fundações, trazendo economicidade e ganho de escala à administração.
Segundo o procurador Henri Ramalho, o novo decreto foi publicado para que o Estado possa se adequar às disposições da lei 14.133/2021, que versa sobre as licitações, contratos e compras públicas.
O contrato corporativo, conforme o decreto Nº 16.407 publicado no Diário Oficial do Estado, será gerenciado pela SAD (Secretaria de Estado de Administração) e poderá ser aplicado na aquisição de serviços relativos à limpeza, asseio e conservação e vigilância.
Manutenção de bens móveis e imóveis (com ou sem fornecimento de bens permanentes ou de materiais de consumo), compra de combustível, filtros, lubrificantes e reagentes, fretes e transportes de encomendas e de passagens aéreas e terrestres, entre outras atividades, também estão na lista.
“A PGE (Procuradoria-Geral do Estado) participou ativamente da edição deste ato normativo para dar segurança jurídica ao processo e garantir que ele seja passível de aplicação na prática”, explicou a procuradora Priscilla Gomes.
O titular da SAD poderá definir, por meio de resolução, outros serviços e fornecimentos contínuos que podem ser contratados sob a forma corporativa. Também poderá ser adotado modelo distinto, desde que demonstrada a impossibilidade de utilização da modalidade de compra coletiva na fase preparatória.
De acordo com o procurador André Lopes, que também participou da construção do texto do decreto, a medida pode trazer economia significativa aos cofres públicos.
“O serviço será contratado de maneira uniforme e prestado de forma equânime, beneficiando diretamente a população. Isso sem contar com a economia de recursos, que podem ser revertidos em outras áreas do Estado, também em favor do cidadão”, afirma Lopes.
Capacitação
Além de ter participado da elaboração do texto que estabelece os contratos corporativos, a procuradora Vanessa de Mesquita e Sá está realizando reuniões para disseminar informações e tirar dúvidas do corpo técnico do Estado. Outro procurador envolvido no processo de edição do normativo é Rafael Sanson, chefe da Coordenadoria da PGE.
A nova lei de licitações e contratos, promulgada em abril de 2021, substitui a Lei 8.666/93, a Lei do Pregão (Lei 10.520/02) e o regime diferenciado de contratações – RDC (Lei 12.462/11). Esta reformulação representa um marco na legislação brasileira, visando modernizar e tornar mais eficientes os processos de licitação e contratação no setor público.
Fernanda Fortuna, Comunicação PGE Foto: Guido Breÿ Jr.
“A violência contra uma mulher, é uma violência contra todas as mulheres. Quando essa violência é direcionada a uma mulher eleita para representar legitimamente o povo, é um atentado contra a própria Democracia”, pontuou o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB) nesta terça-feira (26).
A declaração foi feita durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), que repercutiu os recentes episódios de violência política sofridos pela prefeita de Naviraí, Rhaiza Matos, e pela vereadora de Cassilândia, Sumara Leal, que ocuparam a tribuna do Parlamento Estadual para denunciar os casos.
“Como deputado estadual, manifesto meu firme apoio à luta contra a violência contras as mulheres e me comprometo a trabalhar incansavelmente para combater esse flagelo social e em garantir um ambiente seguro e igualitário para todas as mulheres de Mato Grosso do Sul”, disse o 1º secretário da ALEMS, prestando sua solidariedade à Rhaiza e Sumara. “Não se deixem abater, nós estamos com vocês. Contem com essa Casa de Leis e parabéns pela força e pela coragem”, prosseguiu.
Em seu pronunciamento, a prefeita de Naviraí lamentou o fato de que a misoginia e o preconceito ainda persistam no cenário político, majoritariamente dominado por homens. No entanto, ela ressaltou que essas atitudes não devem ser toleradas, e não devem alimentar uma cultura de marginalização das mulheres que têm a coragem de ocupar espaços de poder.
“É inadmissível termos que lutar por igualdade, a misoginia não é um ataque as mulheres, e sim aos princípios democráticos, que sustentam a nação. A violência também existe na difusão de estereótipos, divulgação de mentiras, violência psicológica. Minha presença aqui hoje não é apenas para denunciar: devemos criar políticas que assegurem a igualdade de gênero das mulheres na política”, ponderou Rhaiza Matos.
A prefeita de Naviraí, Rhaiza Matos.
Sumara Leal reiterou que aceitou o convite, feito pelo deputado estadual Paulo Corrêa, para ocupara tribuna da Assembleia Legislativa para ter a oportunidade de falar não apenas por si, enquanto cidadã e vereadora, mas por todas as mulheres, que representam 52,44% do eleitorado sul-mato-grossense, em especial àquelas que já sofreram algum tipo de violência e foram silenciadas.
“Só quem já sofreu isso na pele, como eu sofri, sabe como a violência de gênero nos humilha, nos despedaça, nos corrói e nos imobiliza”, conta. “Decidi transformar essa dor em força para continuar representando o povo com coragem, respeito e dignidade, e desse propósito não vou me distanciar”, acrescenta.
Ela também deixou um recado às mulheres que já passaram por algum tipo de violência. “Vocês não estão sozinhas. Eu estou e permanecerei aqui ao lado de vocês, lutando por seus direitos, para mostrar que vocês podem ser o que quiserem e que são capazes de conquistar o mundo.
“E aos que insistem em tentar nos silenciar, nós, mulheres, estamos aqui, nós existimos e não nos calaremos”, finalizou.