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sábado, 4 de julho de 2026
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Com R$ 3,2 bilhões, MS teve aumento de 227% nos investimentos públicos nos últimos três anos

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Com foco em fazer mais e melhores entregas à população, Mato Grosso do Sul teve um aumento de 227% dos investimentos públicos estaduais nos últimos três anos, passando de R$ 996 milhões em 2020 para a marca de R$ 3,2 bilhões no ano passado. Isso coloca o Estado bem acima da média nacional, quando avalia o investimento per capita (por habitante). As informações constam nos Dados do Tesouro Transparente e nos RREOs (Relatório Resumido da Execução Orçamentária) dos estados publicados em 2024.

Com R$ 3,2 bilhões, MS teve aumento de 227% nos investimentos públicos nos últimos três anos
Daiene Ribeiro foi contemplada pelo Lote Urbanizado

São esses recursos que têm a capacidade de melhorar a vida do cidadão. Foi o que ocorreu com Daiene Ribeiro, moradora de Brasilândia. Ela foi das beneficiada com o programa “Lote Urbanizado”. Daiene ganhou o terreno e base da residência, para construir a sua casa própria.

“Essa ação do Governo do Estado me ajudou muito, pois se trata da realização de um sonho, que é ter a minha casa própria. Vim de Cornélio Procópio no Paraná e já moro há 19 anos no Estado. Estava pagando aluguel e agora a minha vida vai mudar. A minha casa já está fase final da construção”, contou.

Com R$ 3,2 bilhões, MS teve aumento de 227% nos investimentos públicos nos últimos três anos
Com apoio do Governo, Daiene está construindo sua moradia

Ela vai morar na residência com seu marido e filha de 11 anos. “Me contaram (sic) sobre o programa (Lote Urbanizado), fiz o cadastro e logo fui contemplada. Ano passado ganhei o lote e já comecei a construir. Esse apoio do Estado foi muito importante para minha família”.

Esse cenário positivo foi construído pelo Governo do Estado com uma série de ações na gestão pública, entre elas a realização de reformas estruturantes (previdência e administrativa), mudanças tributárias, contenção de gastos e fomento ao bom ambiente de negócios, que permitiu a diversificação das cadeias produtivas e atração de R$ 76 bilhões de investimentos privados nos últimos 10 anos, sendo R$ 17 bilhões apenas no ano passado.

Com R$ 3,2 bilhões, MS teve aumento de 227% nos investimentos públicos nos últimos três anos
Obra na Estrada do 21 é um dos grandes investimentos do Estado (Foto: Saul Schramm)

Acima da média

Outro destaque nacional são os investimentos públicos per capita do Estado. Nesse contexto se avalia quanto o Governo investe por habitante. Em 2023, isso representou R$ 1.183,86 para cada cidadão sul-mato-grossense, o que também demonstra um crescimento de 227% em relação a 2020, quando o valor era de R$ 361,43 (por pessoa).

“O Estado fez o dever de casa, promoveu reformas, construiu bom ambiente de negócios, atraiu investimentos privados bilionários e assim gerou a capacidade de fazer investimento público, sendo um dos estados que mais investe por habitante no Brasil. Isto significa que o orçamento público não está sendo consumido só para custeio, mas para melhorar a vida das pessoas”, afirmou o governador Eduardo Riedel.

 “Isto permite ao Estado gerar competitividade para os negócios, garantir infraestrutura de qualidade, em obras em rodovias, casas, escolas, hospitais, delegacias, habitação, dando o suporte necessário para o crescimento do Estado. Estamos investindo de 15% a 17% da nossa receita corrente líquida, bem acima da média nacional que fica em 2% a 3%”, completou.

Com R$ 3,2 bilhões, MS teve aumento de 227% nos investimentos públicos nos últimos três anos
Pavimentação da MS-338 vai encurtar caminhos em região da celulose (Foto: Bruno Rezende)

Grandes obras

Com condições de realizar investimentos públicos, o Governo do Estado está promovendo grandes obras em diferentes setores. Na infraestrutura e logística os destaques são pavimentações que vão ligar regiões, impulsionar a economia regional e encurtar caminhos para escoamento da produção, turismo e desenvolvimento.

Com R$ 3,2 bilhões, MS teve aumento de 227% nos investimentos públicos nos últimos três anos
Obra na MS-357 em Ribas do Rio Pardo (Foto: Álvaro Rezende)

Entre elas está a nova ligação entre Ribas do Rio Pardo e Camapuã, com asfalto das rodovias MS-357 e MS-338, que juntas somam mais de R$ 300 milhões. Esta região é o novo polo mundial de celulose, com a construção da fábrica da Suzano em Mato Grosso do Sul.

Para fomentar o turismo regional, também está na fase final a pavimentação de 100 quilômetros da MS-345, conhecida como “Estrada do 21”, que vai encurtar em até 40 quilômetros o caminho de Campo Grande a Bonito, seguindo pela cidade de Anastácio. Lá são quatro frentes de trabalho, com novas pontes, drenagem e até túneis para passagem de animais.

Em prol do desenvolvimento econômico, o Governo promove a integração da Rota Sul-Fronteira, que passa por várias rodovias estaduais (MS-165, MS-384, MS-164), e vai ligar Antônio João a Mundo Novo margeando o Paraguai e passando pelos municípios de Ponta Porã, Aral Moreira, Coronel Sapucaia, Paranhos, Sete Quedas, Japorã e Mundo Novo. Toda a ligação possui cerca de 400 quilômetros.

Com R$ 3,2 bilhões, MS teve aumento de 227% nos investimentos públicos nos últimos três anos
Programa Bônus Moradia vai facilitar acesso a casa própria (Foto: Divulgação)

Habitação e social

Outro foco é o investimento bilionário em obras de infraestrutura urbana nas 79 cidades do Estado, tendo como objetivo asfaltar as vias públicas dos municípios e assim garantir mais qualidade de vida à população, que vai se livrar da poeira e do barro nos dias de chuva. As novas obras foram acordadas com os prefeitos e vereadores.

Na área de habitação o Estado segue com programas importantes, entre eles o “Bônus Moradia”, que ajuda o cidadão a financiar a casa própria, pagando a entrada do imóvel, em subsídios de até R$ 25 mil. A iniciativa vai atender até 2,2 mil famílias. Este sempre foi um dos entraves (valor da entrada) no acesso a moradia junto à iniciativa privada.

Também continuam os projetos do “Lote Urbanizado”, onde o Estado cede o terreno e entrega a base da casa para o futuro morador construir. Ainda tem a retomada do programa “Minha Casa, Minha Vida”, em parceria com a União, onde Mato Grosso do Sul foi o primeiro estado contemplado no retorno do programa.

Com R$ 3,2 bilhões, MS teve aumento de 227% nos investimentos públicos nos últimos três anos
Governo promove reformas nas escolas estaduais (Foto: Bruno Rezende)

E não são só investimentos em obras. Na área social dois programas são protagonistas, entre eles o “Mais Social”, onde o Estado repassa R$ 450,00 por mês a famílias em vulnerabilidade, por meio de um cartão social. E o “Energia Social – Conta de Luz Zero”, que o Governo paga a conta de energia das famílias de consumo mensal até 220 kWh.

Os investimentos públicos também seguem firmes em áreas essenciais, como na educação com reformas de escolas e expansão da educação integral, regionalização da saúde pública, com melhores estruturas para atender a população, assim como políticas públicas para segurança, saneamento, esporte, cultura e lazer.

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Foto da Capa: Álvaro Rezende (obra na MS-357)

Oportunidade: abril começa com 3,5 mil vagas de emprego em todo o Mato Grosso do Sul

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Ao todo 3.581 vagas de emprego estão à espera de interessados na Funtrab (Fundação de Trabalho de Mato Grosso do Sul). A maioria das oportunidades é para Campo Grande onde existem 1.345 ofertas nas mais variadas áreas neste começo de mês.

Chama atenção a quantidade de vagas oferecidas a ajudante de carga e descarga de mercadoria (61), atendente de balcão (45), de lanchonete (87), auxiliar de cozinha (43), de limpeza (56), linha de produção (47), operador de caixa (67), pedreiro (70) e servente de obras (45).

Para pessoas com deficiência são 59 vagas exclusivas, entre elas de assistente administrativo, atendente de loja, técnico em manutenção de equipamentos de informática.

As cidades do interior com maior oferta de vagas são: Chapadão do Sul (252), Dourados (204), Cassilândia (187), Batayporã (151), Sidrolândia (128), Costa Rica (124), Três Lagoas (111) e Bataguassu (105). Entre os profissionais mais procurados estão: alimentador de linha de produção, motorista de caminhão, auxiliar técnico florestal e auxiliar nos serviços de alimentação.

A lista completa de vagas pode ser conferida aqui, onde também consta o endereço de todas as unidades da Casa do Trabalhador das respectivas cidades. Os interessados devem comparecer nestes locais com carteira de trabalho, RG e CPF.

Danielly Escher, Comunicação Governo de MS
Foto: Bruno Rezende

Indígena de 19 anos morre após ser atropelado na MS-156 em Amambai

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Fachada da Unidade Regional de Perícia e Identificação de Amambai, que atuou no caso. (Foto: Vilson Nascimento)

Vilson Nascimento

Um jovem indígena de apenas 19 anos de idade morreu após ser atropelado por um veículo, fato ocorrido na Rodovia MS-156, trecho que liga as acidades de Amambai a Tacuru, na altura da Aldeia Limão Verde, distante cerca de três quilômetros da cidade, em Amambai.

Segundo o Corpo de Bombeiros de Amambai, que atuou na ocorrência, Derve da Silva Lopes sofreu traumatismo craneano grave e veio a óbito no local do acidente.

Equipes da Polícia Civil e da Unidade Regional de Perícia e Identificação de Amambai estiveram no local realizando os levantamentos para apurar as circunstâncias do acidente.

De acordo com a Polícia Civil o veículo envolvido no atropelamento, identificado por testemunha apenas como sendo um carro de cor branca, porém sem maiores detalhes, fugiu do local.

Indígena de 19 anos morre após ser atropelado na MS-156 em Amambai
A vítima fatal, Derve da Silva Lopes, de 19 anos. (Foto: Divulgação)

Comissão faz esforço concentrado no Senado para votar Código Civil

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A comissão de juristas responsável pela revisão e atualização do Código Civil promove no Senado, na próxima semana, entre 1º e 5 de abril, esforço concentrado para votar o relatório final com propostas de alteração em mais de mil artigos e sobre temas de difícil consenso, como direito da família, dos animais e de propriedade. Comissão faz esforço concentrado no Senado para votar Código CivilComissão faz esforço concentrado no Senado para votar Código Civil

Um dos pontos que levanta polêmica no campo conservador, por exemplo, diz respeito ao direito do nascituro – o feto em gestação. O texto de um dos relatórios apresentados em fevereiro, com um anteprojeto de proposta final, diz que os direitos antes do nascimento são protegidos “para efeitos deste Código Civil”. 

A expressão, que aparenta limitar o alcance dos direitos do nascituro, foi usada para alimentar notícias falsas, sobretudo em círculos católicos e de direita, de que a comissão de juristas estaria tentando facilitar o aborto, aponta o professor e jurista Flávio Tartuce, um dos relatores da reforma do Código Civil. 

“Não tratamos de aborto no projeto”, enfatizou Tartuce à Agência Brasil. Ele nega motivações ideológicas na comissão de juristas e assegura que o trabalho é técnico. O professor destaca que ainda não há relatório final aprovado e que muitas emendas e destaques já foram feitos ao anteprojeto apresentado em fevereiro.  

Ele acrescenta que “o Código Civil sempre motiva debates, você lida ali com a vida do cidadão desde antes do nascimento até depois da morte, é normal haver discordâncias. Mas há também as polêmicas promocionais, de pessoas que querem se promover, e entre essas a grande maioria não leu nada”. 

Organizações como a União de Juristas Católicos chegaram a publicar manifestações contrárias a toda iniciativa de revisão do Código Civil. “A proposta não é uma mera ‘atualização’ – que pressuporia apenas ajustes pontuais em um código relativamente novo, com pouco mais de 20 anos de vigência – , mas a refundação da própria visão de sociedade, de pessoa e de família que normatiza a nossa nação”, disse a entidade, em nota. 

Em resposta, Tartuce nega que proponha um “Novo Código Civil”, tratando-se de uma “atualização”. Ele afirma que a comissão de juristas “está muito longe de querer criar polêmicas ou trazer uma revolução de costumes. Nossa prioridade é destravar a vida das pessoas, ajudar a resolver os problemas”. 

O primeiro Código Civil brasileiro, com essa denominação, data de 1916. Ele foi substituído pelo código atual, que entrou em vigor em 2002, após quatro décadas de discussões. Alguns críticos pontuam que o código atual tem somente 22 anos, motivo pelo qual seria cedo para promover uma revisão. 

A esse argumento, Tartuce lembra que a velocidade das mudanças na sociedade cresce de modo exponencial, com transformações especialmente intensas ao longo das últimas décadas. Quando o Código Civil atual foi aprovado, por exemplo, sequer havia smartphones no país. “O código atual é analógico, é preciso trazê-lo para o mundo digital”, acentua o professor.  

A criação de uma Comissão de Juristas para revisar o Código Civil partiu do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Após ser questionado por senadores conservadores, ele defendeu a iniciativa no plenário da Casa, afirmando que o objetivo não é elaborar um “novo Código Civil”, mas preencher lacunas no código atual. “É um trabalho totalmente independente. A decisão final é do Parlamento”, disse. 

A Comissão de Juristas é presidida pelo ministro Luis Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e composta por 36 juristas especializados no assunto. Os relatores são o professor Flávio Tartuce, e a desembargadora Rosa Maria de Andrade Nery. O grupo recebeu 180 dias de prazo para apresentar a Pacheco um projeto de lei com as novas propostas para o Código Civil. Esse prazo vence em 12 de abril. 

Com mais de 2 mil artigos, o Código Civil regula todos os direitos relativos à personalidade do indivíduo e às relações em sociedade, incluindo temas como casamentos, contratos, heranças e direitos das empresas, entre muitos outros. Em artigo célebre, o jurista Miguel Reale descreveu a lei como “a Constituição do homem comum”.  

Mudanças

– Logo no artigo 1º, um dos relatórios parciais já apresentados propõe um novo parágrafo para inserir no Código Civil os direitos e deveres previstos em tratados internacionais aderidos pelo Brasil, a chamada “personalidade jurídica internacional”.

– No artigo 2º, o texto da relatoria-geral propõe inserir a previsão de que a personalidade civil “termina com a morte encefálica”, o que é visto como uma tentativa de facilitar a doação de órgãos, por exemplo. 

– Outra proposta prevê que os animais passem a ser considerados “objetos de direitos” de natureza especial, na condição de “seres vivos dotados de sensibilidade e passíveis de proteção jurídica”. O ponto traz para o Código Civil interpretações que já tem sido feitas no dia a dia do Judiciário, que precisa lidar, por exemplo, com a tutela de bichos de estimação no caso de separação de casais. 

– No livro de direito de família foi proposta a mudança de nome para “das famílias”, no plural. Foi proposta também a criação de uma nova figura jurídica, chamada de “convivente”, além do “cônjuge”, para descrever as uniões estáveis. 

– Relatório parcial prevê a exclusão do cônjuge ou convivente como herdeiro necessário. Isso significa que o companheiro ou companheira pode ser excluído da herança, sendo obrigatório somente descendentes e ascendentes entre os herdeiros. Segundo justificativas de membros da comissão, a intenção é atualizar o Código Civil em relação aos relacionamentos muito mais fluidos na atualidade. 

– Uma das propostas é a inserção de um livro novo no Código Civil, para tratar de direito digital. Alguns dos artigos, por exemplo, preveem a validade das locações por meio de aplicativo, como de carros, quartos ou casas. Outro ponto é a regulação das assinaturas eletrônicas. 

– O Código Civil atual prevê que todos que possuem alguma propriedade têm o direito de manter a posse sobre ela em caso de turbação ou esbulho, e de ter essa posse protegida. Uma das propostas apresentadas prevê que esses direitos poderão ser exercidos também coletivamente, “em caso de imóvel de extensa área que for possuído por considerável número de pessoas”. 

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Farmácia São Marcos    Fone: 3481-1433

Ao lado do Supermercado Manso

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Plantão: Drogaria Bem Popular Brasil    Fone:  99166-4242

Próximo ao antigo Hospital Santa Joana

“Thundercats” terá filme, e diretor promete ser fiel à animação de 1980

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Lion, personagem da animação original de "Thundercats" Thundercats(1985)/Reprodução

A animação dos anos 1980 “Thundercats” terá uma nova versão no cinema, e o diretor do filme, Adam Wingard (“Godzilla vs. Kong”), afirmou que tentará fazer a produção ser o mais fiel possível ao conteúdo original, dos anos 1980.

“Minha versão será 100% a versão dos anos1980. Já vi a nova versão do anime, mas, para ser sincero, a dos anos 1980 é o que Thundercats é para mim, e é isso que eu estaria criando”, afirmou.

A produção não será um live action, mas uma mistura de atores reais com animação. Segundo Wingard, a decisão de fazer isso foi para o filme não ficar parecendo com o musical “Cats”.

A declaração foi dada em entrevista exclusiva dada ao site Screen Rant, publicada nesta sexta-feira (29).

“Eu estava no ensino médio, gostava tanto de Thundercats que escrevi um roteiro de 270 páginas, como se fosse um roteiro escrito à mão. Era meu maior sonho enquanto crescia, fazer um filme do Thundercats, e então, aqui estou eu”, comentou Wingard.

O filme está sendo produzido pela Warner Bros. e terá roteiro de Wingard e Simon Barrett. Ainda não há data de estreia confirmada para o longa-metragem.

Selic a 9% “não pode ser piso” para o BC, diz Tebet à CNN

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Tebet avalia que é possível abaixar ainda mais os juros Reprodução/CNN

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, disse à CNN que o Banco Central não pode encarar uma taxa de juros em torno de 9% ao ano como limite para o atual ciclo de afrouxamento monetário.

“Não pode ser o piso”, afirmou Tebet, taxativamente, ao ser questionada se vê a Selic em 9% como o mínimo a que o BC conseguiria chegar em 2024.

Veja a íntegra do CNN Entrevistas às 18h30 deste sábado (30).

Agora, em março, o BC cortou a taxa básica de juros pela sexta vez seguida em 0,5 ponto percentual. Ela caiu de 13,75% em agosto do ano passado para 10,75% hoje.

Na última reunião, porém, o Comitê de Política Monetária (Copom) indicou mais claramente apenas mais um corte de 0,5 ponto e sinalizou um ritmo de queda menor.

O mercado passou a trabalhar amplamente com novas diminuições de 0,25 ponto percentual a partir de junho e um piso em torno de 9% para a Selic em 2024, mas Tebet avalia que dá para baixar mais.

“À medida que a inflação está menor do que estava no passado, é óbvio que dá, sob pena de continuarmos tendo os maiores juros reais do mundo”, afirmou.

Segundo ela, o governo tem dado mostras reiteradas de compromisso com a sustentabilidade das contas públicas e com a segurança jurídica, o que daria lastro às futuras decisões do BC.

“Não pode ser o piso. O que mudou? Só pode ser o piso se, a partir do segundo semestre, dermos [a equipe econômica] outros sinais que nós não estamos dando. O BC não está analisando só os preços de alimentos e a inflação. O BC está de olho também na política fiscal do governo”, acrescentou Tebet, reiterando que é a favor da independência da autoridade monetária.

Meta fiscal

A ministra se disse otimista, “até mais otimista do que estava no passado”, sobre o cumprimento da meta de déficit fiscal zero em 2024.

“Tudo o mais constante, eu tendo as rédeas nas mãos — o meu papel é ser chata, aquele grilo falante do Pinóquio, não dá para abrir a torneira, inventar novas despesas públicas, é preciso revisar gasto — não temos preocupação [em revisar a meta] pelo menos até o meio do ano”.

Quanto à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), cujo projeto o governo precisa encaminhar ao Congresso Nacional até 15 de abril, Tebet evitou cravar a meta de 0,5% de superavit para 2025.

“Vamos apresentar algumas propostas para a equipe econômica, analisar juntos se conseguimos colocar na LDO 0,5% de superavit, a depender de uma série de situações”, afirmou.

Na divulgação do novo arcabouço fiscal, o governo se comprometeu com um ajuste gradual das contas públicas: déficit de 0,5% em 2023, zero em 2024, superavit de 0,5% em 2025 e de 1% em 2026.

Magnésio aumenta produtividade do arroz

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Cientistas chineses investigaram o impacto da aplicação de fertilizantes de Magnésio no solo e na folhagem no rendimento e na qualidade do arroz na província de Liaoning. O Magnésio é crucial para o crescimento das plantas, desempenhando funções vitais na síntese de clorofila e na atividade enzimática. A falta desse nutriente pode resultar em clorose foliar e redução do rendimento das culturas.

Com o aumento do uso de fertilizantes nitrogenados, fosfatados e potássicos, as plantações absorvem mais magnésio do solo, enquanto a diminuição dos fertilizantes orgânicos agrava a deficiência desse elemento. Essa escassez é mais prevalente em solos degradados e ácidos, com sistemas agrícolas intensivos. Na China, estudos indicam que 45,3% dos solos sofrem de deficiência severa de magnésio.

Essa carência é um problema global, afetando o crescimento do arroz, que requer um teor mínimo de magnésio no solo. Experimentos em Kaiyuan e Xinming demonstraram que a aplicação de 3 kg/ha e 6 kg/ha de magnésio no solo e na folhagem aumentou significativamente o rendimento do arroz, entre 17,8% e 21,6%.

Essas descobertas destacam a importância de abordagens de fertilização adequadas para melhorar a produção agrícola, especialmente em regiões onde a deficiência de magnésio é prevalente. Essa pesquisa oferece insights valiosos para otimizar a fertilização e garantir a segurança alimentar, especialmente em áreas onde o arroz desempenha um papel vital na dieta local.

O estudo foi feito por uma equipe de cientistas do Centro Nacional de Pesquisa em Engenharia para a Utilização Eficiente de Recursos do Solo e Fertilizantes da Faculdade de Terras e Meio Ambiente da Universidade Agrícola de Shenyang, em um artigo publicado na revista Agronomy 2024.

PEC das Drogas deve começar a ser votada pelo Senado na volta do feriadão

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Senado ainda tem duas sessões de discussão da PEC Marcos Oliveira/Agência Senado

O Senado planeja começar a votação da PEC (proposta de emenda à Constituição) das Drogas na volta do feriadão da Semana Santa. O primeiro turno só pode ocorrer depois da conclusão dos debates sobre o tema. Ainda faltam duas das cinco sessões de discussão. “Acredito que, após a Semana Santa, nós já tenhamos condição de apreciar, em primeiro turno, a proposta”, disse o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)

Depois disso, serão mais três sessões de discussão antes da votação em segundo turno. Para ser aprovada, a PEC precisa do apoio de pelo menos dois terços dos senadores em ambas as votações, o que equivale a 54 votos. Se passar, o texto será enviado à Câmara dos Deputados.

A PEC adiciona ao artigo 5º da Constituição um trecho que afirma que “a lei considerará crime a posse e o porte, independentemente da quantidade, de entorpecentes e drogas afins sem autorização”. Na prática, a proposta mantém o entendimento do que já diz a Lei de Drogas.

Não há a especificação de quantidade de droga que distingue um usuário de um traficante, deixando nas mãos do Poder Judiciário a decisão, conforme as provas colhidas caso a caso. Essa indefinição por parte do Legislativo é um dos pontos criticados por senadores contrários ao atual texto da PEC.

O senador Fabiano Contarato (PT-ES) sustenta que o critério que vai definir quem é traficante ou usuário continua sendo subjetivo. “No caso daquele jovem preto, naquele local, eu não tenho dúvida, o despacho fundamentado de natureza subjetiva vai ser que ele é traficante”, disse. 

Segundo o senador Efraim Filho (União-PB), relator da matéria, a maioria das pessoas acredita que os entorpecentes ilegais devem continuar a ser criminalizados. Ele argumenta que a descriminalização das drogas pode levar a um aumento no consumo.

“Até mesmo quem defende a liberação sabe que liberar as drogas leva a um aumento do consumo, e o aumento do consumo leva à explosão da dependência química. Só uma família que tem um dependente no seu seio familiar sabe o quão nocivo e desestruturante é conviver com essa realidade”, argumentou.

“Todos temos testemunha dos casos de aumento da violência doméstica, casos de furto e de crime na própria família para que se possa financiar a compra da droga. Então, a família brasileira não quer e não está preparada para essa liberação e descriminalização das drogas”, afirmou o senador ao apresentar o relatório.

O texto já foi aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Casa, em um momento em que o Congresso Nacional busca responder ao julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) que tende a descriminalizar o porte de maconha para uso pessoal.

STF discute sobre gramas de maconha

No STF, um pedido de vista no último dia 6 fez com que o julgamento fosse suspenso. Até agora, cinco votos consideram inconstitucional criminalizar o porte de maconha para uso pessoal.

Os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Rosa Weber (aposentada) e Luís Roberto Barroso concordam que ter até 60 gramas de maconha ou seis plantas fêmeas é considerado consumo pessoal e não pode ser tipificado como crime. O ministro Edson Fachin também considera inconstitucional, mas não especifica uma quantidade por achar que é responsabilidade do Legislativo determinar esses limites.

Os outros três votos apoiam a regra atual da Lei de Drogas. Os ministros Cristiano Zanin e Nunes Marques estabelecem 25 gramas ou seis plantas fêmeas como quantidade para caracterizar o uso. André Mendonça define a quantidade em 10 gramas.

Faltam os votos de Dias Toffoli, Luiz Fux e Cármen Lúcia.

“Único no mundo”, avião de R$ 130 milhões traz centenas de trabalhadores a MS

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Foto: Divulgação

Eram cerca de 15 horas de quinta-feira, 21 de março, quando um avião com inscrições atípicas pousou no aeroporto de Campo Grande. A princípio, parecia ser uma aeronave para transporte de cargas. Porém, minutos depois do pouso, dezenas de pessoas começaram a desembarcar. 

Rapidamente o grupo, composto unicamente por homens, muitos deles usando uniformes, saiu pelo portão de desembarque do aeroporto, embarcou em dois ônibus e foi embora. Meia hora depois, dois homens e duas mulheres, com roupas semelhantes às usadas pelos homens que já haviam deixado o local, também aparecem no saguão. 

Era a tripulação do voo que acabara de chegar de Aracaju (SE) trazendo 65 trabalhadores que estavam a caminho das obras da fábrica de celulose da Suzano, que está em fase final de construção em Ribas do Rio Pardo. 

E aquele não foi um pouso isolado do avião turbo-hélice modelo ATR 72-600, com capacidade para até 72 passageiros, no aeroporto de Campo Grande. Pertencente à empresa Imetame, de Aracruz, no Espírito Santo, ele faz pelo menos um voo por semana trazendo e levando trabalhadores, geralmente saindo e retornando ao Espírito Santo. 

Porém, em determinados períodos faz voos diários, uma vez que a empresa capixaba de metalurgia  proprietária da aeronave avaliada em cerca de R$ 130 milhões, tem nada menos que 1.800 operários trabalhando na fábrica de celulose de Ribas do Rio Pardo. 

Segundo a assessoria de comunicação da Imetame, “o ATR 72-600 é o primeiro e único exemplar do modelo no mundo sendo usado como aeronave corporativa, empregado exclusivamente no transporte de colaboradores de uma empresa”. A Azul Linhas Aéreas, por exemplo, tem em torno de 30 aeronaves do mesmo modelo para voos regionais, principalmente entre as principais cidades nordestinas.

E esta não é a primeira aeronave da empresa usada exclusivamente para o transporte de trabalhadores. “A Imetame já tem experiência no transporte corporativo aéreo dos colaboradores desde 2012 e em 2019 substituímos nossa aeronave ATR-72-200 por uma mais moderna, ATR-72-600. O avião, com capacidade para 72 passageiros, é utilizado para o transporte dos colaboradores da empresa para prestar serviços fora do Estado do Espírito Santo, proporcionando mais conforto, segurança e bem-estar”, explica nota da empresa enviada ao Correio do Estado. 
 
De acordo com a assessoria, o uso de avião próprio proporciona “mais conforto, segurança e maior tempo dos profissionais com suas famílias, já que o tempo gasto nas viagens reduz significativamente. Este meio de transporte da Imetame também é uma forma de realizar o sonho de muitas pessoas, que pela primeira vez terão a oportunidade de viajar de avião. É uma prática muito interessante de valorização das pessoas”, segue a nota da empresa. 

Além de transportar os trabalhadores, eventualmente alguns familiares são trazidos para passar alguns dias no canteiro de obras e conhecer a cidade onde os , conforme explicou a tripulação que trouxe os 65 nordestinos a Campo Grande na semana passada. 

Com residência em Aracruz, Geovani das Neves Ribeiro, encarregado de andaimes, que há quase quatro anos trabalha na empresa (saiu e voltou), diz que já perdeu a conta sobre a quantidade de vezes que viajou neste avião. “A gente sai daqui de Ribas no fim da manhã e cinco horas depois está em casa. É uma hora e 20 minutos até Campo Grande. Três horas depois a gente pousa na pista da Suzano em Aracruz e mais 40 minutos de ônibus estou na minha casa”, comenta ao explicar a logística da viagem.

Os operários permanecem 33 dias nos canteiros de obras e depois têm direito a cinco dias de folga com os familiares. “Além do pessoal do Espírito Santo, agora tem muita gente do Sergipe e do Marahão aqui em Ribas. Para estes, a viagem é um pouco mais demorada”, explica Geovani, que já havia trabalhado na fábrica da Suzano em Três Lagoas e também em um epreendimento no Paraná.

A previsão é de que a maior parte dos operários fique em Ribas durante mais três meses, já que a previsão é de que a fábrica entre em operação até o fim de junho. Mas, os trabalhadores já sabem que possivelmente voltarão para Mato Grosso do Sul alguns meses depois, para as obras da fábrica de celulose que está prevista para o município de Inocência. 

Fabricado em 2015,  ATR-72-600 tem autonomia para 1,5 mil quilômetros, exatamente a distância entre Campo Grande e Aracruz, permitindo que chegue sem escalas. Em voos para Aracaju ou São Luis do Maranhão, porém, geralmente reabastece em Brasília. 

Imetame

A Imetame Metalmecânica é a empresa “mãe” do Grupo Imetame. A empresa iniciou a sua história em 1980 e ao longo dos anos foi se desenvolvendo e expandindo seus negócios. Com Sede em Aracruz, atende clientes por todo o Brasil nas atividades de fabricação, montagem e manutenção de grandes plantas indústrias, atuando em diversos segmentos como Papel e Celulose, Siderurgia, Mineração e Petróleo e Gás.

Em Mato Grosso do Sul, a empresa já atuou na instalação das fábricas de celulose da Eldorado e da própria Suzano (Fíbria), em Três Lagoas.

Projeto Cerrado

Iniciado em novembro de 2021, o Projeto Cerrado, em Ribas do Rio Pardo, está recebendo investimento de R$ 22,2 bilhões e, atualmente no pico da obra, está gerando cerca de 10 mil empregos diretos.

Prevista para entrar em operação até junho de 2024, a nova fábrica vai produzir 2,55 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano, empregando 3 mil pessoas, entre colaboradores próprios e terceiros, nas áreas florestal e industrial. 

Enfrentando desafios climáticos e alimentares: O caminho para um futuro sustentável

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No mundo contemporâneo, a humanidade se depara com duas grandes inseguranças que ameaçam a estabilidade global - Foto: Canva

No mundo contemporâneo, a humanidade se depara com duas grandes inseguranças que ameaçam a estabilidade global: a insegurança climática e a insegurança alimentar. Essas questões, como ressaltado pelo engenheiro agrônomo João Pedro Cuthi, estão intrinsecamente ligadas à ação humana e bloqueiam medidas urgentes para mitigar seus impactos.

Cuthi enfatiza que a elevada emissão de gases de efeito estufa na atmosfera é uma das principais causas da crise climática atual. Em 2023, foram despejados 40 bilhões de toneladas desses gases, resultantes de atividades como a queima de petróleo e carvão, além de outras ações antropogênicas. Essa intensificação do efeito de estufa já elevou a temperatura média global em 1,45 graus Celsius, muito próximo do limite crítico de 1,5 graus. Centro-Oeste, região crucial para a produção de grãos.

Diante desse cenário, torna-se fundamental adotar medidas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e capturar o carbono já presente na atmosfera.Um aspecto importante nessa luta é a transição para fontes de energia renovável. Cuthi destaca o papel fundamental da energia eólica e solar, juntamente com a crescente adoção de veículos elétricos, na redução das emissões de carbono. No entanto, ele ressalta a importância de garantir que essa transição seja acompanhada por uma matriz energética limpa, evitando o uso de combustíveis fósseis como o carvão, cuja queima é altamente prejudicial ao meio ambiente.

No contexto brasileiro, Cuthi destaca a vantagem do país, com 83% de sua capacidade de geração de energia proveniente de fontes renováveis, como hidrelétricas, eólicas e fotovoltaicas. Esse modelo, aliado a práticas agrícolas sustentáveis, pode desempenhar um papel crucial no sequestro de carbono e na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.

Ainda de acordo com o engenheiro, uma abordagem promissora é a adoção de sistemas agrícolas integrados, como o plantio direto e a integração laboral-pecuária-floresta, que se mostrou eficazes na captura de carbono do solo. Ao aumentar em apenas 1% a matéria orgânica no solo, é possível sequestrar significativamente 10 toneladas de carbono por hectare, contribuindo para a redução das emissões de CO2. O Brasil está lançando programas de recuperação de áreas degradadas, restaurando 40 milhões de hectares de hectares pastagens degradadas.

Esta iniciativa não apenas melhora a saúde do solo e a segurança alimentar, mas também contribui para a mitigação das mudanças climáticas, para evitar a erosão do solo e promover o sequestro de carbono. tecnologias disponíveis e ações concretas, especialmente no meio rural. É essencial considerar o papel fundamental dos produtores rurais na mitigação das mudanças climáticas e de garantia que sejam devidamente reconhecidos e recompensados ??por seus esforços na promoção da sustentabilidade ambiental e alimentar. sociedade civil. Somente através de um compromisso conjunto e ação coordenada podemos enfrentar de forma eficaz os desafios climáticos e ambientais e construir um futuro mais resiliente e sustentável para as gerações futuras.

Tempo em Mato Grosso do Sul segue instável e com grandes variações nas regiões do Estado

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Foto: Vilson Nascimento

O final de semana em Mato Grosso do Sul reserva uma mistura de condições climáticas para sábado (30) e domingo (31), com variações de tempo em diferentes regiões do Estado, segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), orgão vinculado à Semadesc.

No sábado, as condições meteorológicas tendem a se manter estáveis em grande parte do território sul-mato-grossense. Nas regiões centro-norte, nordeste, leste e Bolsão, prevê-se continuidade das chuvas, com possibilidade de intensidade fraca a moderada.

Essas áreas já têm registrado precipitações nos dias anteriores, e a presença de uma fraca Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) contribui para a manutenção dessas instabilidades. Por outro lado, nas regiões sul, sudoeste e sudeste, espera-se um tempo mais firme, com aberturas de sol e pouca nebulosidade.

Apesar disso, não se descarta a ocorrência de pancadas de chuva isoladas, especialmente durante o período da tarde e noite, devido ao aquecimento diurno. As temperaturas devem variar conforme as diferentes regiões do Estado, mantendo-se dentro da média esperada.

  • Regiões sul, sudeste e leste: mínima de 18°C e máxima de 32°C
  • Regiões sudoeste e pantaneira: mínima de 23°C e máxima de 35°C
  • Regiões norte e Bolsão: mínima 21°C e máxima de 30°C
  • Campo Grande: mínimas de 20°C e máxima de 29°C

Domingo

Para o domingo, há uma mudança no panorama meteorológico, com previsão de instabilidades em praticamente todo o Estado. Espera-se a chegada de chuvas de intensidade fraca a moderada em diversas áreas, acompanhadas de possíveis tempestades, principalmente nas regiões sul, sudeste, sudoeste, central e pantaneira.

Essas instabilidades atmosféricas são resultado da aproximação e deslocamento de um cavado, aliadas ao transporte de umidade. Além disso, a atuação de uma área de baixa pressão atmosférica sobre o Paraguai contribui para a formação de nebulosidade e chuvas em Mato Grosso do Sul.

As temperaturas devem permanecer dentro da média para a época do ano, com variações conforme as diferentes regiões do Estado. Portanto, para quem planeja atividades ao ar livre ou deslocamentos durante o final de semana, é importante estar atento às atualizações meteorológicas locais e tomar precauções adequadas de acordo com as condições climáticas esperadas em cada região de Mato Grosso do Sul.

  • Regiões sul, sudeste e leste: mínima de 20°C e máxima de 33°C
  • Regiões sudoeste e pantaneira: mínima de 23°C e máxima de 33°C
  • Regiões norte e Bolsão: mínima e 21°C e máxima de 32°C
  • Campo Grande: mínima de 21°C e máxima de 30°C

Comunicação Governo de MS

CTG Sentinela de Amambai realiza jantar dançante neste sábado (30)

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Foto: Divulgação

Redação

Neste sábado, dia 30, às 19h, o CTG Sentinela de Amambai realiza o jantar dançante com a apresentação do Grupo Impacto Baileiro. Além de comida do tipo massa, com acompanhamentos, o evento promete uma noite com música ao vivo e muita dança.

O valor do ingresso é de R$ 20,00 para pessoas de 7 a 12 anos e R$ 35,00 para pessoas de 13 anos acima. Os organizadores pedem que os participantes levem pratos e talheres.

Para mais informações, entre em contato pelo telefone (67) 99979-1512.

Decisão que pode ampliar alcance do foro privilegiado é adiada

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, pediu vista e, com isso, interrompeu um julgamento no plenário virtual da Corte que pode mudar o atual entendimento sobre a aplicação do princípio foro por prerrogativa de função, o chamado foro privilegiado. Até o momento, o julgamento, que começou na madrugada desta sexta-feira (29), tem quatro votos favoráveis à ampliação do alcance do foro privilegiado.  Decisão que pode ampliar alcance do foro privilegiado é adiadaDecisão que pode ampliar alcance do foro privilegiado é adiada

O relator do caso, ministro Gilmar Mendes, definiu que a saída de um cargo público com foro privilegiado por renúncia, não reeleição, cassação, aposentadoria, entre outros, só afasta a prerrogativa se o delito tiver sido praticado antes da investidura no cargo ou não tenha relação com o exercício da função.

Já se o crime tiver relação com a atuação funcional, a prerrogativa deverá se manter mesmo com afastamento posterior do cargo. Este voto foi seguidio integralmente pelo ministro Cristiano Zanin, o segundo a votar, antes do pedido de vista.

“Se a própria Constituição Federal delimitou o juízo competente para processar e julgar determinados agentes em razão do cargo, é possível depreender que atos contingentes de aposentadoria, renúncia e exoneração, bem como a circunstância de não ser reeleito o agente público, não devem possibilitar a desnaturação do foro previamente traçado. Como já dito alhures, em atenção à garantia do juiz natural deve prevalecer a regra de competência prevista no texto constitucional no momento da eventual prática do fato criminoso”, escreveu Zanin em seu voto.

Após o pedido de vista, o ministro Alexandre de Moraes antecipou seu voto no plenário virtual, seguindo o mesmo entendimento do relator. “Acompanho o ministro Gilmar Mendes no sentido de estabelecer um critério focado na natureza do fato criminoso, e não em elementos que podem ser manobrados pelo acusado (permanência no cargo). E a proposta apresentada atende a essa finalidade”, escreveu. O ministro Flávio Dino também acompanhou o relator. 

Caso concreto

A ampliação do alcance do foro especial foi proposta pelo relator Gilmar Mendes em resposta a habeas corpus do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA). O parlamentar é suspeito de ter exigido, a servidores de seu gabinete, o depósito de 5% de seus salários em contas do partido, prática conhecida como “rachadinha”.

“Considerando que a própria denúncia indica que as condutas imputadas ao paciente foram praticadas durante o exercício do mandato e em razão das suas funções, concedo ordem de habeas corpus para reconhecer a competência desta Corte para processar e julgar a ação penal”, decidiu o ministro em seu voto.  

O crime começou a ser investigado ainda em 2013, quando Marinho era deputado federal. Ele, depois, foi eleito vice-governador do Pará e, em seguida, senador, cargo que ocupa atualmente. Ao longo desse período, o processo foi alternado de competência, conforme o cargo ocupado. O parlamentar defende que o caso permaneça no Supremo, uma vez que recuperou o foro privilegiado ao ter se elegido para o Congresso novamente.

“O entendimento atual reduz indevidamente o alcance da prerrogativa de foro, distorcendo seus fundamentos e frustrando o atendimento dos fins perseguidos pelo legislador. Mas não é só. Ele também é contraproducente, por causar flutuações de competência no decorrer das causas criminais e por trazer instabilidade para o sistema de Justiça”, observou Mendes em seu voto. Ele ainda argumentou sobre a necessidade de manter o foro, para fazer jus ao princípio constitucional.

“A subsistência do foro especial, após a cessação das funções, também se justifica pelo enfoque da preservação da capacidade de decisão do titular das funções públicas. Se o propósito da prerrogativa é garantir a tranquilidade necessária para que o agente possa agir com brio e destemor, e tomar decisões, por vezes, impopulares, não convém que, ao se desligar do cargo, as ações penais contra ele passem a tramitar no órgão singular da Justiça local, e não mais no colegiado que, segundo o legislador, reúne mais condições de resistir a pressões indevidas”, escreveu.

O caso estava sendo julgado em plenário virtual, em que os ministros votam sem deliberação presencial. Com o pedido de vista, o prazo para que Barroso devolva o processo com seu voto é de 90 dias.

A proposta contida no voto de Mendes altera os contornos da prerrogativa de foro que foram definidos pelo Supremo em 2018, quando os ministros restringiram o alcance do instituto para cobrir apenas os crimes cometidos durante o mandato e em razão dele. Na época, a restrição ocorreu por meio de uma questão de ordem levantada em ação penal pelo atual presidente do Supremo, ministro Luís Roberto Barroso.

Com isso, após o fim de um mandato, por exemplo, um processo penal que não tivesse relação com o exercício da função era automaticamente remetido a instâncias inferiores.

Motivação

A análise do Supremo sobre o tema coincide também com a prisão do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), apontado pela Polícia Federal (PF) como um dos mentores do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

Brazão foi preso no último domingo (25), por ordem de Moraes. A prisão foi referendada pelo plenário do Supremo no dia seguinte, por unanimidade. Entretanto, na época do crime, em 2018, Brazão era vereador do Rio de Janeiro. As motivações apontadas – a disputa fundiária em zonas controladas por milícias – também não têm relação com o mandato federal do parlamentar, exercido desde 2019 na Câmara dos Deputados.

Somente por Brazão ser deputado federal é que o caso Marielle chegou ao Supremo, onde aparenta ter ganhado tração.

O entendimento atual do STF já define que qualquer conduta de um parlamentar federal, mesmo se cometida antes do mandato, deve automaticamente tramitar na corte a partir da posse ou diplomação no cargo. Na mesma investigação do caso Marielle, o Supremo decidiu pela prisão de Domingos Brazão, irmão de Chiquinho, que é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), bem como do delegado Rivaldo Barbosa, da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Pela Constituição, o STF possui a competência para julgar casos envolvendo o presidente da República e vice, bem como ministros de Estado, parlamentares federais, embaixadores e membros de tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União (TCU).

Em 24 horas, Polícia Militar realiza três apreensões de drogas e recupera dois veículos

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Fotos: ASSECOM 3ª CIPM

Em 24 horas, policiais militares de Coronel Sapucaia realizaram 3 (três) apreensões de drogas, que totalizaram 1.017,5kg, e recuperaram 2 (dois) veículos com queixa de roubo/furto.

Na primeira apreensão, a Polícia Militar foi acionada para averiguar um veículo suspeito na aldeia indígena Taquaperi em Coronel Sapucaia, ao chegar no local a guarnição constatou que o veículo GM Classic tinha registro de roubo/furto. Em seguida, em buscas nas proximidades a cerca de 200 metros do veículo, localizaram ocultos na mata 11 (onze) fardos contendo diversos tabletes de substância esverdeada análoga à maconha que totalizaram 297,5 kg. Durante o recolhimento do entorpecente a guarnição visualizou 02 (dois) indivíduos a bordo de uma motocicleta estrangeira que, ao notarem a presença da polícia militar no local, tentaram se evadir, entretanto, foram alcançados e abordados, e em revista pessoal foram encontrados nos bolsos dos mesmos, chave e CRLV do veículo aprendido.

Em 24 horas, Polícia Militar realiza três apreensões de drogas e recupera dois veículos

Na segunda apreensão, a equipe de policiais militares de Coronel Sapucaia realizava policiamento ostensivo e preventivo na fronteira com o Paraguai no âmbito da Operação Divisas e Fronteiras, e ao realizar abordagem a um VW Gol a guarnição identificou no banco traseiro e na porta malas do veículo 239 (duzentos e trinta e nove) tabletes de substância análoga à maconha que pesados totalizaram 216kg.

Na terceira apreensão, ainda no âmbito da Operação Divisas e Fronteiras, a equipe de policiais militares de Coronel Sapucaia deu ordem de parada a um veículo Tracker Preto, que desobedeceu e empreendeu em fuga em direção à cidade de Tacuru, sendo acompanhado pela guarnição que prontamente recebeu o apoio dos policiais militares de Tacuru, até que ao persistir na fuga pelo perímetro urbano da cidade de Tacuru, o condutor acabou colidindo o veículo na traseira de um caminhão estacionado, em seguida saiu do veículo e correu em direção a mata não sendo localizado.
No interior do veículo haviam 20 (vinte) fardos de substância análoga à maconha, que pesados totalizaram 504kg. Além disso, ao vistoriar o veículo os policiais militares identificaram através do chassi que havia queixa de roubo/furto na cidade do Rio de Janeiro – RJ.

Diante de todos os fatos, os diversos autores foram encaminhados às Delegacias de Polícia Civil locais, juntamente com as drogas apreendidas e veículos recuperados para as providências cabíveis em cada caso.

Em 24 horas, Polícia Militar realiza três apreensões de drogas e recupera dois veículos

Desentendimento seguido de vias de fato deixa três pessoas feridas na Vila Limeira em Amambai

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Fachada da unidade do Corpo de Bombeiros de Amambai, que prestou socorro às vítimas. (Foto: Vilson Nascimento)

Vilson Nascimento

Um desentendimento seguido de vias de fato deixou três pessoas, uma mulher e dois homens, feridos a golpes de objeto cortante, possivelmente facão, fato ocorrido na noite dessa Sexta-Feira Santa, 29 de março, na Vila Limeira, em Amambai.

Segundo o Corpo de Bombeiros, que prestou socorro às vítimas, uma mulher de 49 anos apresentava um corte lacerante na mão direita, um homem de 45 anos apresentava um corte contuso na região da cabeça e a terceira vítima, um homem de 47 anos, apresentava cortes contusos na região do nariz e do abdome.

Depois de receberem atendimento emergencial no local por parte da equipe de resgate, as vitimas foram encaminhadas pelo Corpo de Bombeiros para o Pronto Socorro do Hospital Regional para passarem por cuidados médicos.

Uma equipe da Polícia Militar também esteve no local dos fatos. A motivação que levou ao desentendimento que resultou nas três pessoas feridas está sendo apuradas pela polícia.

Doações do IR para projetos sociais esbarram no desconhecimento

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Uma das principais oportunidades para o brasileiro praticar o bem esbarra no desconhecimento. Até a última terça-feira (26), as doações de Imposto de Renda a projetos sociais somaram R$ 7,36 milhões. Segundo estimativas da própria Receita Federal, o total poderia ter atingido R$ 1,36 bilhão se todos os contribuintes que entregaram até essa data tivessem feito a doação.Doações do IR para projetos sociais esbarram no desconhecimentoDoações do IR para projetos sociais esbarram no desconhecimento

No ano passado, as doações somaram R$ 283,76 milhões. O montante doado poderia ter chegado a R$ 11,65 bilhões, conforme o Fisco, caso todos os contribuintes utilizassem o mecanismo. Por meio da doação, o contribuinte pode abater até 6% do Imposto de Renda devido ou aumentar a restituição em até 6%, limitada a 3% para cada tipo de ação social. No caso de projetos esportivos ou paradesportivos, o limite é maior.

A declaração deste ano traz novidades em relação às doações. Até 2027, o contribuinte poderá deduzir até 7% do Imposto de Renda para doações a projetos desportivos e paradesportivos.

As contribuições ao Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e ao Programa de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas) retornaram, com limite de 1% para cada ação. Também será possível deduzir até 6% de doações a projetos que estimulem a cadeia produtiva de reciclagem.

As doações de uma parcela do IRPF a projetos sociais, culturais e esportivos têm crescido ano a ano. O total, no entanto, ainda é pequeno diante do potencial. Em 2021, a Receita Federal deixou de arrecadar R$ 179,21 milhões do Imposto de Renda Pessoa Física por causa dessas doações. Em 2022, o total aumentou para R$ 223,9 milhões.

Ações beneficiadas

Ao todo, cinco tipos de ações podem receber doações na declaração do Imposto de Renda: fundos vinculados ao Estatuto da Criança e do Adolescente, fundos vinculados ao Estatuto do Idoso, Programa Nacional de Apoio à Cultura, projetos de incentivo ao esporte e projetos de incentivo à atividade audiovisual. No caso do Pronon e do Pronas, o limite de 1% está fora do teto global de 6%, entrando como doações extras.

No caso dos fundos para idosos e para crianças e adolescentes, a doação pode ser feita diretamente na declaração, com o valor sendo pago na primeira cota ou cota única do imposto. O próprio programa gerador se encarregará de incluir automaticamente o valor das doações na lista de deduções do Imposto de Renda.

Limites

As doações totais estão limitadas a 6% do imposto devido ou da restituição. Se a destinação for feita diretamente na declaração, o limite é de até 3% do imposto para cada fundo (para crianças e adolescentes; e para idosos). Caso queira, o contribuinte poderá doar mais, porém o valor não poderá ser deduzido do imposto a pagar.

Além das doações diretas, o contribuinte pode deduzir, dentro do limite global de 6%, doações para três tipos de ações feitas no ano anterior: incentivos à cultura (como doações, patrocínios e contribuições ao Fundo Nacional da Cultura); incentivos à atividade audiovisual; e incentivos ao esporte.

Como fazer a doação

Ao preencher a declaração do Imposto de Renda, o contribuinte pode escolher o fundo do idoso ou do Estatuto da Criança e do Adolescente para o qual quer doar e a esfera de atuação – nacional, estadual ou municipal. No entanto, não é possível escolher uma entidade. É necessário escolher o modelo completo da declaração, conferir o valor do imposto devido e confirmar a opção “Doações Diretamente na Declaração”.

A lista dos fundos que podem receber o dinheiro do contribuinte aparece no próprio programa gerador da declaração. Assim que a doação for selecionada, o sistema emitirá um Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), que precisa ser pago até o último dia de entrega da declaração, junto com o Imposto de Renda. A contribuição não pode ser parcelada.

Em reunião no Sindicato Rural, produtores e segmentos fecham parceria para recuperar estrada do Chorro em Amambai

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Vilson Nascimento

Uma parceria envolvendo produtores através do Sindicato Rural e segmentos do Poder Público vai levantar e recuperar 19 quilômetros de estrada rural na região do Chorro, importante região de agricultura, pecuária e agroflorestal do município em Amambai.

Detalhes da ação na estrada, partindo da Rodovia MS-289, que liga as cidades de Amambai e Jutí, foram discutidos durante uma reunião envolvendo produtores rurais e as partes do Poder Público que participarão do trabalho de recuperação da malha viária, realizada na noite dessa quarta-feira, dia 17 de março, no salão multiuso da sede do SRA (Sindicato Rural de Amambai).

Segundo o presidente do SRA, Rodrigo Ângelo Lorenzetti a parceria envolverá a Itaipu Binacional através do Conisul (Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento da Região Sul de Mato Grosso do Sul), o Governo do Estado, através da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) a Prefeitura de Amambai através da Seinfra (Secretaria de Infraestrutura) e os produtores rurais daquela região do município, que disponibilizarão recursos para custeios operacionais como alimentação e horas extras dos operadores de máquinas, entre outras necessidades básicas.

A presidente da Câmara Municipal de Amambai, vereadora Lígia Borges, que estava presente na reunião, disse que o Poder Legislativo também irá ajudar financeiramente, por meio da devolução de duodécimo, para que a ação na estrada seja realizada.

De acordo com o presidente do SRA, Rodrigo Lorenzetti, o projeto executivo para a realização dos trabalhos na estrada rural já está pronto, restando apenas fazer o pagamento e com as parcerias firmadas durante a reunião dessa quarta-feira, a execução da obra, com duração prevista de aproximadamente três meses, deverá iniciar nos próximos dias.

Além do presidente do SRA, Rodrigo Lorenzetti, da presidente da Câmara de Amambai, vereadora Lígia Borges e de produtores rurais daquela região do município, estiveram presentes na reunião o prefeito de Sete Quedas e presidente do Conisul, Chico Piroli, o representante da Itaipu Binacional, Marcelo Bortoli Uliana, o vice-prefeito de Amambai, Rodrigo Selhorst, o gerente da 11ª Residência Regional da Agesul, com sede em Amambai, o engenheiro civil Gilson Cruz Filho, o secretário municipal de infraestrutura, em Amambai, Carli Schier, o presidente da ACIA (Associação Comercial e Empresarial de Amambai), Bruno Anderson e o vereador representante do setor agro na Câmara Municipal de Amambai, Paulo Sérgio Gomes, o “Paulo Sérgio Locutor”, entre outras personalidades.

Em reunião no Sindicato Rural, produtores e segmentos fecham parceria para recuperar estrada do Chorro em Amambai
O prefeito de Sete Quedas e presidente do Consul, Chico Piroli, esteve presente na reunião.
Em reunião no Sindicato Rural, produtores e segmentos fecham parceria para recuperar estrada do Chorro em Amambai
A presidente da Câmara de Amambai, vereadora Lígia Borges, com o presidente do Sindicato Rural, Rodrigo Lorenzetti. Legislativo vai destinar recursos, por meio de devolução de duodécimo, para ajudar na ação de reparo da estrada rural.

Teto para reajuste de medicamentos em 2024 fica em 4,5%

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A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) fixou o teto de reajuste para remédios em 4,5% neste ano, informou nesta sexta-feira (29) o Ministério da Saúde (MS).Teto para reajuste de medicamentos em 2024 fica em 4,5%Teto para reajuste de medicamentos em 2024 fica em 4,5%

O percentual de aumento, o menor desde 2020, poderá ser aplicado a partir do dia 1º de abril e não implica em reajuste automático:

“O percentual não é um aumento automático nos preços, mas uma definição de teto permitido de reajuste”, alertou a pasta.

“Para chegar ao índice, a CMED observa fatores como a inflação dos últimos 12 meses (IPCA), a produtividade das indústrias de medicamentos, custos não captados pela inflação, como o câmbio e tarifa de energia elétrica e a concorrência de mercado, conforme determina o cálculo definido desde 2005”, informou o ministério. 

O índice para reajuste dos preços dos remédios coincidiu com a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos últimos 12 meses, que registrou alta de 4,5%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

“O Brasil hoje adota uma política de regulação de preços focada na proteção ao cidadão, estabelecendo sempre um teto para o percentual do aumento para proteger as pessoas e evitar aumentos abusivos de preço”, comentou Carlos Gadelha, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde do MS

A Câmara que regula o preço dos remédios no Brasil é um órgão interministerial responsável pela regulação do mercado de medicamentos no país. O colegiado é formado por representantes dos ministérios da Saúde, Cada Civil, Justiça e Segurança Pública, Fazenda e do Desenvolvimento. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também participa do órgão, fornecendo suporte técnico às decisões.

“A CMED estabelece limites para preços de medicamentos, adota regras que estimulam a concorrência no setor, monitora a comercialização e aplica penalidades quando suas regras são descumpridas. É responsável também pela fixação e monitoramento da aplicação do desconto mínimo obrigatório para compras públicas”, informa a Câmara.