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sábado, 4 de julho de 2026
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Exportações de carne bovina sobem: confira

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No primeiro trimestre de 2024, as exportações brasileiras de carne bovina aumentaram significativamente em comparação com o mesmo período de 2023. Segundo dados do MDIC, analisados pela Abiec, foram exportadas 598.639 toneladas, um aumento de 25,9%, gerando um faturamento de USD 2,64 bilhões, representando um aumento de 18,5%. 

A China foi o principal importador, adquirindo 273,6 mil toneladas, gerando uma receita de USD 1,2 bilhão. As exportações para a China cresceram 21,4% em volume e 9,4% em faturamento. No entanto, o preço médio do produto caiu 10%, passando de USD 4.942 para USD 4.452 por tonelada.

No acumulado de 2024, os Estados Unidos foram o segundo maior mercado para as exportações de carne brasileira, totalizando 44 mil toneladas e um faturamento de USD 261 milhões. Comparado ao mesmo período de 2023, houve um aumento de 8% no volume e de 13,2% no faturamento, principalmente devido a um aumento de 5,4% no preço médio do produto in natura.

Um destaque importante foi o aumento significativo das exportações para os Emirados Árabes Unidos, que receberam 41.067 toneladas de carne brasileira, totalizando USD 188 milhões em faturamento, um aumento de 270% em relação ao ano anterior. O presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli, atribui esse aumento à busca por alternativas para atender ao mercado iraniano, resultando em um aumento de 690% nas exportações para os Emirados Árabes Unidos e Turquia, atingindo 9.732 toneladas em 2024.

As exportações de carne bovina brasileira para o México mostram evolução, atingindo 9.966 toneladas em 2024, com faturamento de USD 46 milhões. É ressaltado que no mesmo período do ano anterior o Brasil não tinha permissão para exportar carne para o México. Além disso, as exportações para Hong Kong, Argélia, Rússia, Filipinas, Líbano e Líbia também aumentaram, demonstrando o profissionalismo do setor em diversificar e consolidar sua presença em diversos países. Os preços mais altos para os miúdos tornaram o mercado de Hong Kong mais atrativo para as exportações brasileiras, resultando em um aumento de 45,2% no volume e 94% no faturamento no primeiro trimestre de 2024 em comparação com o mesmo período de 2023.

Paraguai entrega 25 presos brasileiros à Polícia Federal

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O Paraguai expulsou 25 brasileiros que estavam presos no país e eram procurados pela polícia e a Justiça do Brasil por crimes como homicídio, estupro e tráfico de drogas. Eles foram entregues à Polícia Federal nessa quinta-feira (4) no Paraná e em Mato Grosso do Sul, estados que fazem fronteira com o território paraguaio. Paraguai entrega 25 presos brasileiros à Polícia FederalParaguai entrega 25 presos brasileiros à Polícia Federal

Em nota, a PF informou que 16 deles foram transferidos na Pontes da Amizade em Foz do Iguaçu (PR) e nove em Ponta Porã (MS). 

De acordo com a Polícia Federal, as negociações para o operação foram iniciadas há cerca de um ano, quando foi solicitada às autoridades paraguaias que identificassem quantos brasileiros estavam detidos no país. 

A transferência exigiu reforço do policiamento e presença de equipes especializadas. O fluxo de carros e pedestres na Ponte da Amizade foi interrompido por 25 minutos para a passagem das forças de segurança do Paraguai no lado brasileiro.

Os detidos serão agora levados para prisões em diversos estados do Brasil onde irão cumprir a pena.  

Para aquecer o inverno de quem precisa, governo de MS lança campanha para arrecadar agasalhos e cobertores

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Estender a mão e ajudar quem precisa. Com este sentimento de solidariedade o governador Eduardo Riedel lançou nesta sexta-feira (5) a campanha “Seu Abraço Aquece – Doe calor e faça o bem”. O objetivo é arrecadar cobertores, agasalhos, luvas, cachecóis, meias e sapatos para aquecer o inverno de famílias em situação de vulnerabilidade.

A primeira-dama, Mônica Riedel, que é madrinha da campanha, afirmou que o ato de solidariedade faz bem a todos, tanto ao beneficiado, como para quem doar. “Aquece nosso coração, principalmente na entrega destes itens. Nós que participamos da edição no ano passado vemos o quanto é importante para as pessoas receberem este agasalho, a maioria das famílias que a gente ajudou não tinha um casaco no armário. Que neste ano a entrega seja ainda melhor do que ano passado”.

O governador destacou o crescimento da campanha ao longo dos anos. “Ela cresceu, evoluiu e ajudou milhares de pessoas no nosso Estado. A mensagem é de fraternidade. Não custa nada ir no armário e doar uma peça, que está praticamente nova. O que move a campanha do agasalho é a capacidade de organização das pessoas em torno de um ato de solidariedade. O que cada um de nós pode fazer. Este sentimento que faz a diferença em prol do próximo”, afirmou o governador.

Para aquecer o inverno de quem precisa, governo de MS lança campanha para arrecadar agasalhos e cobertores
Governador durante discurso no lançamento da campanha

Riedel citou o papel do servidor na mobilização e nos bons resultados da campanha. “Cabe ao servidor liderar este processo e mobilizar as pessoas, para que a gente exercite este ato de fraternidade, cidadania, apoio, compaixão. É isto que vai nos tornar mais forte como sociedade, quanto mais gente nós conseguimos tocar o coração, mais Mato Grosso do Sul vai agradecer”, concluiu.

Organizado pelo Governo do Estado, por meio da SAD (Secretaria Estadual de Administração), as peças arrecadadas serão distribuídas para mais de 200 entidades beneficentes e organizações não-governamentais, que vão repassar os itens para quem precisa. O objetivo é que esta arrecadação siga até o dia 27 de maio.

“Esta é uma ação que além da solidariedade é também uma forma de tentar mitigar o problema na vulnerabilidade social. Pode ter certeza que assim como foi no ano passado a equipe estará muito comprometida na campanha, para que possam promover justiça social, que tanto almejamos no Estado. E já adianto que as doações já começaram”, afirmou o secretário de Administração, Frederico Felini.

Para aquecer o inverno de quem precisa, governo de MS lança campanha para arrecadar agasalhos e cobertores
Para aquecer o inverno de quem precisa, governo de MS lança campanha para arrecadar agasalhos e cobertores

Quem quiser doar pode levar os itens para as secretarias estaduais, fundações, autarquias, empresas públicas e órgãos da Segurança Pública Estadual.

A campanha tem o apoio e participação da Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça, Defensoria Pública de MS, Tribunal de Contas do Estado, Sistema Fiems, Anoreg (Associação dos Notários e Registradores), Sebrae, Fecomércio, Sesc, Famasul, Senar, entre outros.

Para aquecer o inverno de quem precisa, governo de MS lança campanha para arrecadar agasalhos e cobertores
Para aquecer o inverno de quem precisa, governo de MS lança campanha para arrecadar agasalhos e cobertores

“Uma campanha que muda a vida das pessoas. Nós servidores que diariamente fazemos o atendimento à população, muitas delas em situação de vulnerabilidade, quando há esta mudança climática e faz frio, você percebe que um pequeno gesto, uma roupa e agasalho serve muito para uma família. Vamos dobrar esta meta, triplicar esta arrecadação, pode contar conosco”, ponderou o Defensor Público-Geral, Pedro Paulo Gasparini.

Na edição passada o Governo do Estado arrecadou 125.435 peças, tendo o apoio de 64 entidades. Ao todo 218 entidades filantrópicas foram beneficiadas com a arrecadação de 2023. A seleção ocorreu por meio de cadastro, para dar transparência ao processo.

Para aquecer o inverno de quem precisa, governo de MS lança campanha para arrecadar agasalhos e cobertores
Evento aconteceu no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Álvaro Rezende

Dólar sobe para R$ 5,06 após dados de emprego nos EUA

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Num dia de nervosismo no mercado global, o dólar fechou no maior nível em quase seis meses. A bolsa de valores caiu e acumula perda de 1,02% na semana.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (5) vendido a R$ 5,065, com alta de R$ 0,024 (+0,29%). A cotação chegou a iniciar o dia em baixa, caindo para R$ 5,03 nos minutos iniciais de negociação, mas disparou após a divulgação de dados do mercado de emprego nos Estados Unidos. Na máxima do dia, por volta das 13h30, a moeda chegou a superar os R$ 5,07.

Com o desempenho de hoje, o dólar está no maior nível desde 13 de outubro do ano passado. A divisa encerrou a semana com alta de 0,99%, a quinta semana seguida de ganhos, e acumula valorização de 4,37% em 2024.

No mercado de ações, o dia também foi tenso. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 126.795 pontos, com recuo de 0,5%. No ano, a bolsa de valores recua 5,51%. Na semana, o Ibovespa subiu na terça (2) e na quinta-feira (4), mas recuou na segunda (1º), na quarta (3) e nesta sexta-feira.

Nos últimos dias, o mercado financeiro global tem atravessado momentos de tensão com a divulgação de dados que mostram o aquecimento da economia norte-americana. Nesta sexta, foi divulgado que os Estados Unidos criaram 303 mil empregos em março, acima das expectativas.

O bom desempenho da maior economia do planeta aumenta as chances de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) só comece a reduzir os juros básicos em julho. Taxas altas em economias desenvolvidas estimulam a fuga de capitais de economias emergentes, como o Brasil, pressionando o dólar e a bolsa.

Combinação de calor e umidade geram possibilidade de chuvas neste sábado em MS

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Para este sábado (6), a previsão indica tempo firme em grande parte de Mato Grosso do Sul, com sol e variação de nebulosidade. Além disso, com a elevação das temperaturas, os valores podem atingir até 38°C principalmente nas regiões Sul, Sudeste e Pantaneira.

De acordo com o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), isso ocorre devido ao avanço de uma alta pressão atmosférica. Ainda, o calor combinado à disponibilidade de umidade geram a possibilidade de chuvas em algumas áreas do estado.

Em Campo Grande, os termômetros marcam 24°C inicialmente e atingem 34°C. Dourados tem mínima de 25°C e máxima de 36°C. Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai, amanhece com 23°C e registra 33°C à tarde. Nas regiões Leste e Cone-Sul, o dia inicia com 25°C, com máximas respectivas de 36°C e 37°C.

No Bolsão, a mínima em Paranaíba é de 24°C e a máxima de 33°C, já Três Lagoas apresenta variação entre 25°C e 35°C. Coxim, no Norte do estado, tem 25°C pela manhã e 36°C nos horários mais quentes.

Em Corumbá, no Pantanal, a mínima é de 28°C e a máxima de 35°C; no município de Aquidauana, na mesma região, as temperaturas variam entre 27°C e 37°C, valor mais alto do dia. Na região Sudoeste, Porto Murtinho tem mínima de 26°C e máxima de 36°C.

Heloisa Duim, Programa de Estágio Supervisionado

Ministério da Saúde inclui vacinas de Covid-19 no Calendário Nacional de Vacinação

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As vacinas de Covid-19 passaram a fazer parte do Calendário Nacional de Vacinação na nova Caderneta da Criança lançada nesta sexta-feira (5) pelo Ministério da Saúde.

O calendário recomenda esquema de três doses (aos 6, 7 e 9 meses de idade) da vacina de Covid-19. Caso não tenha iniciado ou completado o esquema primário até os 9 meses de idade, a vacina poderá ser administrada até 4 anos, 11 meses e 29 dias, conforme histórico vacinal, respeitando os intervalos mínimos recomendados de 4 semanas entre a 1ª e 2ª dose, e  8 semanas entre a 2ª e 3ª dose.

A Caderneta da Criança é voltada a crianças de até 9 anos e inclui o histórico de vacinação e orientações sobre desenvolvimento físico e mental, além de aspectos da educação, direitos garantidos e prevenção a violências. A impressão e distribuição da versão física do documento foi retomada após ter sido descontinuada há quatro anos.

De acordo com o Ministério da Saúde, todas as regiões do Brasil foram contempladas com um total de 6,4 milhões de exemplares. A pasta distribui o documento para as 26 secretarias estaduais e do Distrito Federal, e para todas as secretarias municipais de saúde das capitais e para os Distritos Sanitários Especiais Indígenas. A caderneta está disponível também em formato digital. 

O Ministério da Saúde informou que o cálculo para distribuição do material contempla uma margem de segurança para o caso de eventualidades tais como enchentes, deslizamentos, incêndios ou demais perdas ou extravios. Os responsáveis por crianças que passarem por estas situações, podem se dirigir a uma Unidade Básica de Saúde ou à Secretaria Estadual ou Municipal de Saúde de sua localidade para solicitar outro exemplar.

Veja o Calendário de Vacinação Infantil

Ao nascer
Vacina BCG (Dose única)

Doenças evitadas: formas graves da tuberculose (miliar e meníngea)

Vacina Hepatite B (recombinante HB)

Doenças evitadas: Hepatite B

2 meses
Vacina adsorvida Difteria, Tétano, Pertussis, Hepatite B (recombinante) e Haemophilus influenzae B (conjugada) – (Penta) (1ª dose)

Doenças evitadas: Difteria, Tétano, Coqueluche, Hepatite B e infecções causadas pelo Haemophilus influenzae B

Vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) – (VIP) (1ª dose)

Doenças evitadas: Poliomielite

Vacina pneumocócica 10-valente (Conjugada) – (Pneumo 10) (1ª dose)

Doenças evitadas: infecções invasivas (como meningite e pneumonia) e otite média aguda, causadas pelos 10 sorotipos de Streptococus pneumoniae

Vacina rotavírus humano G1P1 [8] (atenuada) – (VRH) (1ª dose)

Doenças evitadas: diarreia por rotavírus (Gastroenterites)

3 meses
Vacina meningocócica C (conjugada) – (Meningo C) (1ª dose)

Doenças evitadas: doença invasiva causada pela Neisseria meningitidis do sorogrupo C

4 meses
Vacina adsorvida Difteria, Tétano, pertussis, Hepatite B (recombinante) e Haemophilus influenzae B (conjugada) – (Penta) (2ª dose)

Doenças evitadas: Difteria, Tétano, Coqueluche, Hepatite B e infecções causadas pelo Haemophilus influenzae B

Vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) – (VIP) (2ª dose)

Doenças evitadas: Poliomielite

Vacina pneumocócica 10-valente (Conjugada) – (Pneumo 10) (2ª dose)

Doenças evitadas: infecções invasivas (como meningite e pneumonia ) e otite média aguda, causadas pelos 10 sorotipos Streptococus pneumoniae

Vacina rotavírus humano G1P1 [8] (atenuada) – (VRH) (2ª dose)

Doenças evitadas: diarreia por rotavírus (Gastroenterites)

5 meses
Vacina meningocócica C (conjugada) – (Meningo C) (2ª dose)

Doenças evitadas: doença invasiva causada pela Neisseria meningitidis do sorogrupo C

6 meses
Vacina adsorvida Difteria, Tétano, pertussis, Hepatite B (recombinante) e Haemophilus influenzae B (conjugada) – (Penta) (3ª dose)

Doenças evitadas: Difteria, Tétano, Coqueluche, Hepatite B e infecções causadas pelo Haemophilus influenzae B

Vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) – (VIP) (3ª dose)

Doenças evitadas: Poliomielite

Vacina Influenza (1 ou 2 doses (anual))

Doenças evitadas: infecções pelo vírus influenza

Vacina Covid-19 (1ª dose)

Doenças evitadas: as formas graves e complicações pela covid-19

Obs.: A vacina Covid-19 está recomendada com esquema de 03 doses (aos 06, 07 e 09 meses de idade). Caso não tenha iniciado e/ou completado o esquema primário até os 09 meses de idade, a vacina poderá ser administrada até 04 anos, 11 meses e 29 dias, conforme histórico vacinal, respeitando os intervalos mínimos recomendados (04 semanas entre a 1ª e 2ª dose; e 08 semanas entre a 2ª e 3ª dose).

7 meses
Vacina Covid-19 (2ª dose)

Doenças evitadas: as formas graves e complicações pela covid-19

Obs.: A vacina Covid-19 está recomendada com esquema de 03 doses (aos 06, 07 e 09 meses de idade). Caso não tenha iniciado e/ou completado o esquema primário até os 09 meses de idade, a vacina poderá ser administrada até 04 anos, 11 meses e 29 dias, conforme histórico vacinal, respeitando os intervalos mínimos recomendados (04 semanas entre a 1ª e 2ª dose; e 08 semanas entre a 2ª e 3ª dose).

9 meses
Vacina Febre Amarela (atenuada) – (FA) (1 dose)

Doenças evitadas: Febre Amarela

Vacina Covid-19 (3ª dose)

Doenças evitadas: as formas graves e complicações pela covid-19

Obs.: A vacina Covid-19 está recomendada com esquema de 03 doses (aos 06, 07 e 09 meses de idade). Caso não tenha iniciado e/ou completado o esquema primário até os 09 meses de idade, a vacina poderá ser administrada até 04 anos, 11 meses e 29 dias, conforme histórico vacinal, respeitando os intervalos mínimos recomendados (04 semanas entre a 1ª e 2ª dose; e 08 semanas entre a 2ª e 3ª dose).

12 meses
Vacina pneumocócica 10-valente (Conjugada) – (Pneumo 10) (Reforço)

Doenças evitadas: infecções invasivas (como meninigite, pneumonia e otite média aguda), causadas pelos 10 sorotipos Streptococus pneumoniae

Vacina meningocócica C (conjugada) – (Meningo C) (Reforço)

Doenças evitadas: doença invasiva causada pela Neisseria meningitidis do sorogrupo C

Vacina Sarampo, Caxumba, Rubéola (Tríplice viral) (1ª dose)

Doenças evitadas: Sarampo, Caxumba e Rubéola

15 meses
Vacina adsorvida Difteria, Tétano e pertussis (DTP) (1º reforço)

Doenças evitadas: Difteria, Tétano, Coqueluche

Vacina poliomielite 1 e 3 (atenuada) – (VOPb) (1º reforço)

Doenças evitadas: Poliomielite

Vacina adsorvida Hepatite A (HA – inativada) (1 dose)

Doenças evitadas: Hepatite A

Vacina Tetra viral (1 dose)

Doenças evitadas: Sarampo, Caxumba, Rubéola e varicela

4 anos
Vacina adsorvida Difteria, Tétano e pertussis (DTP) (2º reforço)

Doenças evitadas: Difteria, Tétano, Coqueluche

Vacina Febre Amarela (atenuada) (Reforço)

Doenças evitadas: Febre Amarela

Vacina poliomielite 1 e 3 (atenuada) – (VOPb) (2º reforço)

Doenças evitadas: Poliomielite

Vacina varicela (monovalente) – (Varicela) (1 dose)

Doenças evitadas: Varicela

5 anos
Vacina Febre Amarela (atenuada) – (FA) (1 dose, caso a criança não tenha recebido as 2 doses recomendadas antes de completar 5 anos)

Doenças evitadas: Febre Amarela

Vacina pneumocócica 23-valente – (Pneumo 23) (1 dose)

Doenças evitadas: infecções invasivas pelo pneumococo na população indígena

9 e 10 anos
Vacina HPV Papilomavírus humano 6, 11, 16 e 18 (HPV4 – recombinante) (Dose única)

Doenças evitadas: Papilomavírus Humano 6, 11, 16 e 18

Obs.: Vítimas de abuso sexual, na faixa etária de 9 a 14 anos, possuem recomendação de duas doses da vacina HPV. De 15 a 45 anos, a recomendação é de três doses, considerando o histórico vacinal contra o HPV. Pessoas com papilomatose respiratória recorrente (PPR), a partir de 1 ano de idade, devem receber três doses da vacina. Para esses grupos, a vacina deve ser administrada mediante prescrição médica e o intervalo entre as doses deve ser confirmado na Unidade de Saúde.

Índice de preços dos alimentos da FAO sobe

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O aumento foi liderado pelo Índice de Preços dos Óleos Vegetais da FAO - Foto: Divulgação

O aumento dos preços internacionais dos óleos vegetais, lacticínios e carnes impulsionou o Índice de Preços Alimentares da FAO em março, registrando um aumento de 1,1%, o primeiro em sete meses, conforme anunciado na sexta-feira pela Food and Agriculture Organization das Nações Unidas (FAO). O Índice de Preços Alimentares da FAO, que acompanha mensalmente os preços internacionais de diversos produtos alimentares em todo o mundo, atingiu uma média de 118,3 pontos em março, representando uma queda de 7,7% em relação ao ano anterior.

O aumento liderado pelo Índice de Preços dos Óleos Vegetais da FAO, que aumentou 8,0% em março em comparação com fevereiro, alcançando o valor mais alto em um ano, devido ao aumento nos preços do óleo de palma, óleo de soja, girassol e colza. Os preços internacionais do óleo de palma aumentaram devido aos declínios sazonais na produção nos principais países produtores e à forte demanda interna no Sudeste Asiático, enquanto os preços do óleo de soja se recuperaram dos níveis mais baixos dos últimos anos, impulsionados pela demanda do setor de biocombustíveis, especialmente no Brasil e nos Estados Unidos da América.

O Índice de Preços dos Lácteos da FAO registrou seu sexto aumento mensal consecutivo, com um aumento de 2,9% desde fevereiro, devido ao aumento dos preços globais do queijo e da manteiga. O índice de preços da carne da FAO também aumentou, com um aumento de 1,7% em relação ao mês anterior, acompanhando a alta dos preços internacionais das aves, suínos e bovinos.

Por outro lado, o Índice de Preços dos Cereais e do Arroz diminuiu 1,7% devido à fraca demanda. O Índice de Preços do Açúcar da FAO diminuiu 5,4% desde fevereiro, principalmente devido à revisão para cima da previsão de produção de açúcar para 2023/24 na Índia e ao aumento do ritmo da colheita de açúcar na Tailândia.

Perdas de produtividade no milho preocupam produtores

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Os preços do milho continuam estagnados no Brasil, segundo dados da análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA). A média gaúcha fechou a semana em R$ 51,57/saco, enquanto as principais praças locais permaneceram em R$ 50,00. Já nas demais regiões brasileiras os preços oscilaram entre R$ 37,00 e R$ 55,00/saco. Vale destacar que, em muitas regiões, o milho safrinha vem enfrentando problemas climáticos no Centro-Sul brasileiro. Dentre elas estão o Paraná, o sul do Mato Grosso do Sul e sul de São Paulo. Nessas áreas, as perdas de produtividade já são consideradas uma certeza pelos produtores. Já o milho verão estaria colhido em 82% da área no final de março, conforme a AgRural, sendo que no Rio Grande do Sul a mesma atingia a 76% da área, contra 72% na média histórica, de acordo com a Emater/RS.

Em tal contexto nacional, há recuo nas estimativas de colheita final brasileira de milho, com a safra de verão devendo alcançar 24 milhões de toneladas, incluindo o Norte/Nordeste, ou seja, 13,7% a menos do que o registrado no ano anterior. Já a segunda safra alcançaria 90,9 milhões de toneladas, ou seja, 16,3% abaixo do registrado no ano anterior. Assim, no total das duas safras o volume final chegaria a 114,9 milhões de toneladas, ou 15,8% abaixo do colhido no ano anterior. Em regiões do oeste do Paraná, há propriedades com 100% de perdas no milho e muitas com 50%, segundo a Datagro Grãos.

Para alguns analistas, a safrinha não passará de 85 milhões de toneladas neste ano. Com isso, a produção total do cereal, no Brasil, recuaria mais de 20 milhões de toneladas em 2023/24, de acordo com o Brandalizze Consulting. De forma geral, o mercado espera uma safrinha entre 85 e 96 milhões de toneladas. Além do clima, as pragas igualmente estão atacando os milharais de muitas regiões, tais como a cigarrinha e a mosca branca.

Enfim, segundo o Imea, o Mato Grosso deverá consumir 14,7 milhões de toneladas de milho, especialmente na fabricação de etanol. Este volume, se confirmado, será 6,3% superior ao realizado no ano anterior. Somente com a fabricação de etanol o volume poderá chegar a 11,6 milhões de toneladas. Por outro lado, a demanda de outros Estados, pelo milho mato-grossense, deverá cair 22,1% e ficar em 4,54 milhões de toneladas, assim como as exportações que devem recuar 18,3%, sendo estimadas em 24,4 milhões de toneladas. Dessa forma, a expectativa de demanda pelo milho do Mato Grosso foi reduzida em 12,1%, ficando em 44,5 milhões de toneladas em 2023/24. Mesmo assim, diante da redução na produção, o estoque final de milho, no Mato Grosso, deverá recuar para 785.170 toneladas, ou seja, 61,1% menor do que o registrado no final de 2022/23.

Já no Mato Grosso do Sul, segundo a Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul), o plantio da safrinha atingiu, neste início de abril, a 83,7% da área esperada, estando em linha com o ocorrido no ano anterior, sendo que 73% das lavouras estavam boas, 16% regulares e 10% ruins. No total, o Estado sul-matogrossense semeará uma área de 2,2 milhões de hectares, ou seja, 5,8% abaixo do registrado em igual momento do ano anterior. A produtividade média prevista é de 86,3 sacos/hectare, com redução de 14,2% sobre o ano anterior. Com isso, prevê-se uma colheita de 11,4 milhões de toneladas, ou seja, 19,2% abaixo do registrado no ano anterior.

Delegada Christiane Grossi visita Sete Quedas visando implementação da Sala Lilás

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Fotos: Assessoria

Na quinta-feira, dia 04 de abril, a Delegacia de Polícia Civil de Sete Quedas recebeu a visita da delegada Christiane Grossi, assessora de projetos da Delegacia-Geral da Polícia Civil e responsável pela implementação das Salas Lilás em Mato Grosso do Sul, projeto essencial no combate à violência de gênero.

Foi realizada uma inspeção e escolhido o local mais apropriado para receber as instalações da Sala Lilás.

A delegada, juntamente com o delegado em substituição legal de Sete Quedas, Mateus Crovador, reuniu-se com o prefeito de Sete Quedas, Francisco Piroli, a fim de dar início às tratativas para a viabilização de uma Sala Lilás no município e melhor atender às vítimas de violência de gênero, proporcionando-lhes atendimento humanizado.

Delegada Christiane Grossi visita Sete Quedas visando implementação da Sala Lilás

Brasileiros ainda não sacaram R$ 7,79 bi de valores a receber

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Edifício-sede do Banco Central no Setor Bancário Norte, em lote doado pela Prefeitura de Brasília, em outubro de 1967

Os brasileiros ainda não sacaram R$ 7,79 bilhões em recursos esquecidos no sistema financeiro até o fim de fevereiro, divulgou nesta sexta-feira (5) o Banco Central (BC). Até agora, o Sistema de Valores a Receber (SVR) devolveu R$ 6,23 bilhões, de um total de R$ 14,02 bilhões postos à disposição pelas instituições financeiras.Brasileiros ainda não sacaram R$ 7,79 bi de valores a receberBrasileiros ainda não sacaram R$ 7,79 bi de valores a receber

As estatísticas do SVR são divulgadas com dois meses de defasagem. Em relação ao número de beneficiários, até o fim de fevereiro, 19.037.033 correntistas haviam resgatado valores. Isso representa apenas 30,19% do total de 63.064.184 correntistas incluídos na lista desde o início do programa, em fevereiro de 2022.

Entre os que já retiraram valores, 18.044.139 são pessoas físicas e 992.894 são pessoas jurídicas. Entre os que ainda não fizeram o resgate, 40.853.231 são pessoas físicas e 3.173.920 são pessoas jurídicas.

A maior parte das pessoas e empresas que ainda não fizeram o saque têm direito a pequenas quantias. Os valores a receber de até R$ 10 concentram 63,48% dos beneficiários. Os valores entre R$ 10,01 e R$ 100 correspondem a 25,14% dos correntistas. As quantias entre R$ 100,01 e R$ 1 mil representam 9,65% dos clientes. Só 1,72% tem direito a receber mais de R$ 1 mil.

Depois de ficar fora do ar por quase um ano, o SVR foi reaberto em março de 2023, com novas fontes de recursos, um novo sistema de agendamento e a possibilidade de resgate de valores de pessoas falecidas. Em fevereiro, foram retirados R$ 215 milhões, queda em relação ao mês anterior, quando tinham sido resgatados R$ 244 milhões.

Melhorias

A atual fase do SVR tem novidades importantes, como impressão de telas e de protocolos de solicitação para compartilhamento no Whatsapp e inclusão de todos os tipos de valores previstos na norma do SVR. Também haverá uma sala de espera virtual, que permite que todos os usuários façam a consulta no mesmo dia, sem a necessidade de um cronograma por ano de nascimento ou de fundação da empresa.

Além dessas melhorias, há a possibilidade de consulta a valores de pessoa falecida, com acesso para herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal. Assim como nas consultas a pessoas vivas, o sistema informa a instituição responsável pelo valor e a faixa de valor. Também há mais transparência para quem tem conta conjunta. Se um dos titulares pedir o resgate de um valor esquecido, o outro, ao entrar no sistema, conseguirá ver as informações: como valor, data e CPF de quem fez o pedido.

Fontes de recursos

Também foram incluídas fontes de recursos esquecidos que não estavam nos lotes do ano passado. Foram acrescentadas contas de pagamento pré ou pós-paga encerradas, contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas e outros recursos disponíveis nas instituições para devolução.

Além dessas fontes, o SVR engloba os seguintes valores, já disponíveis para saques no ano passado: contas-corrente ou poupança encerradas; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito; recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados; tarifas cobradas indevidamente; e parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas indevidamente.

Golpes

O Banco Central aconselha o correntista a ter cuidado com golpes de estelionatários que alegam fazer a intermediação para supostos resgates de valores esquecidos. O órgão ressalta que todos os serviços do Valores a Receber são totalmente gratuitos, que não envia links nem entra em contato para tratar sobre valores a receber ou para confirmar dados pessoais.

O BC também esclarece que apenas a instituição financeira que aparece na consulta do Sistema de Valores a Receber pode contatar o cidadão. O órgão também pede que nenhum cidadão forneça senhas e esclarece que ninguém está autorizado a fazer tal tipo de pedido.

Após três anos, governo relança carteira de vacinação infantil

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O Ministério da Saúde lançou, nesta sexta-feira (5), a 6ª edição da Caderneta de Saúde da Criança. O documento que, entre as principais atribuições, faz o acompanhamento do calendário de vacinação, ficou três anos sem ser elaborado e distribuído para unidades de saúde espalhadas pelo país.

A cartilha traz novidades como a atualização do calendário do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que inclui as doses contra a covid-19, disponível para bebês a partir dos seis meses de idade. Além disso, o ministério prepara uma integração com o aplicativo Meu SUS Digital.

Além de ser um guia para famílias e cuidadores controlarem o ciclo vacinal de crianças, a caderneta, também chamada de Passaporte da Cidadania, traz orientações para reduzir a mortalidade infantil e promover o desenvolvimento saudável dos menores de idade.

“Orienta os responsáveis desde o primeiro momento de vida, orienta sobre as vacinas, sobre todos os cuidados com a criança. É uma caderneta da saúde, da cidadania”, disse a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

A ministra Nísia reforçou a importância de a caderneta voltar a ser publicada depois de três anos de interrupção. A retomada do processo de elaboração, impressão e logística se iniciou em março do ano passado. Para ela, o lançamento representa “a retomada de um direito da criança e das famílias”.

“Estamos tão felizes com o lançamento desta edição depois de três anos que as famílias não contaram com essa contribuição tão importante para a orientação dos seus cuidados com as crianças que chegam e têm que ser bem acolhidas”.

A Caderneta da Criança teve a impressão e distribuição suspensas durante a pandemia de covid-19. A empresa com a qual o ministério havia firmado contrato, na época, alegou dificuldades para conseguir matéria-prima e, eventualmente, entrou em situação de desativação, o que causou o rompimento do contrato.

Rio de Janeiro (RJ), 05/04/2024 – A ministra da Saúde, Nísia Trindade, durante lançamento da 6ª edição da Caderneta de Saúde da Criança: Passaporte da Cidadania, no Instituto Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), no Flamengo, na zona sul da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 05/04/2024 – A ministra da Saúde, Nísia Trindade, durante lançamento da 6ª edição da Caderneta de Saúde da Criança. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Caderneta

O livreto é dividido em duas partes. A primeira é direcionada para família e cuidadores. “É a forma que o ministério tem de se comunicar com essas famílias, transmitir informações com base em evidências científicas”, explica a coordenadora de Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente do Ministério da Saúde, Sonia Venancio.

A parte inicial traz ainda informações sobre amamentação, prevenção de acidentes e a importância do afeto, por exemplo.

O calendário de vacinação segue o determinado pelo PNI, prevendo, por exemplo, doses de vacinas contra a meningite (ACWY), tríplice viral (que combate sarampo, caxumba e rubéola), febre amarela, HPV e a pentavalente (contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e influenza).

A segunda parte da caderneta é direcionada para profissionais de saúde, sendo um instrumento que apoia o trabalho das equipes de atenção primária, como registro de consultas e do desenvolvimento das crianças. A coordenadora Sonia Venancio acrescentou que o ministério vai fornecer qualificação online para os agentes aproveitarem melhor o material.

Além disso, a caderneta permite um acompanhamento intersetorial, ou seja, profissionais de outras áreas, como a educação, também podem fazer registros no livreto.

O Ministério da Saúde providenciou 6,5 milhões de Passaportes da Cidadania, o suficiente para todos os bebês nascidos no país em dois anos. O investimento foi de R$ 17.980 milhões.

Metade dos exemplares será distribuída no primeiro semestre de 2024, sendo que para os Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei), toda a carga será recebida já até junho. Esses distritos são unidades de responsabilidade sanitária federal correspondentes a uma ou mais terras indígenas.

O ministério faz a caderneta chegar à população por meio das secretarias de Saúde de cidades capitais e pelas secretarias estaduais de Saúde, que as reenviam para os demais municípios. A coordenadora Sonia Venancio detalhou que a entrega foi priorizada nos estados do Norte e Nordeste, que apresentam piores índices de saúde das crianças. No Nordeste, todos os estados já receberam a carga do primeiro semestre.

Os livretos podem ser acessados também pelo site do ministério. São versões para meninas e para meninos.  

Centenário do IFF

O lançamento foi no Rio de Janeiro, durante cerimônia de homenagem ao Instituto Fernandes Figueira (IFF), ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que completa 100 anos.

Entre os presentes, o pequeno Apolo Aguiar dos Santos, de apenas 11 dias de vida. Filho de Aline de Oliveira e Hugo Teixeira, ele nasceu sob os cuidados do IFF. Os pais receberam um exemplar da caderneta. O bebê é gêmeo de Adonis, que não pôde ser levado, por estar recebendo cuidados de saúde.

Fundado em 1924, Instituto Fernandes Figueira é referência nacional no cuidado à saúde da mulher, da criança e do adolescente. Além de atendimentos, o IFF se dedica à formação profissional e pesquisas científicas. Em 2006, o instituto foi reconhecido pelo Ministério da Educação como hospital de ensino.

Desde 2010, o IFF tem a atribuição de órgão auxiliar do Ministério da Saúde, com a responsabilidade de desenvolver, coordenar e avaliar as ações integradas, direcionadas à área da saúde em âmbito nacional. A instituição abriga o Centro de Referência Nacional da Rede Global de Bancos de Leite Humano (rBLH).

Dengue

A ministra Nísia Trindade comentou sobre a situação da epidemia de dengue no país. Ela reconheceu que alguns estados apontam declínio do número de casos, mas ressaltou que ainda é preciso ter reforço de cuidados, como o combate a focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, e atendimento aos infectados, principalmente com a forma grave da dengue.

Autuações da Receita Federal sobem 65% em 2023 e somam R$ 225,5 bi

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As autuações promovidas pela Receita Federal bateram recorde e somaram R$ 225,5 bilhões em 2023, divulgou nesta sexta-feira (5) o órgão. O valor recorde representa alta de 65% em relação aos R$ 136,7 bilhões autuados em 2022.Autuações da Receita Federal sobem 65% em 2023 e somam R$ 225,5 biAutuações da Receita Federal sobem 65% em 2023 e somam R$ 225,5 bi

Apesar do aumento nas autuações, apenas 5% do valor cobrado entrou nos cofres federais em 2023. Segundo a Receita Federal, isso ocorreu por causa de questionamentos dos contribuintes após a emissão dos autos de infração, tanto na esfera administrativa como em processos judiciários.

Do valor de R$ 225,5 bilhões, informou o Fisco, R$ 215,9 bilhões foram autuados de pessoas jurídicas e R$ 9,6 bilhões de pessoas físicas. O restante refere-se a empresas, principalmente grandes companhias. As empresas de maior porte responderam por 81,3% do total do valor autuado de pessoas jurídicas, R$ 175,6 bilhões.

No ano passado, a Receita monitorou 8.596 empresas de forma diferenciada. Essas companhias representam apenas 0,04% das empresas formais no país, mas respondem por 61% da arrecadação administrada pela Receita Federal. Segundo o relatório, o monitoramento específico resultou em R$ 27 bilhões em créditos tributários (valores a serem recebidos pelo Fisco) por meio de empresas que autorregularizaram a situação e evitaram sanções ou processos na Justiça. Desse total, foram pagos ou parcelados R$ 5,6 bilhões.

Planejamento

Além de apresentar os resultados de 2023, a Receita divulgou o planejamento da fiscalização para 2024. As ações de fiscalização se concentrarão em ajudas indevidas concedidas a empresas do setor de eventos por meio do Programa Perse, com as fiscalizações de uso da ajuda financeira de incentivos estaduais para obter desconto no Imposto de Renda e no mecanismo aprovado no fim do ano passado para coibir abusos na dedução de Juros sobre Capital Próprio (JCP).

Em relação ao Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), a subsecretária de Fiscalização da Receita, Andrea Costa Chaves, disse que o órgão pretende ampliar em 2024 as notificações por uso irregular da ajuda, concedida a empresas afetadas pela pandemia. No ano passado, informou a subsecretária “um número muito pequeno” de contribuintes foi notificado, dos quais a metade regularizou a situação voluntariamente. Ela não revelou a quantidade de notificações para o Perse.

Em relação ao JCP, o Fisco pretende concentrar a fiscalização em grandes empresas que usavam o mecanismo, que permite registrar a distribuição de lucros aos acionistas como despesa. Isso na prática reduz o lucro e o pagamento de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPF) e de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e tem sido usado por grandes empresas como ferramenta de planejamento tributário, para pagar menos tributos.

Em relação à dedução do IRPJ e da CSLL de ajudas estaduais a empresas, a Receita informou ter notificado 562 empresas por suspeita de irregularidade. No ano passado, o Congresso aprovou uma lei que restringe a utilização das subvenções (ajuda financeira) do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo arrecadado por estados a investimentos. As empresas podem deduzir do IRPJ e da CSLL a ajuda do ICMS usada para investir (comprar máquinas, equipamentos e fazer obras), mas não para gastos correntes.

A lei aprovada pelo Congresso estabeleceu uma renegociação especial para as empresas que utilizaram o benefício indevidamente e acumulam um passivo de cerca de R$ 90 bilhões. Nesta semana, a Receita publicou a instrução normativa do programa de renegociação, que concederá até 80% de desconto na dívida. O prazo de adesão começa em 10 de abril.

Reforço

O reforço na fiscalização da Receita faz parte da estratégia do governo para elevar a arrecadação e cumprir a meta de zerar o déficit das contas públicas neste ano, com tolerância de até 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB). Apesar do compromisso, a Receita Federal informou que não trabalha com metas de lançamento de autos de infração, apenas com a definição dos temas prioritários de fiscalização a cada ano.

A subsecretária de Fiscalização da Receita admitiu que a greve dos auditores fiscais, no fim do ano passado e no início deste ano, impactou o número de autuações. Ela, no entanto, afirmou que justamente a definição de estratégias de fiscalização ajudou a garantir o recorde de autuações no ano passado.

Caçada aos fugitivos de Mossoró custou R$ 6 milhões ao governo

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O Ministério da Justiça informou nesta sexta-feira (5) que o custo total da operação de recaptura dos dois fugitivos do presídio federal de Mossoró (RN) alcançou R$ 6 milhões, uma média de R$ 121 mil por dia. Os valores incluem gastos com passagens, diárias, combustíveis, manutenção e operações aéreas para agentes da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Força Nacional e da Força Penal Nacional. Rogério Mendonça, 35 anos, e Deibson Nascimento, 33 anos, foram encontrados na quinta-feira (4), em Marabá (PA), após 50 dias de buscas.

A Polícia Rodoviária Federal representou a maior parte dos gastos da operação, totalizando R$ 3,3 milhões, seguida pela Força Nacional, com R$ 1,4 milhão, Polícia Federal, com R$ 665 mil, e Força Penal Nacional, com R$ 625 mil.

A operação para capturar os fugitivos contou com uma megaestrutura que envolveu mais de 500 agentes, helicópteros e drones com visão noturna e mapa de calor, além de cães farejadores. Ao anunciar o fim da operação, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, classificou a recaptura como “uma vitória do Estado e das forças de segurança” e uma demonstração de que “o crime organizado em nosso país não será bem sucedido”.

Rogério e Deibson foram transferidos de volta para o presídio de Mossoró durante a madrugada desta sexta-feira (5). Eles estão em celas separadas sob constante monitoramento. Após a fuga, a penitenciária passou por reformas e recebeu um novo sistema de monitoramento por câmeras.

Governo de MS apoia ações para melhorar atendimento a pessoas com autismo em Dourados

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Com atendimento especializado oferecido para 200 famílias, a AAGD (Associação de Pais e Amigos dos Autistas da Grande Dourados) inaugurou hoje (5) na maior cidade do interior de Mato Grosso do Sul a segunda etapa da obra da sede própria da instituição.

A solenidade reuniu o vice-governador José Carlos Barbosa (Barbosinha), a primeira-dama Mônica Riedel, além da secretária Viviane Luiza (Cidadania) e a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, e outras autoridades.

“Fico feliz por estar aqui nesta inauguração, que é parte de um projeto sensível para a inclusão, cuidado e respeito. E temos que garantir essa inclusão em todos os aspectos”, disse Mônica Riedel.

Para as famílias que são assistidas no local, a melhoria física contribui para o bem-estar das pessoas com autismo.

“Eu participei do começo da associação e conseguimos muitas melhorias ao longo dos anos, e precisamos continuar. Os tratamentos oferecidos aqui são muito importantes para o desenvolvimento deles”, disse Maria Evangelista Martins, mãe de Elen Regina, 26 anos.

A entidade oferece atendimento gratuito a autistas em projetos de musicalização, ginástica, ecoterapia e artes. Desde quando começou a realizar terapia na instituição, Elen apresentou progresso nas relações sociais e também melhoria física. “Eu gosto de fazer as aulas de artes, equoterapia e a academia”, disse ela.

“O mundo é para todos, por isso a inclusão é necessária”, disse Viviane Luiza, secretária de Estado de Cidadania. Também participaram do evento a deputada estadual Gleice Jane, o deputado federal Geraldo Resende, o prefeito Alan Guedes e outras autoridades estaduais e municipais.

Governo de MS apoia ações para melhorar atendimento a pessoas com autismo em Dourados
Governo de MS apoia ações para melhorar atendimento a pessoas com autismo em Dourados
Governo de MS apoia ações para melhorar atendimento a pessoas com autismo em Dourados
Governo de MS apoia ações para melhorar atendimento a pessoas com autismo em Dourados

Conquista

A primeira etapa da sede da AAGD foi inaugurada em agosto de 2021, como resultado de um investimento no valor de R$ 1 milhão, recursos de emenda – de 2018 – do deputado federal Geraldo Resende.

O prédio foi construído em uma área doada pelo município no Jardim Canaã III. Para a da segunda etapa da obra, convênio com a SES (Secretaria de Estado de Saúde) possibilitou o repasse de mais de R$ 1,7 milhão.

A previsão AAGD é que com a inauguração da segunda etapa, os serviços oferecidos no local poderão ser ampliados. A estrutura passa a contar com salas para adaptação, artes, musicalização, psicologia, assistência social, educação física, psicopedagogia, academia para adolescentes, ginásticas no salão grande, sala de reuniões, cozinha com refeitório e parquinho.

“É uma grande conquista para todos nós um sonho realizado”, disse o presidente da AAGD, Francisco Sobrinho de Brito.

“Eu não tenho outra forma de fazer terapia no meu filho. Aqui ele tem todo o acompanhamento o que ajudou muito na interação social, coordenação motora, concentração, em tudo. Agradeço muito o apoio que o Governo do Estado dá a nossa associação”, disse Patrícia Potrich, mãe do Rodrigo, 16 anos, atendido no local.

Governo de MS apoia ações para melhorar atendimento a pessoas com autismo em Dourados
Governo de MS apoia ações para melhorar atendimento a pessoas com autismo em Dourados
Governo de MS apoia ações para melhorar atendimento a pessoas com autismo em Dourados
Governo de MS apoia ações para melhorar atendimento a pessoas com autismo em Dourados
Governo de MS apoia ações para melhorar atendimento a pessoas com autismo em Dourados

Atendimento

A Associação dos Autistas da Grande Dourados é uma entidade sem fins lucrativos, que atende pessoas com TEA (Transtornos do Espectro Autista) e suas famílias, por meio de atendimento social, clínico, terapêutico e pedagógico de crianças, jovens e adultos.

A AAGD oferece três projetos próprios para tratamento do autismo – musicalização, equoterapia e ginástica. A musicalização auxilia o autista a manifestar sentimentos e sensações internas tanto quanto conteúdos mentais.

Já a equoterapia contribui em ganhos nos aspectos físico e psíquico, contribuindo para o desenvolvimento da força muscular, relaxamento, conscientização do próprio corpo, aperfeiçoamento da coordenação motora e equilíbrio. Com o projeto de ginástica amplia o repertório motor e cognitivo, para o domínio do próprio corpo e autonomia para realizar tarefas do dia a dia.

A associação também proporciona, em parceria com o município, o atendimento psicossocial, promovendo a intervenção no quadro específico do paciente, além do apoio psicológico familiar, que tem como competência o acolhimento e acompanhamento de todos os que vivem ao redor da pessoa com autismo.

Atualmente, a AAGC é a única referência na prestação deste serviço na cidade de Dourados e região – formada por 33 municípios com mais de 1 milhão de habitantes.

Governo de MS apoia ações para melhorar atendimento a pessoas com autismo em Dourados
Governo de MS apoia ações para melhorar atendimento a pessoas com autismo em Dourados
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Governo de MS apoia ações para melhorar atendimento a pessoas com autismo em Dourados

Responsabilidade

O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da SEC (Secretaria de Estado de Cidadania), lançou na terça-feira (2) – Dia Mundial da Conscientização do Autismo -, o programa ‘MS Acessível: Promovendo a Cidadania para Pessoas com Condições Ocultas ou Invisíveis’, para incentivar a aceitação e a compreensão do uso do cordão de girassol.

Mato Grosso do Sul foi pioneiro ao instituir o uso do cordão, em 2022, como instrumento auxiliar de orientação para a identificação de pessoas com condições ocultas, enquanto a lei federal foi publicada apenas no ano passado. O Estado se destacou, mais uma vez, como o primeiro do Brasil a cumprir a legislação por meio do programa.

As condições ocultas ou invisíveis são aquelas que não são imediatamente óbvias, como autismo, dificuldade de aprendizagem, mobilidade ou condições que causam dor crônica.

O programa ‘MS Acessível’ tem como objetivo garantir os direitos, a cidadania e a qualidade de vida à população com tais condições no Estado, e tornar o Mato Grosso do Sul cada vez mais inclusivo, possibilitando o acesso às políticas públicas diversas.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm

Confira a farmácia de plantão hoje em Amambai

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Plantão: Hiperpopular Drogaria  Fone: 99279-2364

Antiga Farmácia São Lucas

Lei que cria auxílio médico social para aposentados e pensionistas do Estado entra em vigor

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O governador Eduardo Riedel sancionou a lei que cria um auxílio médico social para aposentados e pensionistas do Estado, no valor de R$ 300 por mês. A proposta foi enviada para Assembleia Legislativa, aprovada pelos deputados e agora foi publicada no Diário Oficial do Estado.

O benefício será para aposentados e pensionistas dos órgãos da Administração Direta, das autarquias e das fundações do Poder Executivo Estadual, que recebam proventos ou pensão da MSPREV (Previdência do Mato Grosso do Sul), até o valor do teto do INSS, hoje em R$ 7.786.01. Ao todo 11.150 servidores (inativos) serão contemplados.

 “O governador Eduardo Riedel nos orientou para pensarmos nas pessoas com menores salários. Dessa forma, criamos este auxílio médico social que é uma forma de atender o pleito”, destacou o secretário de Governo e Gestão Estratégica, Rodrigo Perez.

O benefício terá caráter indenizatório e não se incorpora aos proventos ou pensão para nenhum fim e não é computado para efeito de cálculos de gratificação, adicionais ou outros acréscimos.

A lei consta que na hipótese de pensão por morte seja concedida a mais de um dependente, o benefício será dividido de forma proporcional às cotas concedidas. A lei entra em vigor a partir desta publicação, com efeitos referentes a 1° de abril de 2024.

Atualmente, o Governo de Mato Grosso do Sul tem cerca de 29 mil servidores e pensionistas cadastrados na Agência de Previdência Social de MS. O benefício será pago a mais de 30% do quadro dos inativos do Estado. O impacto será de R$ 3,2 milhões por mês, com a utilização de recursos próprios do Governo do Estado, sem usar o fundo previdenciário da Ageprev.

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Foto: Álvaro Rezende

Consumo de serviços de saúde avança 10,3% após pandemia

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O consumo de bens e serviços de saúde foi impactado pela pandemia de covid-19 em seu primeiro ano (2020), ocorrendo o mesmo com os demais segmentos de bens e serviços que tiveram queda de 4,4% em volume.Consumo de serviços de saúde avança 10,3% após pandemiaConsumo de serviços de saúde avança 10,3% após pandemia

Em 2021, no entanto, o volume do setor de saúde avançou 10,3%, quase cinco vezes mais do que os bens e serviços não relacionados à saúde (2,3%).

Os dados são da pesquisa Conta-Satélite de Saúde 2021, divulgada nesta sexta-feira (5), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo Tassia Holguin, pesquisadora do IBGE, apesar do aumento dos procedimentos de emergência provocados pela pandemia, o isolamento social acabou reduzindo a busca por atendimentos não emergenciais em 2020.

“Em 2020, por conta do isolamento, a gente teve uma queda no número de procedimentos ambulatoriais e hospitalares. As pessoas deixaram de fazer cirurgias eletivas e de ir ao médico e ao dentista. Elas foram postergando”, explica Tassia. “Em 2021, elas precisaram retomar as consultas, cirurgias que não podiam ser mais adiadas e o próprio consumo de medicamentos”, acrescentou.

Expansão

Apesar da redução total do consumo de bens e serviços de saúde, em 2020 o setor teve um aumento de 1,9% nos postos de trabalho nesse primeiro ano de pandemia, enquanto o restante da economia acusou uma perda de 7%.

Os postos de trabalho da saúde pública cresceram 7%, enquanto a fabricação de produtos farmacêuticos teve alta de 4,9%. A saúde privada cresceu apenas 0,2%.

No ano seguinte, o emprego na saúde aumentou mais: 5,1%. No entanto, esse crescimento foi puxado pela saúde privada com alta de 10,8% nos postos de trabalho, enquanto a saúde pública caiu 2,5%.

As atividades relacionadas à saúde eram responsáveis por 8,4 milhões das ocupações no Brasil em 2021, ou 8% do total, bem acima dos 5,2 milhões (5,3%) de 2010.

As remunerações do setor de saúde totalizaram R$ 372,3 bilhões em 2021, o equivalente a 10,5% do total da economia em 2021.

As despesas com saúde no Brasil chegaram a R$ 872,7 bilhões em 2021, o equivalente a 9,7% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Do total do PIB, 4% representavam os gastos do governo e 5,7% as despesas das famílias.

Saúde pública

Comparando-se a participação da saúde pública no PIB, em relação a alguns países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil ficou à frente do México (3,1%), mas atrás da média da OCDE (7,4%), Colômbia (7,1%), Chile (5,9%), Reino Unido (10,3%), França (10,4%) e Alemanha (11,1%).

Na comparação com 2020, houve uma queda da participação dos gastos do governo com saúde no PIB, já que no primeiro ano da pandemia, a saúde pública respondia por 4,2% da economia brasileira.

Em 2021, a despesa per capita com o consumo de bens e serviços de saúde de famílias e instituições sem fins de lucro a serviço das famílias alcançou R$ 2.387,50, enquanto os gastos per capita do governo com o fornecimento de serviços de saúde pública e medicamentos foram de R$ 1.703,60.

Em relação aos gastos das famílias com saúde, a maior parte (63,7% ou R$ 318,1 bilhões) foi com serviços de saúde privados. Os medicamentos responderam por 33,7% (R$ 168,3 bilhões) dos gastos com saúde.

Prefeito de Tacuru, Rogério Torquetti vai em busca da reeleição e aliados buscam vaga de vice

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Torquete tem apoio de Paulo Corrêa e Eduardo Riedel - Fotos: Divulgação

Em Tacuru, o prefeito Rogério Torquetti (PSDB), vai em busca da reeleição, e nesse projeto tem apoio do governador Eduardo Riedel, ex-governador Reinaldo Azambuja, deputados estaduais e federais e a maioria absoluta dos vereadores eleitos no município, além de lideranças de variados segmentos.

Segundo Torquetti, “o projeto de reeleição é uma consequência natural do trabalho que fizemos, juntamente com nosso vice e toda nossa equipe, e apoio que tivemos do ex-governador Reinaldo Azambuja, do atual governador Riedel, com muitas obras sonhadas há décadas pela comunidade, e a população reconhece isso e nos cobra ir em busca da reeleição, por isso nossa pré-candidatura está posta e estamos fechando nosso grupo de vereadores e aliados”, disse o prefeito.

VICE

Como o atual vice-prefeito Pedrinho está impossibilitado de ir em busca da reeleição, o nome do companheiro de chapa de Torquetti deverá ser escolhido mais próximo da convenção, e os partidos aliados estão se articulando para conquistar a vaga, que deverá ser preenchida em comum acordo entre o grupo.

Prefeito de Tacuru, Rogério Torquetti vai em busca da reeleição e aliados buscam vaga de vice
Senadora Tereza Cristina é parceira do prefeito.

Secretário Sérgio Perius filia-se ao PT para ser vice de Luciney Bampi em Amambai

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O pré-candidato a prefeito e presidente do PT, em Amambai, Luciney Bampi (d) com Sérgio Perius, recém-filiado e pré-candidato a vice-prefeito pela sigla. (Fotos: Divulgação)

Vilson Nascimento

O professor universitário e secretário municipal, em Amambai, Sérgio Perius filiou-se ao PT (Partido dos Trabalhadores) para ser o pré-candidato a vice do ex-vereador e também ex-secretário municipal, Luciney Bampi, pré-candidato a prefeito pela sigla nas eleições de 2024, em Amambai.

Durante a gestão do atual prefeito, Dr. Edinaldo Bandeira, Sérgio Perius foi secretário de saúde, de gestão e de meio ambiente.

Luciney Muller Bampi, que além de pré-candidato pela sigla é o atual presidente do Partido dos Trabalhadores no município, foi secretário de meio ambiente e chegou a ocupar a secretaria de governo na gestão do atual prefeito.

Secretário Sérgio Perius filia-se ao PT para ser vice de Luciney Bampi em Amambai

Fiems participa da abertura da Expogrande 2024 em Campo Grande

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A Fiems marcou presença na abertura da 84ª edição da Expogrande. O vice-presidente Crosara Júnior participou da cerimônia de abertura da maior exposição agropecuária de Mato Grosso do Sul, na noite dessa quinta-feira (04/04), no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande.

Neste ano, a feira deve movimentar R$ 150 milhões na economia local por meio de shows, leilões e negócios. A expectativa é de que 120 mil pessoas visitem a Expogrande até o dia 14 de abril.

Com o objetivo de demonstrar a força da indústria sul-mato-grossense, a Fiems conta com o maior estande da Expogrande 2024. O Pavilhão da Indústria é um espaço de 1,1 mil metros quadrados onde serão apresentados produtos e serviços do Sistema Fiems e de parceiros institucionais.

Para o vice-presidente da Fiems, Crosara Júnior, a sociedade precisa conhecer a força da indústria local e sua plena integração com o setor agropecuário, uma vez que a indústria tem contribuído para a forte expansão da atividade econômica de Mato Grosso do Sul nos últimos anos.

“Mato Grosso do Sul se moderniza olhando para a indústria de transformação. Por isso, não podemos deixar de estar presentes na Expogrande, mostrando ao público as transformações que a indústria promove não apenas na economia do Estado, mas também no aspecto social”, declarou Crosara Júnior.

Governador de MS reconhece a maturidade da cadeia produtiva

O governador Eduardo Riedel reconheceu a importância da participação crescente da indústria na Expogrande 2024, por meio do Pavilhão da Indústria e do apoio à realização da feira. Para o chefe do executivo estadual, a presença do segmento industrial na exposição agropecuária ressalta a maturidade da cadeia produtiva sul-mato-grossense.

“Quando você vê essa integração da agropecuária com a indústria, isso demonstra a maturidade da cadeia produtiva que Mato Grosso do Sul construiu ao longo dos anos. Se nós estamos crescendo mais de 6,5% ao ano, é porque há uma transformação industrial em curso baseada nessa conquista. Isso é muito positivo para o nosso Estado porque resulta em emprego, renda e bem-estar social para nossa população. Parabéns à indústria de Mato Grosso do Sul, presente na Expogrande e fortalecendo o encadeamento produtivo”, afirmou Riedel.

Titular da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck falou sobre a visão estratégica de Mato Grosso do Sul a partir do desenvolvimento conjunto entre o agronegócio e a indústria locais.

“O foco estratégico é pegar a nossa produção rural, que é diversificada e altamente competitiva, e transformá-la em produtos acabados. Queremos industrializar a nossa produção agrícola. O agro cresce, a indústria transforma e a gente exporta produtos de valor agregado para o mundo todo, levando diretamente ao supermercado e não mais às indústrias de outros países”, explicou Verruck.

União entre parceiros faz a força do setor produtivo em MS

A Expogrande é sinônimo de tradição, lazer para a família e ambiente de negócios. Isso só é possível graças à soma de esforços de todos os parceiros envolvidos. O presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), entidade realizadora da feira, Guilherme Bumlai, enalteceu a parceria com o Sistema Fiems para viabilizar a edição 2024.

“O fato de a indústria de transformação estar junto conosco demonstra a grandeza que nós buscamos com a Expogrande. Conseguimos fazer o fechamento desse ciclo entre os setores produtivos da economia, indústria e agronegócio. Deixo aqui o meu agradecimento à Fiems por trazer esse estande maravilhoso, que é o Pavilhão da Indústria”, disse Bumlai.

Na mesma linha, o presidente da Associação Sul-Mato-Grossense dos Criadores de Nelore, Paulo Mattos, ressaltou que a participação da Fiems na exposição consolida a força do agronegócio estadual.

“Desejamos que muitos negócios sejam realizados na Expogrande. A feira desse ano deve dobrar o volume de faturamento e de leilões em relação ao ano passado. Parabéns ao presidente da Fiems, Sérgio Longen, e a todos que vão participar economicamente dessa feira de grandes negócios que gera emprego e traz desenvolvimento ao nosso Estado”, afirmou Mattos.

Parceiro da Fiems na Expogrande 2024, o Banco do Brasil marcou presença no Pavilhão da Indústria com um estande para oferecer linhas de crédito a produtores rurais e empresários. O superintendente estadual do BB, Omar Vasconcelos, detalhou os serviços que serão oferecidos durante os 11 dias de exposição.

“Alocamos para a Expogrande a quantia de R$ 200 milhões para serem liberados em linhas de investimento. Teremos uma equipe presente todos os dias na feira, no Pavilhão da Indústria, que irá oferecer assistência de crédito e consultoria de agronegócio para os nossos produtores rurais. É com muito entusiasmo que o Banco do Brasil participa da Expogrande. Isso demonstra nossa parceria e comprometimento com o produtor rural de Mato Grosso do Sul”, sublinhou Vasconcelos.

A Expogrande segue até 14 de abril, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande.