A Polícia Civil, por intermédio da Seção de Investigações Gerais (SIG) de Amambai/MS, prendeu neste domingo (14) um casal por envolvimento em um homicídio e ocultação de cadáver ocorrido na Aldeia Amambai. Após tomar conhecimento que na noite de sábado (13) havia sido encontrado um cadáver decapitado próximo a um córrego localizado na Aldeia Amambai, as equipes da polícia civil e científica se deslocaram até o local e constataram a veracidade dos fatos.
No local havia um homem, com os membros superiores cortados e decapitado. Diante dos fatos, o corpo da vítima foi recolhido para as providências cabíveis.
Imediatamente a Polícia Civil iniciou trabalho investigativo e descobriu que dois indivíduos identificados como L.V.M. (homem de 19 anos) e S.G.V (mulher de 27 anos) foram os responsáveis pelo crime. A vítima foi identificada como sendo José Areve Martins, de 28 anos de idade.
Após realizar buscas no interior da Aldeia Amambai com apoio da segurança local, os dois autores foram presos em flagrante e conduzidos à Delegacia de Polícia Civil de Amambai. Eles foram autuados por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
Na Delegacia, S.G.V. informou que era casada com L.V.M., mas, depois da separação, passou a se relacionar com a vítima. No entanto, motivado por ciúmes, L.V.M. matou José com golpes de machado e o decapitou. Além disso, S.G.V. afirmou que ajudou a jogar a cabeça de José em um córrego.
Já L.V.M. confirmou ter matado José, o atingindo com golpes de machado na região do pescoço até decapita-lo, pois ambos haviam se desentendido e L.V.M. estaria se sentindo ameaçado. Após a ação, informa que S.G.V. lhe ajudou a jogar a cabeça da vítima em um córrego.
Ainda na manhã de ontem, equipes das Polícias Civil e Científica, com apoio do Corpo de Bombeiros Militar se deslocaram até o local onde os autores informaram ter se desfeito de parte do cadáver e conseguiram encontrar partes do corpo da vítima. De acordo com a delegada responsável pelo caso, Alana Tíssia, as buscas continuam para localizar a cabeça e os membros superiores.
O prefeito de Caarapó e presidente do diretório municipal do PSDB, André Nezzi. Foto: Divulgação
O prefeito de Caarapó e presidente do diretório municipal do PSDB disse nesta manhã ao Jornal Caarapó News que o Governador Eduardo Riedel, bem como o ex-governador e presidente do diretório estadual do PSDB, Reinaldo Azambuja, vão apoiar quem o partido e o seu grupo político indicar como pré-candidato a prefeito nas eleições municipais deste ano.
Hoje o grupo tem duas pré-candidaturas, uma própria dentro do partido, através do vereador Pipoca (PSDB), e outra do aliado PP, com o empresário Gordo da Tigre.
“Definimos junto ao diretório estadual e ao governo que o nome será decidido através de pesquisas qualitativa, quantitativa e apoio político”, explicou o prefeito.
André Nezzi também disse que o nome ainda não foi definido devido ao equilíbrio entre as duas pré-candidaturas. “Hoje, existe praticamente um empate técnico. São dois bons nomes, com perfis diferentes, estamos tomando todo cuidado para encontrar o mais competitivo e que angarie o maior número possível de apoio”, revelou.
Questionado sobre os pré-candidatos estarem divulgando que possuem apoio do Governo, Nezzi respondeu com humor: “se eu fosse candidato também faria o mesmo” (risos). Mas a verdade é que já sentamos e ouvimos do Governo, bem como do ex-governador Reinaldo, e ouvi de ambos que eles apoiarão o nome que indicarmos. Se alguém tiver alguma dúvida é só ligar e perguntar pra eles”, explicou.
Nos últimos dias a disputa pela indicação do nome no grupo político do prefeito André Nezzi se acirrou, com declarações de apoio de vereadores e lideranças políticas de ambas partes. Entrevistas também foram concedidas a veículos de comunicação e ambos os candidatos dizem ter o apoio do Governo do Estado, o que foi esclarecido por André Nezzi. “O Governo hoje não tem candidato ainda em Caarapó, nem nós. Temos dois pré-candidatos, quando definirmos o nome, esse terá o apoio meu e do governo juntos”, finalizou.
Luiz Miguel vencedor da categoria Kids em 2023 (Foto: Júnior Lopes/ Assessoria)
A Prefeitura de Naviraí, por intermédio da Fundação Cultural, anunciou a abertura das inscrições para o 16⁰ Festival de Música Popular e Sertaneja e para o 7⁰ Festival Kids de Música. Os interessados em participar devem residir em Naviraí e realizar as inscrições gratuitas até o dia 17 de maio, por meio do site da Prefeitura Municipal ou presencialmente na Fundação Cultural, localizada na Rua Joaquim das Neves Norte nº 354, centro.
Edivânia França, vencedora na categoria Popular em 2023 (Foto: Júnior Lopes/ Assessoria)
Para os candidatos do 16⁰ Festival de Música Popular e Sertaneja, que devem ser maiores de 16 anos, no ato da inscrição é necessário apresentar um documento pessoal original com foto, como RG ou CNH, além do comprovante de residência. Já os calouros do Festival Kids devem ter idade entre 08 e 15 anos completos e devem apresentar Certidão de Nascimento ou RG, bem como documento do responsável comprovante de residência.
As audições para definir os classificados ocorrerão no dia 31 de maio, a partir das 19h30min, no Mercado Municipal Altevir Nunes, localizado na Avenida Iguatemi nº 195, centro. Os candidatos poderão se apresentar individualmente, em dupla ou trio. A Comissão Julgadora analisará os critérios de afinação, ritmo e interpretação, selecionando 10 intérpretes por categoria que estarão classificados para a semifinal.
Thiago Mendes venceu a categoria Popular no ano passado (Foto: Júnior Lopes/ Assessoria)
As semifinais e finais do 16⁰ Festival de Música Popular e Sertaneja e do 7⁰ Festival Kids de Música, acontecerão durante a 21ª FEJUNAV – Festa Junina de Naviraí, que será realizada pela Prefeitura Municipal com apoio do Governo do Estado e Câmara Municipal, na Praça Euclides Fabris, a Praça Central, nos dias 07, 08 e 09 de junho. As semifinais terão 10 concorrentes por categoria e ocorrerão na sexta-feira, dia 07 de junho. As finais de cada categoria terão 05 calouros e ocorrerão no sábado, dia 8 de junho.
PREMIAÇÕES Juntos, os dois festivais estarão distribuindo R$ 48.400,00 (Quarenta e oito mil e quatrocentos reais), sendo R$ 36.400,00 (Trinta e seis mil e quatrocentos reais), divididos entres os candidatos semifinalistas e os finalistas do 16⁰ Festival de Música Popular e Sertaneja e mais R$ 12.000, 00 (Doze mil reais) entre os semifinalistas e os finalistas do 7⁰ Festival Kids de Música.
Em 2023, os vencedores foram Edivânia França na categoria Popular), Thiago Mendes pela categoria Sertaneja e Luiz Miguel no Festival Kids.
Comunicamos com pesar o falecimento nessa segunda-feira, dia 15 de abril, no Hospital Regional, em Ponta Porã, de Alcebiades de Siqueira Godoy, de 74 anos.
Trasladado para Amambai, seu corpo foi velado no Memorial Primavera e o sepultamento aconteceu nesta terça-feira (16) às 7h da manhã no Cemitério Municipal Crepúsculo.
Nesta segunda-feira, 15 de abril, a Prefeitura de Paranhos, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semec), deu início, na Escola Municipal Indígena Pancho Romero, na aldeia Paraguaçu, à Semana dos Povos Indígenas. Na quadra poliesportiva, ocorreu a abertura dos jogos escolares, com a presença do prefeito Donizete Viaro, da presidente da câmara, Elizabeth Brites Benites, da secretária de Educação, Antônia Zagonal, além da coordenação das escolas indígenas e do capitão Ubaldo Fernandes. A cerimônia teve a entrada dos atletas e professores representando suas equipes.
A programação da Semana dos Povos Indígenas se estende ao longo da semana, com diversas atividades como rituais, jogos e apresentações. O evento é aberto ao público e é realizado em todas as comunidades indígenas do município de Paranhos. O prefeito Donizete ressaltou que o evento visa fortalecer as tradições e valorizar a diversidade cultural dos povos indígenas.
“Estamos muito felizes de poder estar aqui no início das comemorações da Semana dos Povos Indígenas. Queremos andar lado a lado porque entendemos suas tradições. Diversas atividades envolvem estudantes, professores e comunidade, isso promove o fortalecimento e a valorização da cultura. Parabéns, comunidades, viva a Paraguaçu!”, disse o prefeito Donizete.
Os amambaienses, Leandro Ricardo Ribeiro e Carlos Eduardo Czerwonka durante a competição estadual em Campo Grande. (Fotos: Divulgação)
Vilson Nascimento
Os lutadores, Leandro Ricardo Ribeiro e Carlos Eduardo Czerwonka representaram Amambai em mais uma competição estadual nesse sábado, dia 13 de abril, em Campo Grande.
Leandro Ricardo fez sua estreia no MMA, pela Federação PFC (Pantanal Fight Championship).
Já Carlos Eduardo, que competiu no Jiu-Jitsu, foi medalha de ouro (1º colocado) na categoria Master 1 até 88 quilos, faixa azul e medalha de prata (vice-campeão) na Absoluto faixa azul Master 1, competição organizada pela FSMJJ (Federação Sul-mato-grossense de Jiu Jitsu)
Os amambaienses participaram da competição da capital Sul-mato-grossense com patrocínio da Planmap Engenharia, Precisão Armas e Acessórios e da Rosemberg Automotivos.
O presidente do Sindicato Rural de Amambai, Rodrigo Lorenzetti. Participação dos produtores na reunião será de grande importância para tomar conhecimento e sanar dúvidas sobre o trabalho da Patrulha Rural. (Foto: Vilson Nascimento)
Vilson Nascimento
O Sindicato Rural de Amambai (SRA) está convidando, por intermédia de seu presidente, Rodrigo Ângelo Lorenzetti, os produtores rurais de Amambai e toda a região para uma reunião com o comando estadual da Patrulha Rural da Polícia Militar.
A reunião de grande importância para garantir segurança no campo, está prevista para iniciar às 19h desta segunda-feira, dia 15 de abril, no salão multiuso da sede do Sindicato Rural de Amambai e vai contar com a presença do comandante de Policiamento Rural, em Mato Grosso do Sul, coronel Maurício Pavão.
“É muito importante a participação de todos os produtores rurais”, disse o presidente da do SRA, Rodrigo Lorenzetti ao informar que durante a reunião serão tiradas dúvidas sobre o funcionamento do policiamento rural e a forma como o produtor rural poderá se cadastrar e colaborar com o trabalho Patrulha Rural, que faz parte do programa Campo Mais Seguro, desenvolvido pelo Governo do Estado, em MS.
A Semana dos Povos Indígenas já começou em Amambai com uma série de atividades que celebram uma rica herança cultural. As aldeias Amambai, Limão Verde e Jaguary se unem para oferecer uma programação repleta de esporte, cultura e lazer para os moradores locais.
Na Aldeia Amambai, as escolas locais deram o pontapé inicial com diversas atividades, desde gincanas até competições esportivas, como corrida de saco, estilingue, arco e flecha, queimada, arremesso de lança, corrida de ovo, cabo de força e bets. À noite, a Aldeia Limão Verde realizará o tradicional concurso de Miss e Mister, marcando a abertura oficial da semana dos povos indígenas na comunidade.
A iniciativa, promovida pela Prefeitura de Amambai por meio da Secretaria Municipal de Assuntos Indígenas (SEIND) em colaboração com as lideranças das comunidades, visa proporcionar uma experiência enriquecedora para todos os participantes, destacando a importância da preservação e valorização da cultura indígena.
Confira a programação para os próximos dias:
Aldeia Amambai: • 16/04/2024 (Terça-feira) e 17/04/2024 (Quarta-feira): II Vivência das Escolas Indígenas, proporcionando uma experiência educativa enriquecedora. • 18/04/2024 (Quinta-feira): Pela manhã, Ação Social em parceria com o 17º RC MEC beneficiará a comunidade, seguida pela III Feira de Produtos Artesanais da Aldeia Amambai durante a tarde e noite. A Noite Cultural Tradicional encerrará o dia na casa da Nandesy Ilma. • 19/04/2024 (Sexta-feira): Destaque para o Encontro dos Professores das Escolas Indígenas do Município e a eleição do Miss e Mister Indígena 2024, seguidos por um Show Baile.
Aldeia Limão Verde: • 16/04/2024: Noite Cultura Tradicional • 17/04/2024 (Quarta-feira): Festival de Música e Dança. • 19/04/2024 (Sexta-feira): Programação no Barracão de Eventos aberto à comunidade, com destaque para Show Baile, Torneio de Futsal, Torneio de Futebol, Corrida de Fundo (5 km), Arco e Flecha e Ciclismo.
Vista da cidade de Amambai. Adequação dos nomes das ruas vai facilitar a localização de endereços e o trabalho de entrega de encomendas, desta Lígia Borges. (Foto: Robson Fritzen/Arquivo)
Vilson Nascimento
Por meio de uma indicação apresentada durante a sessão da Casa de Leis dessa segunda-feira, dia 15 de abril, a presidente da Câmara Municipal, vereadora Lígia Borges (PP) pediu ao Executivo Municipal, a alteração de nomes de ruas duplicados na cidade, em Amambai.
Na mesma indicação a parlamentar também solicita ao prefeito, Dr. Edinaldo Bandeira, a colocação de placas de identificação nas referidas ruas com intuito, segundo a vereadora, de auxiliar nos serviços de entrega correspondências dos correios e demais transportadoras.
Entre as ruas com nome em duplicado em Amambai, Lígia Borges destaca a Rua José de Brito (Residencial Tênis Clube e Residencial Analy), a Rua dos Ipês (Vila Limeira e Conjunto Habitacional Guaicurús) e a Rua Cedros (Vila Limeira e Conjunto Habitacional dos Ipês).
“Esta indicação faz-se necessária tendo em vista que as entregas estão sendo dificultadas, sendo que os correios utilizam as como localização. Também é necessária a identificação com placas indicativas dos nomes e numeração de forma ordenada”, disse Lígia Borges ao ressaltar que os carteiros da cidade ainda têm bastante dificuldade na hora da entrega e devido a isso algumas correspondências não chegam ao seu destino de origem.
Com o propósito de agradecer a Deus pelos trabalhos desenvolvidos e pelo início da semana, a Prefeitura de Paranhos, por meio da Secretaria Municipal de Obras, realizou na manhã desta segunda-feira, dia 15, um Momento Devocional no espaço da SMO.
O evento contou com a participação de toda a equipe de trabalho, do Secretário da pasta, Sr. Levir, do gestor municipal, Donizete Viaro, vereadores e funcionários do paço municipal.
Na ocasião, o prefeito Donizete expressou sua gratidão a Deus pelas bênçãos concedidas a toda sua equipe por meio dos trabalhos prestados à comunidade Paranhense. Em seguida, o Pastor Anderson conduziu a palavra por meio de leitura bíblica e momento de oração, e para encerrar, foi oferecido aos presentes um delicioso café da manhã.
Equipe da Casa do Trabalhador em Amambai durante atendimento. (Foto: Divulgação)
Vilson Nascimento
A Casa do Trabalhador, órgão ligado à Fundação do Trabalho (Funtrab), do Governo do Estado, em Mato Grosso do Sul, disponibiliza 47 oportunidades de emprego nesta terça-feira, dia 16 de abril, em Amambai.
Veja abaixo as oportunidades de emprego disponibilizadas
1 vaga para auxiliar administrativo (PCD) 1 vaga para auxiliar de estoque (PCD) 1 vaga para secretária recepcionista (PCD) 1 vaga para repositor de mercadorias (PCD) 3 vagas para vendedor 1 vaga para pedreiro 1 vaga para operador retroescavadeira 1 vaga para operador de rolo compactador 1 vaga para soldador 1 vaga para auxiliar de armazenamento 1 vaga para auxiliar de arquitetura 2 vagas para auxiliar de engenheiro da construção civil 1 vaga para cabeleireira 1 vaga para manicure 4 vagas para gerente de produção 2 vagas para costureira 2 vagas para cozinheira 1 vaga para chapeador 4 vagas para faxineira 1 vaga para cuidador de idoso 1 vaga para mecânico de automóveis e caminhão 2 vagas para mecânico de automóveis 1 vaga para mecânico de veículos automotores a diesel 3 vagas para empregada doméstica 1 vaga para mecânico de moto 1 vaga para teleoperador de marketing (híbrido) (PCD) 1 vaga para vidraceiro 1 vaga para promotor de vendas 1 vaga para motorista de caminhão 1 vaga para empregada doméstica 1 vaga para mecânico de auto em geral 1 vaga para auxiliar de cozinha
Casa do trabalhador também oferece
A Casa do Trabalhador também realiza encaminhamento do seguro-desemprego para trabalhadores de Amambai e municípios da região.
Segundo o órgão, para dar entrada no pedido de benefício, o trabalhador deve apresentar o termo de rescisão, a carteira de trabalho, CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o RG (Carteira de Identidade).
A Casa do Trabalhador em Amambai funciona anexa a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do Salão Paroquial, no centro da cidade.
O horário de atendimento presencial ao público é de segunda a sexta no período das 7h às 13h. Maiores informações sobre os serviços prestados pela Casa do Trabalhador em Amambai poderão ser obtidas pelo fone (67) 3481-6148.
Robson Vargas (à frente) com o deputado federal Marcos Pollon. Foto: Divulgação
Redação
A Secretaria Municipal de Saúde de Amambai recebeu um aporte financeiro no valor de R$ 250 mil, por meio de uma emenda do deputado federal Marcos Pollon, a pedido de Robson Vargas, empresário no município.
Essa emenda, obtida junto ao Ministério da Saúde e incluída no Orçamento Geral da União de 2024, destina-se ao incremento temporário ao custeio dos serviços de atenção primária à saúde no município. Todo o montante será direcionado para o Posto de Saúde Jardim Panorama, atendendo assim às necessidades específicas dessa unidade.
Robson Vargas expressou satisfação em comunicar à população de Amambai sobre essa conquista, destacando o atendimento pelo deputado Marcos Pollon com uma emenda para a saúde do município. Ele enfatizou o prazer em contribuir para melhorias que beneficiarão diretamente a população.
A Prefeitura de Naviraí realizou na tarde de sábado (13/04), na Escola Municipal Maria de Lourdes Aquino Sotana, mais uma edição do Projeto Naviraí em Movimento. Esse projeto foi idealizado pela atual gestão com o objetivo de receber as demandas da população e atendê-las o mais breve possível, possibilitando um diálogo direto e efetivo com os moradores.
Além de promover ações de cultura e lazer, nos dias que antecedem o evento os bairros contemplados recebem serviços de infraestrutura como limpeza das vias públicas, mutirões de limpeza, podas de árvores, ações de combate aos criadouros do mosquito transmissor da dengue, manutenção da iluminação pública e da sinalização de trânsito.
A prefeita Rhaiza Matos esteve presente e como nas edições anteriores, e evento contou com apresentações culturais conduzidas pelo Grupo de Teatro Dança e Circo Sou Arte do Estado do Paraná que garantiram a diversão de crianças e adultos. Setores da Saúde, Esportes, Cultura, Meio Ambiente, Assistência Social, Educação, Serviços Públicos, Procon, Receita e Casa do Trabalhador foram representados e prestaram atendimentos aos moradores.
Inicialmente o evento estava planejado para ocorrer na Rua Gerusa, em frente à escola Maria Aquino, mas teve que ser transferido para a quadra de esportes da unidade escolar devido às chuvas. Mesmo com a mudança de local, a quadra ficou completamente lotada pelos moradores dos João de Barro, Boa Vista e dos bairros circunvizinhos. A próxima edição do Naviraí em Movimento já está agendada para o dia 25 de maio.
A Gerência de Meio Ambiente da Prefeitura de Naviraí recebeu nos dias 08, 09 e 10 de abril, um grupo de servidores de Aripuanã-MT que vieram conhecer as quatro Unidades de Conservação existentes no município, que são o Parque Natural Municipal do Córrego Cumandaí, o Parque Natural Municipal de Naviraí, o Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema e a Reserva Particular do Patrimônio Cultural – RPPN Santa Cecília.
Durante a visita técnica, os servidores que também integram o Conselho Municipal de Defesa ao Meio Ambiente de Aripuanã, foram guiados pelo Gerente de Núcleo de Unidades de Conservação e Educação Ambiental da Prefeitura de Naviraí, Matheus Henrique Lima, e pelo estagiário da Gerência de Meio Ambiente, Henrique Lima.
Essa iniciativa faz parte do PEA/UCs – Programa de Educação Ambiental das Unidades de Conservação de Naviraí, que tem como uma de suas ações promover aulas de campo e visitações guiadas nas quatro Unidades de Conservação locais. A intenção é fornecer conhecimentos necessários aos visitantes, para que possam compreender a gestão das UCs em Naviraí e aplicá-los na futura criação de uma Unidade de Conservação no município do interior do Estado vizinho.
As quatro Unidades de Conservação de Naviraí são importantes áreas preservadas, onde a biodiversidade é protegida e atividades sustentáveis são desenvolvidas. A visita técnica foi uma oportunidade única de troca de experiências e aprendizado mútuo, fortalecendo a colaboração entre os municípios e contribuindo para a conservação ambiental em ambos os locais.
Neste 15 de abril – Dia Nacional de Conservação do Solo – o Brasil tem pouco a celebrar, já que não avançou no compromisso assumido internacionalmente de recuperar 12 milhões de hectares de vegetação nativa. Dados da plataforma do Observatório da Restauração e do Reflorestamento apontam que o país possui hoje pouco mais de 79 mil hectares da sua cobertura vegetal original recuperada. Isso significa que menos de 1% da meta foi atingida.
Somado a isso, nos últimos anos o desmatamento e a degradação avançaram sobre os biomas brasileiros. De acordo com levantamento da MapBiomas, entre os anos de 2019 e 2022, o Brasil perdeu 9,6 milhões de hectares de vegetação nativa.
Segundo a diretora do Departamento de Florestas do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Fabíola Zerbini, esse cenário fez com que desde janeiro de 2023 o governo iniciasse uma revisão das metas e políticas públicas para o setor, não apenas para que o Brasil possa cumprir com os acordos firmados para conter os avanços da crise climática, mas principalmente para que as propriedades rurais privadas e o próprio Estado fiquem regulares em relação à legislação ambiental.
“O horizonte de passivo do Código Florestal – somando área privada e pública – está em torno de 25 milhões de hectares de vegetação nativa que precisa ser recuperada. A gente entende que desses 25 [milhões], aproximadamente nove podem ser compensados, ou seja, o produtor decide que vai proteger uma área que está conservada, e a gente vai recuperar algo em torno de 14 milhões, que é a meta atualizada, mas lembrando que a oficial é pelo menos 12 milhões de hectares,” disse Fabíola.
Histórico
Há um entendimento global de que para a crise climática não avançar é necessário reduzir a emissão dos gases de efeito estufa e também capturar o que já foi lançado na atmosfera. Uma das principais estratégias globais para que isso ocorra é a recomposição da cobertura verde do planeta por meio da recuperação das vegetações nativas.
Um estudo coordenado pelo Instituto Internacional para Sustentabilidade, que reuniu pesquisadores de 12 países e foi publicado na revista científica Nature em 2020, revelou que a recomposição de apenas 15% de vegetações nativas do planeta seria capaz de sequestrar 14% de todas as emissões de gás carbônico lançadas na atmosfera desde a revolução industrial.
A capacidade de contribuição dessa estratégia para diminuir os impactos da crise climática se mostrou tão eficaz que a Organização das Nações Unidas (ONU) definiu os dez anos seguintes à pesquisa como a Década para a Restauração de Ecossistemas.
No Brasil, antes mesmo disso, uma legislação ambiental robusta não apenas protege os biomas por meio de cotas de preservação, como também determina quando é obrigatório compensar áreas impactadas pela ação humana, ou seja, reflorestar áreas degradadas ou desmatadas além dos limites. Os chamados passivos ambientais podem ser gerados por propriedades privadas, quando os limites de conservação não são respeitados, ou em áreas públicas atingidas por queimadas ou ocupadas por atividades ilegais.
As cotas são previstas no Código Florestal, criado em 2012. Em 2015 e 2016, o Brasil aderiu a três acordos globais: o Acordo de Paris, o Desafio de Bonn e a Iniciativa 20×20, nos quais assumiu o compromisso de recompor 12 milhões de hectares de sua cobertura verde. Ainda em 2017, o país criou a Política Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg).
Segundo Fabíola, o MMA tem se dedicado a entender qual o desafio que o país tem até 2030, prazo limite para cumprimento das metas. “Estamos trabalhando primeiro para atualizar os custos da restauração para os dias de hoje e fazer uma precificação por tipo de território: se são áreas privadas, áreas públicas, modelos de restauração e localizar cada situação nos biomas”, explica.
Estratégias
De acordo com a diretora, entre as estratégias possíveis para que cada bioma receba de volta a parcela mínima necessária para a sua manutenção, é preciso entender fatores como as condições atuais da área desmatada ou degradada, se há possibilidade de regeneração natural, se há pessoas que dependem da área para subsistência e também se ainda é possível reestabelecer os serviços ecossistêmicos como eram antes.
Neste sentido, há três caminhos possíveis: a regeneração natural, que pode ser assistida ou não; o plantio em área total, que é a solução mais indicada para Unidades de Conservação, mas também a de maior custo; e os sistemas agroflorestais, que consideram a necessidade de subsistência da população que vive na área em questão. Nesse último caso, podem ser adotados modelos como a silvicultura de espécies nativas, o sistema agroflorestal (SAF) e sistema integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF).
Regeneração
Para Fabíola, uma boa notícia é que um estudo em conjunto com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) conseguiu mapear quase 30 milhões de hectares de vegetação secundária no território brasileiro. “Se protegida, a gente pode aplicar a modalidade de regeneração natural, que é de baixo custo, e só aí se consegue garantir grande parte dessa meta”, preconiza.
Outra estratégia do governo é tornar a recuperação de vegetação nativa um modelo de negócio para o país. Um exemplo é o trabalho desenvolvido pela empresa de madeira sustentável em que Alan Batista é diretor financeiro, no sul da Bahia. Segundo o executivo, a região foi escolhida em 2008 para dar início ao negócio, exatamente por fazer parte do bioma Mata Atlântica, que é o mais desmatado no Brasil. “Aqui que começou a degradação no país, então aqui que a gente queria começar a restauração desse bioma”, observa.
Com a aquisição de três áreas desmatadas pela pecuária extensiva, com baixo potencial agrícola, a empresa desenvolveu um negócio vantajoso para o meio ambiente e também rentável, a partir do investimento na recuperação da vegetação nativa para manejo florestal. Com a floresta replantada, o lucro veio pela venda de madeira de reflorestamento e também do comércio de tecnologia e sementes e mudas melhoradas geneticamente.
Alan Batista é diretor de empresa que recupera áreas desmatadas na Bahia – Foto: Symbiosis/ Divulgação
A silvicultura para o manejo ocorre em uma área 800 hectares, dentro das propriedades que somam 1,4 mil hectares. Segundo Alan, o restante tem áreas de conservação, que, em parte, resultam de restauração somada às áreas adquiridas para serem mantidas livres de ação humana. “A empresa deixa livre de caça, de pesca, cuida para que não haja incêndio, com brigada treinada e manutenção de infraestrutura para prevenção de incêndio”, diz.
A pesquisa “Reflorestamento com espécies nativas: estudo de casos, viabilidade econômica e benefícios ambientais”, publicada em 2021 pelo World Resources Institute (WRI) Brasil, analisou 40 arranjos produtivos envolvendo reflorestamento, restauração ou conservação de 30 diferentes organizações. A partir do estudo, concluiu-se que a taxa de retorno de investimentos para esse modelo de negócio fica entre 9,5% e 28,4%, a depender do arranjo.
De acordo com o especialista do instituto de pesquisa. Miguel Calmon, além dos serviços ecossistêmicos como a própria captação do gás carbônico da atmosfera, as florestas recuperadas também auxiliam na produção alimentar. “Já se abe que esse modelo de negócio baseado no plantio de árvores também aumenta a resiliência do sistema produtivo às mudanças climáticas. Cada ano que passa, nós temos mais eventos extremos como seca, altas temperaturas e enxurradas e já sabemos que sistemas com árvores são mais resilientes a esses eventos extremos, ou seja, é um modelo ganha-ganha.”
Fomento
De acordo com Fabíola Zerbini, além de rever o cenário da recuperação florestal no Brasil, o MMA tem articulado formas para fomentar a regularização ambiental.
“Temos articulado com parceiros, em especial o BNDES, linhas de financiamento e linhas de crédito, como o Restaura Amazônia, que é dinheiro do Fundo Amazônia, que vai direcionar R$ 450 milhões para projetos de recuperação da vegetação nativa na Amazônia. Para além disso, a gente também combinou com o Fundo Clima mais R$ 550 milhões”, explica.
Para a diretora, iniciativas de fomento e a atualização da Política Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa, prevista para ser lançada em junho, combinadas com as políticas públicas, serão capazes de destravar a agenda ambiental.
“A ideia é combinar a articulação com estados, municípios e produtores para a regularização ambiental, como editais e financiamentos, além de programas vinculados a melhores condições de taxas para produtores regulares, somados à estruturação do poder público para a validação dessa documentação” finaliza.
Devido ao rompimento de rede de água, haverá falta de, água nas seguintes vilas: Guaicurus, Pôr-do-Sol, Residencial Bonito, Vila Corrêa, Vila Crepúsculo, Centro, Copacabana, Pimentel, Panorama, Marechal Rondon, Mariana, Alva, Boa Sorte, Firamonte, Jardim Durem, Mangay, Vila Indiana, Vila Pazeto, Vila Martins, Vila Etelvina, Ana Mansão, São Jorge, Caiuás, Mariana, São Luiz, Jussara, Alcindo Franco Machado, Vila Limeira e vilas militares.
Previsão de restabelecimento do fornecimento às 15:00.
Novo Código Civil avança em direitos dos animais (Nelson Duarte/Prefeitura do Rio)
O relatório do anteprojeto de atualização do Código Civil, em análise no Senado, reserva um capítulo inteiro para os direitos dos animais, propondo uma nova abordagem jurídica a eles. Pelo texto, os animais serão reconhecidos legalmente como seres capazes de sentir e ter direitos. A proposta, formulada por um grupo de juristas, vai ser debatida no plenário da Casa Alta em sessão temática na próxima quarta-feira (17).
O Código Civil é a lei que regula os direitos e deveres das pessoas no âmbito civil, ou seja, nas relações jurídicas que envolvem os indivíduos em sociedade. Ele aborda questões como contratos, propriedade, família, sucessões, obrigações e responsabilidade civil, entre outros aspectos do direito privado. O Código Civil brasileiro foi instituído em 1916 e passou por diversas reformas ao longo do tempo para se adaptar às mudanças sociais e jurídicas.
Em relação aos animais, a lei atual considera os animais como bens móveis. Isso significa que eles são tratados como objetos de propriedade, sem personalidade jurídica ou direitos próprios reconhecidos pela lei.
O capítulo dedicado aos animais no anteprojeto do novo Código Civil estabelece que os bichos devem ser considerados “seres vivos dotados de sensibilidade e passíveis de proteção jurídica” e que a relação de pessoas e animais pode causar uma disputa pela tutela.
Durante o debate, o juiz federal Vicente de Paula Ataíde Junior, consultor para o tema dos direitos dos animais na Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), apoiou a redação do artigo e destacou que a Constituição coloca o Brasil na vanguarda da defesa dos direitos dos animais. Para ele, o ideal seria que essa visão pudesse ser expandida no Código Civil.
“Me parece mais do que evidente que a reforma do Código Civil ao menos não poderá ficar aquém dos progressos já registrados pelos códigos civis europeus, os quais há anos já afirmam: ou que animais não são coisas, ou que animais são seres vivos dotados de senciência ou sensibilidade”, afirmou.
O magistrado mencionou as leis estaduais que reconhecem os direitos dos animais, começando por Santa Catarina e seguido por Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Paraíba, Pernambuco, Roraima e Amazonas.
“Nós não podemos perder esse acervo jurídico que vem se formando no âmbito da legislação estadual e municipal. Isso quer dizer que a reforma quanto ao status jurídico dos animais, a reforma do Código Civil, não pode ser cosmética ou simbólica, mas deve significar efetivo avanço na proteção jurídica dos animais pela sua adequada qualificação no ordenamento jurídico”, completou.
Embora o texto represente um avanço nos direitos dos animais, essa nova previsão é apenas o começo em direção à proteção completa dos direitos dos animais. Isso porque, caso o texto seja aprovado, ainda será necessária a edição de uma lei para regulamentar o tratamento físico e ético adequado aos animais. É o que explica o jurista Iago Moura.
“O caminho da proteção dos direitos dos animais continua por ser construído com o auxílio de uma legislação nacional de referência. Enquanto perdurar esse hiato normativo, serão aplicadas aos animais as disposições relativas aos bens, já constantes do Código Civil de 2002, desde que tais normas não sejam incompatíveis com a natureza e a sensibilidade dos animais, conforme preconiza o parágrafo terceiro do artigo 91-A”, detalha
“Tendo em vista que a normatização específica, via lei especial, ainda não é uma realidade, não é possível tirar conclusões sobre a dimensão em que as mudanças irão ocorrer. Todavia, o que se pode afirmar é que o novo Código revela, ainda que timidamente e não sem algum atraso, estar atento a uma tendência verificada internacionalmente, inclusive nos Tribunais, de reconhecimento da senciência dos animais como uma justa razão para que lhes sejam conferidos direitos específicos”, completa.
O conteúdo do Novo Código Civil passou por discussões em uma comissão especial composta por juristas, formada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em agosto de 2023. O anteprojeto será posteriormente convertido em um projeto de lei, a ser debatido no Senado e na Câmara dos Deputados.
O vereador Anílson Prego. Abertura de acesso a região denominada Itapoty vai beneficiar inúmeras famílias, inclusive idosos que residem na localidade, enfatiza o parlamentar. (Foto: Assessoria)
Vilson Nascimento
Por meio de indicação apresentada durante a sessão da Câmara Municipal dessa segunda-feira, dia 15 de abril, o vereador Anílson Prego (PSDB) pediu ao Executivo Municipal a abertura de um corredor para facilitar o acesso dos moradores da região denominada Itapoty ao perímetro urbano, em Amambai.
A proposta do parlamentar é pela implantação do prolongamento da Rua Manoel Silveira dos Santos e instalação de bueiro, abrindo assim um corredor para facilitar o acesso dos moradores residentes na região, garantindo a travessia para acesso as chácaras existentes nas imediações, situada atrás do Residencial Analy.
“Esta indicação tem como base a solicitação dos moradores daquela região que reclamam da falta de condições para se deslocarem até a cidade”, disse Anílson Prego ao enfatizar que aquela região do município abriga residências de vários idosos que criaram suas famílias e hoje dispõe apenas de seus locais de moradia com um pequeno pedaço de terra.
“Muitos dos moradores daquela região são pessoas já de idade avançada, que fazem o uso de bicicleta ou até mesmo se deslocam a pé até a cidade”, finalizou Prego.
Desde o final da Segunda Guerra Mundial, o mundo tem testemunhado uma ascensão no uso de energia, impulsionada pelo crescimento econômico, principalmente nos países asiáticos. Esta era uma ameaça, no entanto, que tem sido alimentada por fontes de energia altamente poluentes, como o carvão mineral e derivados de petróleo, gerando um aumento nas emissões de gases de efeito estufa.
Em entrevista exclusiva ao Portal Agrolink, João Pedro Cuthi Dias, engenheiro agrônomo, explicou sobre os padrões alarmantes revelados pelo gráfico abaixo que acompanham o consumo de energia desde a década de 1940. Uma tendência preocupante é a persistência do uso intensivo de carvão, apesar dos apelos internacionais pela redução das emissões de carbono, como os acordos de Paris.
A queima de carvão mineral, além de liberar grandes quantidades de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, também contribui para a poluição do ar e danos à saúde humana. Conforme divulgado por Cuthi Dias, cada megawatt-hora de energia gerada a partir de carvão resulta na emissão de aproximadamente uma tonelada de CO2.
O consumo crescente de derivados de petróleo, utilizado tanto para geração de energia quanto para transporte, agrava ainda mais a crise climática. A remoção e a queima de petróleo não apenas aumentam as emissões de CO2, mas também levam à eliminação ambiental e à ameaça de derramamento de óleo.
Enquanto a procura por energia continua a crescer, torna-se urgente implementar medidas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Os esforços para descarbonizar a economia devem ser acelerados, com investimentos significativos em fontes de energia renovável, como eólica, solar e biomassa.
A biomassa, em particular, oferece uma alternativa promissória, uma vez que o carbono liberado durante a combustão pode ser compensado pelo sequestro de carbono pelas plantas durante seu ciclo de vida. No entanto, é importante garantir que a biomassa seja cultivada e colhida de maneira sustentável, para evitar impactos negativos no uso da terra e na biodiversidade.
Além de reduzir as emissões de CO2, é fundamental abordar outros gases de efeito estufa, como o óxido nitroso, que é ainda mais prejudicial ao meio ambiente. Isso requer uma abordagem holística para a mitigação das mudanças climáticas, envolvendo governos, autoridades e comunidades em todo o mundo.
Uma recente conferência sobre mudanças climáticas em Paris, que distribuiu metas ambiciosas para limitar o aumento da temperatura global, destacou a necessidade de premente de ação. No entanto, como observado por Cuthi Dias, o progresso até o momento tem sido insuficiente para evitar os impactos catastróficos das mudanças climáticas.
À medida que enfrentamos uma crise climática cada vez mais urgente, é preciso que esforços coletivos sejam intesificados para reduzir as emissões de carbono e criar um futuro mais sustentável para as gerações futuras. A transição para uma economia de baixo carbono não é apenas uma escolha moral, mas uma necessidade absoluta para garantir a sobrevivência e as ameaças do planeta.
O prefeito André Nezzi inspecionou recentemente as obras de pavimentação asfáltica do Jardim Campo Dourado, em Caarapó. Foto: Divulgação
O prefeito André Nezzi vistoriou recentemente as obras de pavimentação asfáltica em andamento no Jardim Campo Dourado, com recursos próprios, na sede do município de Caarapó. A benfeitoria está sendo executada em todo o bairro e ocorre depois da implantação do sistema de esgotamento sanitário na localidade.
“Esta é uma obra de grande alcance para a população do bairro. Os benefícios já podem ser notados: aqui não tem mais poeira quando o tempo está seco ou barro quando o clima é de chuva”, observou o prefeito André Nezzi, traduzindo um sentimento de euforia dos moradores do Campo Dourado.
A pavimentação asfáltica do Jardim Campo Dourado acompanha o planejamento da administração municipal já executado em outras localidades, que já tiveram 100% do seu território asfaltado, a exemplo do bairro Santo Antônio e Vila Jatobá. Recentemente, André Nezzi anunciou que, até o fim deste ano, a Vila Planalto – maior bairro da sede do município – estará com as suas ruas totalmente asfaltadas.
A pavimentação asfáltica é uma infraestrutura fundamental para o desenvolvimento e qualidade de vida de um bairro. Além de proporcionar maior conforto e segurança no deslocamento dos moradores, a pavimentação asfáltica traz inúmeros benefícios, como a valorização imobiliária, acesso facilitado, redução de poeira e lama, segurança no trânsito e melhoria da qualidade de vida.
A benfeitoria não apenas representa um avanço em termos de infraestrutura, mas também um investimento no bem-estar e progresso da comunidade local. É uma iniciativa que reflete o compromisso da gestão municipal em promover o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida de seus cidadãos.