17.1 C
Amambai
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Início Site Página 10114

MS tem até dia 22 para vacinar 75 mil crianças

0

2008-08-18 12:49:00

Mais de 75 mil crianças de Mato Grosso do Sul ainda não receberam a vacina contra a Poliomielite. Por conta da cobertura Insuficiente – não apenas no estado, mas em outras partes do país –, o Ministério da Saúde prorrogou, pela segunda vez, o prazo final da campanha. Os pais têm, agora, até o próximo dia 22 para vacinar seus filhos.

A vacinação contra a Poliomielite assegura a continuidade da ausência da doença. De acordo com o diretor-geral de Vigilância em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde, Eugênio Barros, o Brasil não registra nenhum caso de Poliomielite nos últimos 20 anos. No entanto, ele alerta que os casos da doença têm aumentado expressivamente no mundo. “É importante vacinar contra a Poliomielite, porque o vírus causador da doença ainda circula em algumas regiões da África e da Ásia”, informa.

Para o diretor, o número relativamente reduzido de crianças imunizadas nesta campanha contra a Poliomielite se deve à alta taxa de cobertura das vacinações de rotina em Mato Grossod o Sul. “Como muitos pais já vacinam seus filhos rotineiramente nos postos de saúde, eles não estão vacinando nesta campanha”, argumenta. A vacinação de rotina garante a proteção, mas o Governo orienta aos pais que participem da atual campanha.

Até sexta-feira, apenas 63,15% das 205.529 crianças com até cinco anos de idade (faixa etária alvo da campanha) foram imunizadas. Em números absolutos, 75.731 crianças ainda não receberam a “gotinha” contra a Poliomielite.

Ricardo e Emanuel vencem e fazem semifinal Brasileira

0

2008-08-18 12:16:00

Ricardo e Emanuel venceram os americanos Gibb e Rosenthal por 2 sets a 0, parciais de 21-18 e 21-16 e continuam com 100% de aproveitamento. Eles vão enfrentar a outra dupla brasileira no torneio, Márcio e Fábio Luiz que despacharam a dupla austríaca Gosh e Horst, também por 2 sets a 0. 

Com duas duplas na semifinal, o Brasil garante no mínimo a medalha de prata na modalidade e tem grande chance de levar o ouro e o bronze, ratificando a hegenomia no vôlei de praia masculino. A outra semifinal também tem "brasileiros", Jorge e Renatão, que são naturalizados georgianos e lutam pela vaga contra os americanos Dalhausser e Rogers. 

O jogo que decide a vaga para final para os brasileiros esta marcado para quarta-feira e ainda não tem horário definido.

Quatro setores do agronegócio alavancam exportações

0

2008-08-18 11:49:00

O crescimento das exportações do agronegócio nos últimos anos está concentrado nos quatro principais produtos da balança comercial do setor. Segundo um estudo divulgado nessa quinta-feira pelo Ministério da Agricultura (Mapa), entre 2000 e 2006 os setores que mais contribuíram para o crescimento das exportações do agronegócio foram carnes (23,2% do aumento absoluto das exportações), sucroalcooleiro (22,7%), complexo soja (17,7%) e produtos florestais (12%).



O estudo mostra que os quatro setores juntos foram responsáveis por 75% do incremento absoluto das exportações do agronegócio no período analisado. Os setores que também apresentaram contribuição significativa foram café (5,5%), couros (4,6%), fumo (3,2%), cereais (2,3%), fibras e produtos têxteis (1,9%), sucos de frutas (1,7%) e frutas (1,2%).



O estudo destaca o aumento significativo da participação dos países em desenvolvimento nas exportações brasileiras de produtos do agronegócio. O crescimento anual médio das exportações do agronegócio para este grupo de países foi de 23,1%, enquanto para grupo de países desenvolvidos essa taxa foi de 10,8%. "Com efeito, a participação dos países em desenvolvimento aumentou de 33,9% em 2000 para 49,1% em 2006, um aumento de 15,2 pontos percentuais, a participação das exportações aos países desenvolvidos caiu de 66,1% em 2000 para 50,9% em 2006."



O secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Célio Porto, do Ministério da Agricultura, avaliou que apesar do bom desempenho do agronegócio nos últimos anos é preciso corrigir os problemas que prejudicam o setor. Entre essas dificuldades, ele citou a falta de infra-estrutura e a dependência externa por fertilizantes.



Em relação à infra-estrutura, Porto contou que não há prejuízos efetivos para a exportação, pois o mercado mundial é comprador. "O prejuízo acaba saindo do bolso do produtor, mas como a demanda por alimentos está aquecida é preciso aceitar o preço de venda dos produtos", afirmou. "No caso da soja, a maior parte da produção está no Mato Grosso, onde a infra-estrutura é mais ineficiente", completou.



Insumos
Ele também falou sobre o abastecimento do mercado interno por fertilizantes. Porto contou que cooperativas de produtores estão se organizando para importar fertilizantes, comércio que até agora é feito por um número pequeno de empresas. A idéia do governo era organizar grupos de cooperativas para estimular a participação delas no mercado externo como exportadoras, mas o agravamento do quadro de oferta de insumos agrícolas no mercado interno levou a uma reavaliação da tática de atuação. A idéia é importar potássio, fosfatados e nitrogenados do Norte da África.



Além disso, Porto lembrou que é preciso conquistar outros mercados. Um levantamento feito com base em dados de 2006, quando o comércio mundial foi de US$ 610 bilhões, mostra que a participação do Brasil no mercado agrícola mundial foi de apenas 7%. "É preciso colocar o tema agrícola na agenda", disse Porto referindo-se à visita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará à Índia nos próximos meses. O país não aparece na lista dos 30 principais compradores de produtos agrícolas do Brasil, apesar de ser um dos mais populosos do mundo. Esse quadro, lembrou o secretário, pode começar a mudar com a aprovação de um acordo sanitário assinado entre os dois países que prevê a venda de frango.


Ainda sobre o comércio internacional do agronegócio, outro destaque é o setor de lácteos, vendas que renderam US$ 290,997 milhões no acumulado do ano até julho, crescimento de 169,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. "O setor de lácteos deve ter nos próximos anos um salto como o verificado nas carnes", afirmou Porto.


Diversificação
O secretário também lembrou que uma diversificação da pauta de exportações, o que é bom para o País. As vendas de produtos florestais (celulose, papel e madeira), por exemplo, devem render US$ 10 bilhões. Ele contou ainda que alguns empresários procuraram o governo para avaliar a possibilidade de exportação ração animal. "Se somos exportadores de milho, farelo de soja, por que não exportar ração?", disse. De acordo com o secretário, os potenciais compradores da ração brasileira são os 27 países da União Européia e da Ásia.


Porto lembrou que os russos têm interesse em abrir em parceria com empresários brasileiros para instalação de empresas processadoras de carne na Rússia, principal comprador de carne do Brasil. De acordo com o balanço do ministério, 90% das exportações brasileiras para a Rússia são do agronegócio.


Mapa

Carne do boi volta a subir e começa semana cotada a R$ 88

0

2008-08-18 11:22:00

Acarne do boi volta a ser cotada com o valor máximo de R$ 88 a arroba, em um frigorífico do Estado. Nos demais frigoríficos o preço do boi reagiu, a diferença dos valores está entre R$ 85 a R$ 87. Para a vaca está cotada a prazo a R$ 79 a arroba, nas quatro empresas pesquisadas pelo Midiamax.

O frigorífico Independência, de Nova Andradina compra o boi a prazo a R$ 88 a arroba e à vista R$ 86,70. Para a vaca está cotada a prazo a R$ 79 a arroba e à vista R$ 76,70. Houve uma alta de R$ 1 no preço da carne do macho em comparação a última cotação (R$ 87).


Na outra filial do frigorífico Independência, instalado em Anastácio paga pelo o boi o menor preço e a vaca o mesmo valor, a carne do macho está cotado a R$ 87 a arroba e à vista R$ 85. Já a fêmea está cotada a prazo a R$ 79 a arroba e à vista R$ 77. A carne do macho também subiu o preço, na cotação da semana passada estava cotada a R$ 85.


Na região Sul, o frigorífico Bertin, de Naviraí continua comprando o boi a prazo a R$ 87 a arroba e à vista R$ 85,70. Já a vaca também está cotada a prazo a R$ 79 a arroba e à vista R$ 77,70.


Em Campo Grande, o frigorífico Friboi paga o boi a prazo a R$ 85 a arroba e à vista R$ 84. Para a vaca está cotada a prazo a R$ 79 a arroba e à vista R$ 77.
O frigorífico Marfrig, de Bataguassu, está fora do mercado durante o dia.

Iagro multou 188 por descumprirem o vazio da soja

0

2008-08-18 10:52:00

Técnicos da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) já emitiram 188 multas por descumprimento do vazio sanitário, que vigora há um mês como forma de prevenção à ferrugem asiática. Na maioria dos casos, segundo o órgão, faltou o cadastramento da área de plantação.

O vazio sanitário é o período no qual os agricultores de soja do Estado não desenvolvem a cultura, como forma de diminuir a possibilidade do aparecimento da ferrugem asiática na cultura.

Os fiscais já visitaram os municípios de Ponta Porã, Água Clara, Maracaju, Naviraí, Jateí, Juti, Chapadão do Sul, Costa Rica, São Gabriel do Oeste e Rio Brilhante. Nos casos em que é encontrada a tigüera, o produtor é multado e obrigado a destruir a soja remanescente da última safra. Caso haja recusa, o fazendeiro pode ser multado mais duas vezes, triplicando o valor inicial de 1000 Uferms, que hoje chega a mais de R$ 13 mil.

O vazio sanitário vai até 30 de setembro em Mato Grosso do Sul, além de ser realizado em outros oito Estados (Mato Grosso, Maranhão, Paraná, Goiás, Bahia, Tocantins, São Paulo e Minas Gerais).

Projeto prevê até 12 anos de prisão por morte no trânsito

0

2008-08-18 10:31:00

Agência Brasil/AR

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado deve votar nesta quarta-feira (20) um projeto de lei que aumenta para até doze anos de prisão a pena para motoristas responsáveis por acidentes de trânsito que resultem em mortes, nas hipóteses em que estejam embriagados ou participando de rachas.

O projeto de lei do Senado nº 613, de 2007, de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), altera o Código de Trânsito Brasileiro, que tipifica como culposo (quando não há intenção de matar) mortes provocadas no trânsito e prevê penas de um a três anos de prisão, para considerar esse tipo de morte como crime doloso (quando há intenção de matar), com penas que vão de quatro a doze anos de prisão.

O projeto prevê, ainda, o imediato comunicado de morte no trânsito a um juiz, para que ele determine a cassação da carteira de motorista e a prisão do culpado. Se aprovado na CCJ do Senado, onde tramita em caráter terminativo, o projeto segue para deliberação da Câmara dos Deputados.

O presidente do Instituto de Segurança no Trânsito, José Augusto Ferreira de Camargo, concorda com os objetivos do projeto de lei. Segundo ele, somente se forem aumentadas as penas para motoristas, que provocam acidentes com mortes, isso poderá reduzir o número de mortes no trânsito. Para ele, as campanhas educativas são necessárias, mas não têm o resultado esperado no curto prazo.

“Nós, que fazemos as campanhas educativas e projetos [de educação no trânsito], vemos que elas [as campanhas] não estão sendo suficientes a curto prazo. Creio que uma lei mais rigorosa vai reduzir bastante o risco de acidentes graves e mortes, principalmente [ocasionados] por motoristas embriagados”, afirmou Camargo, em entrevista à Rádio Nacional. Camargo acredita que os bons resultados da Lei Seca, vão servir de exemplo para os senadores.

“Só de o motorista ter consciência de que a punição será mais severa, ele terá mais cuidado, como já está ocorrendo desde a aplicação da Lei Seca”, argumentou Camargo. Dados do Ministério da Justiça indicam que o número de acidentes e de mortes causadas pelo trânsito caiu entre 30% e 40%, com o início da Lei Seca, em vigor desde meados de junho.

O presidente do Instituto de Segurança no Trânsito acredita que o país terá um trânsito mais seguro quando os motoristas mudarem velhos hábitos, como beber e depois dirigir. “Essa mudança de hábito também passa pelo uso do cinto de segurança, da cadeira para as crianças e as empresas colocarem air bag em todos os carros”, exemplificou. “São equipamentos de segurança que precisam ser bem utilizados”, concluiu Camargo.

Amambai:Farmácia de plantão hoje; Farmácia Bampi

0

2008-08-18 06:13:00

Quem corre tem uma vida mais longa, indica estudo

0

2008-08-18 03:07:00

Quem corre vive mais. Esta foi a conclusão de um estudo norte-americano que durou 21 anos publicado na segunda-feira no Archives of Internal Medicine.

A coordenadora desse estudo, a doutora Eliza Chakravarty, da divisão de imunologia e reumatologia do Departamento de Medicina da Universidade de Stanford, Califórnia, conta que a pesquisa começou em 1984 com 961 voluntários: 538 corredores e 423 sedentários.

Noção de que se deve diminuir o ritmo dos exercícios depois dos 50 anos foi derrubada. Correr com intensidade é parte da receita para uma velhice com qualidade de vida

PARA QUEM VAI COMEÇAR- "Vinte e um anos depois, em 2005, fechamos a pesquisa com 284 corredores e 156 sedentários." A idade média do grupo em 1984 era de 60 anos. "Setenta por cento deles eram homens e 30% mulheres." Os participantes passaram por uma batelada de exames inicial, que foi repetida anualmente, e também preenchiam fichas descrevendo os tipos de atividades que praticavam e suas habilidades para desenvolver oito práticas do dia-a-dia, como comer, caminhar, se vestir e tomar banho.

A maioria dos voluntários praticava alguma atividade, mas os corredores se exercitavam 200 minutos por semana, contra 20 minutos dos outros. Com base nos dados, Eliza acredita que a atividade aeróbica regular, o que inclui a corrida, faz muito bem para a saúde. "Nós mostramos, com o estudo, que esta é uma vantagem em termos de longevidade", contou a médica, em entrevista por e-mail.

A pesquisa provou que exercícios vigorosos, como a corrida, praticados por pessoas na meia e na terceira idades, estão associados à redução de doenças e a uma vida mais longa e saudável. "As práticas esportivas realmente reduzem as doenças e restrições nas pessoas mais velhas", afirmou.

O grupo dos corredores se manteve mais jovem e teve índice inferior de enfartes e também de problemas neurológicos, até mesmo como o Mal de Alzheimer. Perto dos 70 anos, boa parte dos corredores teve de interromper as corridas, mas nenhum parou de se exercitar.

Lesões- Com o tempo, as pessoas que pararam de praticar exercícios ou nunca praticaram acabaram por adoecer. E as pessoas que continuaram firmes nas atividades aeróbicas ganharam mais saúde. Lesões em ligamentos ou artrose nos joelhos nunca foram usadas como desculpa pelos corredores para não praticar exercícios durante a pesquisa. Dos 961 voluntários, apenas 440 sobreviveram, 52% dos corredores e 36% dos não corredores.

Caixa Economica começa a pagar o abono do PIS

0

2008-08-17 23:30:00

Começou na última quinta-feira, dia 14 de agosto, o pagamento do abono salarial do Pis-Pasep para os trabalhadores nascidos em agosto. De acordo com a Caixa Econômica Federal, devem ser liberados R$ 320 milhões a 772 mil trabalhadores deste grupo.

Os saques de R$ 415 do abono salarial podem ser feitos em qualquer agência da Caixa. O calendário de pagamento prossegue até 18 de novembro, conforme o mês de nascimento do trabalhador. (veja tabela abaixo) 

JULHO de 08/08/2008 até 30/06/2009
AGOSTO de 14/08/2008 até 30/06/2009
SETEMBRO de 20/08 2008 até 30/06/2009
OUTUBRO de 10/09/2008 até 30/06/2009
NOVEMBRO de 16/09/2008 até 30/06/2009
DEZEMBRO de 23/09/2008 até 30/06/2009
JANEIRO de 09/10/2008 até 30/06/2009
FEVEREIRO de 16/10/2008 até 30/06/2009
MARÇO de 23/10/2008 até 30/06/2009
ABRIL de 11/11/2008 até 30/06/2009
MAIO de 13/11/2008 até 30/06/2009
JUNHO de 18/11/2008 até 30/06/2009

Quem tem direito  – Para receber o abono salarial, que é o pagamento de um salário-mínimo anual a partir de agosto, o trabalhador ou servidor deve estar cadastrado no PIS-Pasep há pelo menos cinco anos (desde 2003), ter trabalhado com carteira assinada ou ter sido nomeado efetivamente em cargo público durante pelo menos 30 dias no ano-base (2007) e ter recebido em média até dois salários-mínimos mensais no período.

O dinheiro não sacado pelos trabalhadores retorna ao FAT. Os beneficiários são identificados pela Relação Anual de Informações Sociais (Rais), declarada todos os anos pelas empresas ao Ministério do Trabalho.

Mais beneficiários  – De acordo com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o número de trabalhadores beneficiados é quase 10% maior do que no ano-base anterior. Os recursos para pagamento do abono são do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que deve injetar R$ 6,4 bilhões na economia brasileira.

Para os trabalhadores com carteira assinada (PIS), os pagamentos acontecem na Caixa Econômica Federal. Os servidores públicos (Pasep) recebem pelo Banco do Brasil.

Em julho vendas de carros 0 km dispararam 32% em MS

0

2008-08-17 22:29:00

As vendas de veículo zero quilômetro continuam a todo o vapor e atingiram em julho um volume 32% maior que no mesmo período do ano passado em Mato Grosso do Sul, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).


São  7.193 unidades comercializadas no mês passado, ao passo que em julho de 2007 foram 5.442. Em todas as categorias houve aumento de vendas, mas o maior foi na de picapes e camionetes, de 86,01%. São 731 unidades de comerciais leves vendidos pelas concessionárias em um mês, contra 393 em julho do ano passado.


Os carros de passeio somaram 2.540 unidades comercializadas e as motocicletas mais 3.727. Também foram vendidos 158 caminhões e 37 ônibus. No acumulado de janeiro a julho deste ano já são 43.081 veículos 0 km comercializados, o que significa  27,58% a mais que em 2007, um novo recorde para o setor.

Beira-Mar já está de volta ao presídio de Campo Grande

0

2008-08-17 20:42:00

O traficante Fernandinho Beira-Mar, julgado na última sexta-feira pelo 4° Tribunal do Júri  do Rio de Janeiro, está de volta ao presídio federal de Campo Grande, onde passou o fim de semana. Segundo informações obtidas junto ao estabelecimento, ele chegou na própria sexta-feira.

No sábado, porém, um comboio com três viaturas do Depen e duas da Polícia Federal foi visto na Base Aérea de Campo Grande, o que levantou a suspeita de que seria a chegada de Beira-Mar.
A ida dele ao Rio de Janeiro envolveu um forte aparato, contando com agentes federais de Campo Grande e suporte policial do Rio de Janeiro.

Lá Beira-Mar foi condenado a mais seis anos de reclusão em regime fechado por associação ao tráfico. A condenação gerou reação do promotor do Ministério Público do Rio de Janeiro, Luciano Lessa Gonçalves dos Santos, que achou a pena branda e chegou a dizer que Beira-Mar foi ao Rio de Janeiro "passear".

O advogado de Beira-Mar em Campo Grande, Gustavo Bataglin, disse que seu cliente acabou se tornando “bode expiatório” . “Há um celeuma muito grande em torno do nome dele”, disse, argumentando que muitos fatos alheios a atividade exercida por Beira-Mar acabam sendo creditados a pessoas associadas a ele.

“Ele não merece todo esse tratamento tão negativo”, defende o advogado. Quem acompanhou o julgamento de Beira-Mar no Rio de Janeiro foi outro advogado, Francisco Santana.

Atleta de MS chega às semi-finais do vôlei de praia

0

2008-08-17 18:22:00

As brasileiras Talita e Renata venceram hoje a dupla australiana Barnett e Cook e vão disputar as semi-finais do vôlei feminino nas Olimpíadas da China. Talita, que é de Aquidauana, e Renata, fizeram 2 sets a zero.

As duas terão, agora, que enfrentar as atuais campeãs olímpicas Walsh e May, que eliminaram as brasileiras Ana Paula e Larissa.

Traficante preso com 308 kg de maconha em Bataguassu

0

2008-08-17 16:33:00

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) prendeu na madrugada deste domingo Flávio Martins de Souza, 29 anos, por tráfico de drogas. Souza transportava 308 quilos de maconha em um automóvel Pampa (placa ACJ-4430 – Adamantina/SP) sob mudas de coqueiro-anão.

O rapaz foi preso em fiscalização na rodovia BR-267, próximo a Bataguassu por volta de 1 hora de hoje.

Preço do litro da gasolina varia até R$ 0,14 na Capital

0

2008-08-17 14:29:00

A pesquisa semanal da ANP (Agência Nacional de Petróleo) aponta variação de até R$ 0,148 no preço do litro da gasolina e um estabelecimento para outro, em Campo Grande. A variação pode significar economia ou gasto a mais de R$ 7,8 em um tanque de 50 litros.

O preço mínimo encontrado pelos pesquisadores da agência na última semana foi de R$ 2,57 e o máximo de R$ 2,718. O preço médio é de R$ 2,674.

Já em Corumbá o preço médio é de R$ 2,798, em Coxim R$ 2,770,  em Nova Andradina R$ 2,785, em Paranaíba R$ 2,790, em Ponta Porã R$ 2,779 e em Três Lagoas R$ 2,775.

Dourados tem a gasolina mais cara dentre os municípios pesquisados pela ANP em Mato Grosso do Sul: o preço médio do litro é de R$  2,849. Confira a pesquisa clicando aqui.

Usina Três Barras inaugura escritório em Amambai

0

2008-08-17 13:03:00

Vilson Nascimento

Representantes da Usina Três Barras, uma usina de beneficiamento de cana para a produção de álcool que está em fase de implantação no município, inaugurou seu escritório administrativo na manhã desse domingo (17) em Amambai.

O ato de inauguração do escritório, que está instalado no centro comercial da cidade, próximo a agência do Banco do Brasil local, foi coordenado pelo produtor rural Gustavo Vieira, que no ato representou o diretor-executivo da empresa, Marcos Castilho.

Várias pessoas representando a classe política, a classe comercial e empresarial e a classe dos produtores rurais do município estiveram presentes prestigiado o ato, entre elas, o prefeito de Amambai, Sérgio Barbosa, o vice-prefeito José Luiz Cavalheiro Tobias, o presidente da Câmara de Amambai, vereador Anderson Mansano, vereadores do município e representantes de associações e entidades.

Também acompanharam o ato solene o presidente do Sindicato Rural de Amambai, Christiano Bortolotto e o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Amambai (ACIA), Rodrigo Selhorst.

“A instalação dessa usina em Amambai atende a um grande anseio na classe produtora do município que vai ter a oportunidade de diversificar sua produção e sua fonte de renda com o plantio de cana”, disse o presidente do Sindicato Rural, Christiano Bortolotto.

“A classe empresarial também aguarda com ansiedade a instalação da usina e já está se preparando para receber a indústria”, disse Rodrigo Selhorst, presidente da ACIA ao relatar que a chegada da Usina Três Barras, além de gerar empregos, também vai alavancar a economia do município, atraindo nossas empresas que atuam ou presta serviços no setor.

Projeto Ambiental já está em andamento

Em seu pronunciamento no ato de inauguração do escritório da usina, que depois de pronta promete gerar 1.500 empregos diretos e mais centenas indiretos, Gustavo Vieira, falou sobre como está o andamento para a instalação da indústria.

“Várias medidas para a instalação da usina já estão em pleno andamento. Já adquirimos 130 hectares de terra para a instalação da indústria e já contratamos uma empresa, que inicia os trabalhos esta semana, para realizar os levantamentos e o projeto ambiental da usina para requerer a licença ambiental”, disse Gustavo ao relatar que de posse da licença ambiental, já terão início os primeiros passos para as assinaturas de contratos de arrendamentos de terras para o plantio da cana e a construção e a implantação efetiva da usina, que será instalada na região da Fazenda Três Barras, na rodovia MS-156, trecho que liga Amambai a Caarapó, a cerca de 30 quilômetros da sede do município em Amambai.

Apoio do Poder Público e de classes foi essencial

Para o representante da Usina Três Barras, Gustavo Vieira, que é produtor rural e um dos intermediadores para a instalação da indústria no município, o apoio do Poder Público local, através da Prefeitura e da Câmara de vereadores e de segmentos da classe produtora e empresarial foi fundamental para a vinda da usina para Amambai.

“O mapeamento de áreas com os levantamentos geográficos e estudos de solo realizado pela Prefeitura, aluado ao apoio da classe produtora, através do Sindicato Rural, da classe empresarial através da Associação Comercial, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e da sociedade amambaiense em geral foi fundamental para atrair os empresários e o investimento na implantação da Usina Três Barras em Amambai”, disse Gustavo Vieira.

Segundo ele em uma primeira etapa a usina pretende ocupar 25 mil hectares do município com a plantação de cana e na segunda etapa a meta é estender a área para 40 mil hectares.

Figueirão e mais 27 cidades do País podem voltar a distritos

0

2008-08-17 12:10:00

Figueirão, em Mato Grosso do Sul, e mais 27 cidades do País, em outros oito estados, que já tem prefeitura, orçamento próprios e que terão eleição em outubro podem voltar a ser distritos em maio do ano que vem se o Congresso Nacional não voltar uma lei que regulamenta a criação de cidades.

Isso porque os municípios foram criados por lei estadual após 12 de setembro de 1996, quando foi expedida a Emenda
Constitucional 15. Essa emenda definiu que os estados só podem criar municípios baseados em uma lei complementar federal, que ainda não foi votada pelo Congresso Nacional, 12 anos depois da publicação da emenda.

Os dados sobre quantos municípios foram criados após setembro de 1996 foram repassados ao G1 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As 28 cidades sob risco estão distribuídas em nove estados: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.

Juntos, os municípios têm 350 mil habitantes e Produto Interno Bruto (PIB) que soma R$ 3,15 bilhões. Para fins de comparação, a capital de Rondônia, Porto Velho, tem 370 mil habitantes e PIB de R$ 3,65 bilhões.

Em maio do ano passado, ao analisar a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3682, protocolada pela Assembléia do Mato Grosso, que pedia que a emenda 15 fosse declarada inconstitucional por "omissão do Congresso", o Supremo Tribunal Federal (STF) deu prazo de 18 meses, que termina em novembro deste ano. Ou seja, restariam três meses para que o Congresso regulamente a lei.

Na prática, porém, o prazo foi estendido por mais seis meses. Isso porque ao decidir que duas cidades criadas após a emenda – Luís Eduardo Magalhães (BA) e Santo Antônio do Leste (MT) – são inconstitucionais por falta de regulamentação da lei, o tribunal concedeu 24 meses, até maio do ano que vem, para elas conseguirem regularizar a situação. Pelo entendimento do Supremo, vencido o prazo, os municípios voltam a ser distritos.

Além dos dois já considerados insconstitucionais, a criação de outros nove municípios foi questionada pelo mesmo motivo em ações que tramitam no Supremo.

No entanto, segundo a assessoria de imprensa do tribunal, como as decisões do Supremo são vinculantes, a inconstitucionalidade atribuída às duas cidades será replicada para todos os municípios na mesma condição caso não haja regulamentação da emenda 15.

Legislativo- No Congresso Nacional, há pelo menos três projetos que tratam do tema: duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs), 13/2003 e 495/2006, que alteram o texto vigente, e uma lei que regulamenta a emenda, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 98/02. Essa lei já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Casa, mas ainda precisa passar pelos plenários do Senado e da Câmara.

A PEC 13 está pronta para ser votada na CCJ do Senado. Para discutir a PEC 495 a Câmara criou, em junho, a Comissão Especial de Criação de Novos Municípios. A comissão, no entanto, ainda não foi instalada – está na fase de indicação dos integrantes.

Falta de consenso– O principal entrave para que os projetos sobre o tema sejam votados é a falta de consenso sobre os critérios para a criação de municípios.

Alguns defendem que maior rigor, para acabar com a "farra" da criação de municípios. Entre 1988, segundo o IBGE, data em que a Constituição deu liberdade para os Estados decidirem sobre os municípios, e setembro de 1996, quando foi criada a nova regra, surgiram 1.264 cidades no Brasil.

O senador Eduardo Azeredo, relator da PEC 13/2003, afirmou que há discordâncias no Senado entre os que defendem o PLS 98/02 e aqueles que apóiam a PEC 13. "Estamos de acordo para evitar os abusos do passado. Mas a discordância começa nos requisitos mínimos."

A regulamentação já aprovada condiciona a criação a uma população igual ou superior a 5 mil habitantes para municípios na Região Norte; a 10 mil habitantes nas regiões Centro-Oeste e Nordeste; e a 15 mil habitantes nas regiões Sul e Sudeste.

O relatório de Azeredo defende que a população mínima deve ser de 5 mil no Norte, 6 mil no Centro-Oeste e Nordeste e 7 mil no Sul e no Sudeste. Ele considera altos os números da PLS 98/02. "A estatística dos municípios brasileiros mostra que mais da metade tem menos de 15 mil habitantes."

Outra discordância é sobre a realização de plebiscito no local a ser emancipado, previsto em lei. O projeto que regulamenta a emenda prevê que seja feito em todo o município e a PEC 13 somente na área a ser emancipada.

"Acho que vai ser possível entrarmos num entendimento no Senado. Na Câmara pode ser mais difícil", afirmou Azeredo. Para ele, o Congresso vai entrar em consenso antes do prazo determinado pelo Supremo.

Pressão- O Presidente da União Nacional dos Legislativos Estaduais (Unale), o deputado estadual do Tocantins César Halum (DEM), afirmou que os presidentes da Câmara e do Senado já se comprometeram a "agilizar" a votação da regulamentação da lei para que os 28 municípios não sejam extintos.

"A preocupação era que o Supremo voltasse a legislar por conta da omissão do Congresso. (…) Se a lei complementar da CCJ não fosse aprovada, o STF ia voltar com a lei anterior, os municípios voltariam a ser distritos e seria um desastre. Sei que não foi aprovada ainda [a regulamentação], mas foi um grande passo", afirmou Halum, que afirmou acreditar que o Congresso vai apreciar o tema no prazo.

"Depois que sair do Senado, volta para Câmara. Já tivemos audiências [com os presidentes das Casas] e eles se comprometeram a dar urgência (…) Não trabalho com a hipótese de que a regulamentação não seja aprovada a tempo."

Segundo Halum, o interesse das Assembléias é de que seja votada e aprovada a PEC 13 para que os estados tenham autonomia e decidam sobre a criação. "A gente não podia deixar criar município igual fazer festa, mas é preciso que as regras sejam compatíveis com a realidade regional."

Figueirão- Figueirão é o mais novo município de Mato Grosso do Sul.Fica na região Norte do Estado a 260 quilômetros de Campo Grande. Foi  instalado em 1º de Janeiro de 2005, desmembrado parcialmente das áreas dos municípios de Camapuã e Costa Rica (Lei nº 2.680, de 29 de setembro de 2003). De acordo com última estimativa realizada pelo IBGE, Figueirão possui 3.281 habitantes e um Produto Interno Bruto (PIB) anual de R$ 25,5 milhões. O distrito que deu origem a cidade foi criado em 1963, com o mesmo nome, que vem de uma figueira centenária que fica na margem direita do Córrego Figueirão, praticamente extinto pelo assereamento.

A primeira eleição Municipal ocorreu em 03 de outubro de 2004 tendo sido eleito os primeiro Prefeito Municipal de Figueirão Ildo Furtado de Oliveira e o Vice – prefeito Benício Custódio Furtado.

A economia do município é voltada basicamente para a agricultura e pecuária, mas Figueirão possui imenso potencial turistico, com dois sitios arqueológicos (Quati e Boa Vista), as quedas de água do Roncador, e a Pedra Bonita, entre outras.

Índio de 78 anos é morto a facada em Amambai

0

2008-08-17 11:58:00

Vilson Nascimento

Um indígena de 78 anos foi assassinado com uma facada no peito na noite desse sábado (16) em Amambai.
Segundo a Polícia Civil que esteve no local realizando levantamentos de praxe, informações de testemunhas apontaram que o assassino seria um indígena aparentando ser menor de idade, que após cometer o crime, fugiu do local sem ser identificado.

O corpo da vítima, Bertulino José Martins de 78 anos, morador na Aldeia Amambai em Amambai, foi encontrado por volta das 19h em uma estrada vicinal na região da aldeia onde o idoso residia.

Segundo a polícia as testemunhas relataram também que o acusado teria se aproximado da vítima e perguntado o que o idoso estava levando, após desferiu a facada que atingiu a região do abdome do ancião.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros de Amambai chegou a ser acionada, mas ao chegar no local encontraram o indígena já sem vida.

De acordo com a polícia não está descartada a hipótese que o crime tenha sido cometido com o objetivo de assaltar. O caso continua sendo investigado.

Confira a rodada do `Brasileirão’ deste domingo

0

2008-08-17 06:37:00

17/08/2008 16:00 (dom) Goiás x Náutico Serra Dourada

17/08/2008 16:00 (dom) Santos x Flamengo Vila Belmiro

17/08/2008 16:00 (dom) Vasco x Internacional São Januário

17/08/2008 16:00 (dom) Grêmio x São Paulo Olímpico

17/08/2008 18:10 (dom) Palmeiras x Coritiba Palestra Itália

17/08/2008 18:10 (dom) Sport x Botafogo Ilha do Retiro

17/08/2008 18:10 (dom) Fluminense x Atlético-MG Maracanã

Amambai: Farmácia de plantão hoje; Farma Mix

0

2008-08-17 06:11:00

Brasileiros têm aumento de renda nos últimos cinco anos

0

2008-08-17 04:18:00

De acordo com recorte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado  pela primeira vez pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, no Rio de Janeiro, o rendimento médio de admissão do trabalhador nos seis primeiros meses do ano passou de R$ 568,88, em 2003, para R$ 696,10, em 2008.

Este aumento decorre da elevação generalizada em todas as Unidades da Federação, com destaque para o estado do Maranhão com alta de 38,71%, seguido do Acre, com 37,08%. Em contrapartida, os estados que registraram menor elevação do salário médio na comparação dos primeiros semestres de 2003 e 2008 foram o Amazonas (12,87%), o Distrito Federal (13,10%) e São Paulo (15,67%).

A análise dos dados, tomando como referência os valores dos salários recebidos pelos trabalhadores evidencia, no primeiro semestre de 2008, um diferencial de 64% entre a média do maior salário de admissão de São Paulo (R$ 818,09) e do menor no Piauí (R$ 499,00), sendo que no primeiro semestre de 2003 esta diferença era de 85,38%, expressa pelos salários de R$ 707,27 verificados em São Paulo e de R$ 381,52 no Piauí. Comprovando que as diferenças salariais regionais estão sendo diminuídas com o crescimento generalizado da economia brasileira.

"Os números verificados principalmente no Nordeste comprovam aquilo que venho falando há mais de um ano: o aumento real do salário mínimo. Isso significa a melhor distribuição de renda que um país pode ter, porque você aumenta o poder de compra da base da pirâmide. O aquecimento da economia também é responsável por este aumento na média salarial do trabalhador brasileiro", destacou em coletiva de imprensa o ministro Carlos Lupi, hoje, no Rio de Janeiro.

Tanto homens como mulheres conquistaram expansão nos salários médios de admissão nos últimos cinco anos. Mas o crescimento entre a ala masculina segue sendo maior que a feminina: 23,91% e 19,42%, respectivamente, entre os primeiros semestres de 2003 e 2008. Essa taxa de crescimento maior levou à uma maior distância entre a participação dos salários médios de homens e mulheres. Em 2003, os salários das trabalhadoras eram 8,11% a menos que os dos homens e esta distância ampliou-se para 11,43% em 2008.

2007 x 2008 – No primeiro semestre de 2008, os salários médios de admissão dos trabalhadores apresentaram um aumento real de 3,90%, em relação ao mesmo semestre de 2007, ao passarem de R$ 669,96 para R$ 696,10. Os estados que registraram os maiores salários médios no semestre foram: São Paulo (R$ 818,09), Rio de Janeiro (R$ 792,60), Distrito Federal (R$ 762,50), Amazonas (R$ 679,77) e Santa Catarina (R$ 644,56).

O ministro Lupi também acredita que a falta de qualificação profissional em vários pontos do país pode ter contribuído para o aumento médio do salário nacional.

"O empresário, vendo que o seu negócio está indo bem, e precisa contratar mais mão-de-obra, acaba tendo que oferecer um salário melhor, porque muitas vezes falta o funcionário com a qualificação para o serviço. Por isso estamos investindo na capacitação dos nossos brasileiros. Não adianta gerar emprego sem quem possa ocupá-lo", avalia Lupi.

Na análise deste período, segundo recorte geográfico, percebe-se elevação quase generalizada entre os estados brasileiros, destacando o estado do Maranhão com o aumento de 10,29% e, em menor medida, o Espírito Santo (5,80%), Minas Gerais (5,69%) e Mato Grosso (5,64%). A exceção ficou por conta do estado de Tocantins que apresentou uma tênue redução: – 0,25%.

Ao considerar os dados das Regiões, os aumentos mais expressivos ocorreram na Região Nordeste entre os seis primeiros meses de 2007 e 2008, com o ganho real de 4,64%, seguida da Região Sudeste, com 4,20%, e da Região Centro-Oeste, com 4,16%. As menores taxas de crescimento real dos salários médios de admissão foram observadas nas Regiões Sul (2,81%) e Norte (3,76%).

Nos subsetores de atividade econômica, os maiores salários médios de admissão nesse período ocorreram nos Serviços de Instituições de Crédito e Capitalização (R$ 1.638,45), seguidos pela Extrativa Mineral (R$ 1.076,89), Indústria de Material de Transporte (R$ 1.065,92), Indústria Mecânica (R$ 1.026,25) e Indústria Química (R$ 935,04).

Grau de instrução – Os dados do Caged dos primeiros semestres de 2007 e 2008 demonstram que em termos de escolaridade houve ganhos reais para ambos os gêneros e em todas as faixas, principalmente naquelas com menor nível de instrução: 5º ano completo do ensino fundamental (6,55%), analfabetos (6,10%) e até o 5º ano incompleto do ensino fundamental (5,02%). Ao tomar como referência os dados de participação, percebe-se que nestes três níveis de escolaridade os salários do gênero feminino são mais representativos, equivalendo a 92% dos salários dos tabalhadores analfabetos, 86% daqueles até o 5º ano incompleto e 80% do 5º ano completo do ensino fundamental.

Este comportamento pode ter sido afetado positivamente pelo ganho real do salário-mínimo. Quanto maior o nível de escolaridade, maior os salários recebidos tanto pelos homens quanto pelas mulheres. No caso do nível de educação superior completa, a participação do salário feminino é de 61%, ante uma média nacional de 89%.

Ranking dos salários – Considerando os salários médios de admissão do primeiro smestre de 2008, os cinco estados que registraram os maiores salários foram: São Paulo (R$ 818,09), Rio de Janeiro (R$ 792,60), Distrito Federal (R$ 762,50), Amazonas (R$ 679,77) e Santa Catarina (R$ 644,56). As Unidades da Federação que apresentaram os menores salários médios de contratação foram: Piauí (R$ 499,00), Praíba (R$ 507,29), Rio Grande do Norte (R$ 534,44), Ceará (R$ 536,13) e Rondônia (R$ 545,15).