28/09/2007 22:33

Ponta Porã:Câmara realiza sessão itinerante no Itamarati

A Câmara Municipal de Ponta Porã vai realizar, neste dia 5, a partir das 19 horas, a primeira sessão itinerante no Assentamento Itamarati. Para o presidente do Legislativo, vereador Marcelino Nunes de Oliveira (PT) é importante que os vereadores tomem a iniciativa de “ir até onde o povo está, já que é obviamente impossível trazer toda a comunidade até esta Casa de Leis”.

Marcelino disse que esta primeira edição do projeto denominado “Câmara Municipal Mais Perto de Você”, vai servir como piloto das próximas sessões itinerantes, que deverão contemplar bairros de maior densidade demográfica em Ponta Porã, a exemplo do Grande Marambaia.

A sessão itinerante deste dia 5, sexta-feira, será realizada no Ginásio de Esportes do Assentamento Itamarati I, mas contará com a presença de famílias de pequenos agricultores do Assentamento Itamarati II, que está em fase de implantação.

Durante a sessão, os vereadores ouvirão reivindicações daquela comunidade, discutirão aspectos de interesse geral, bem como apresentarão indicações e projetos que busquem levar benefícios dos assentados.

PROJETO GIGANTE- O programa de assentamento Itamarati, que inclui a primeira etapa, iniciada em 2.000 e que hoje absorve 1.143 famílias de pequenos produtores rurais, e a segunda, iniciada em 2006 e que se encontra em fase de implantação, envolvendo 1.714 famílias, está caminhando a passos largos para se transformar no maior projeto de reforma agrária do País.

Ao divulgar a realização da sessão itinerante, o presidente da Câmara Municipal, Marcelino Nunes, fez questão de frisar que o projeto de reforma agrária precisa assumir um patamar que permita aponta-lo como exemplo para outros trabalhos governamentais que venham a ser feitos no programa de assentamentos.

“Entretanto, todos sabem que existem dificuldades, sociais, técnicas, operacionais e de caráter burocrático inevitáveis, sempre que se executa um projeto com proporções gigantescas. Por isso, acredito que o Poder Legislativo pode e deve participar desse processo, principalmente como ferramenta conciliadora e facilitadora dos trâmites que permitam encontrar o mais breve possível um caminho que favoreça o desenvolvimento do município, atenda os trâmites legais e satisfaça as necessidades dos assentados”, completou.



Fonte: Assessoria Câmara