26/03/2007 10:31

Amambai: Produção chega a 10.000 kg/mês de pó de café

Sérgio da Luz

                O cafezinho - mais tradicional bebida do Brasil - atingiu a escala de produção de 10.000 kg/mês de pó em Amambai, através da indústria de café “Café Amambai”. São quatro marcas produzidas em Amambai (Café Bom Gosto, Café Amambai, Café Noroeste e Café da Roça). Marcas que já estão nas prateleiras de quinze cidades, atendendo todo o Conesul do Mato Grosso do Sul.

                O café totalmente amambaiense, agrada a todos os estilos, até dos mais exigentes gosto. Para quem prefere os cafés fortes, caseiros; há o “Café da Roça”, com seu estilo rústico, é o preferido dos moradores da zona rural. Para os tradicionais, há os cafés Amambai, Bom Gosto e Noroeste. A marca Noroeste, bem aceita na região de Naviraí, vem também em sua versão à Vácuo. O Café Amambai tem a sua embalagem na versão “pote”, o que facilita a sua armazenagem e mantém a qualidade do pó.

                À frente da indústria do café está a paranaense Maristela Bolonhesi Alves, que desde janeiro de 2005 gerencia a indústria. Formada em Ciências Biológicas pela Unipar – Umuarama Paraná. Maristela modernizou os equipamentos utilizados, de acordo com o Departamento da Vigilância Sanitária e da Secretária de Meio Ambiente “todo o maquinário que temos aqui é novo, nada trazemos da antiga indústria, foi um investimento auto, mas que atende as normas da vigilância sanitária e o órgão ambiental” disse a gerente.

                A moderna indústria conta com uma novidade ecologicamente correta, a chaminé antipoluente. A fornalha, onde é realizada a queima da lenha, para o aquecimento do torrador tem um sistema de reutilização da fumaça, essa fumaça que iria sair pela chaminé é liberada dentro da fornalha e em seguida transformada em vapor d’água e gás carbônico, aumentando a temperatura do torrador.

                Completando os maquinários a indústria contém dois moinhos, dois silos que armazenam o café torrado, um silo de armazenagem do café em pó e uma empacotadeira automática. “As nossas máquinas estão dentro de um padrão de avanço considerável” acrescenta Maristela.

                Parte do o café beneficiado é de origem paranaense e a outra parte é do Estado do Mato Grosso do Sul “são pouco os produtores que plantam no estado, no período de safra buscamos o café em Eldorado e Mundo Novo.” afirma Maristela.

                “Queremos continuar investindo nas diversidades da produção em Amambai já trabalhamos com o tradicional, caseiro, a vácuo, em potes, atendendo a diversos gostos”, finalizou.

Fonte: A Gazeta News