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terça-feira, 28 de abril de 2026

Investigação é de rotina, afirma astronauta

2007-07-09 05:33:37

O astronauta brasileiro Marcos Pontes divulgou nota em seu site (www.marcospontes.net) na qual minimiza a gravidade das investigações sobre sua conduta, conduzidas pela Procuradoria da Justiça Militar em São Paulo. Pontes está sendo investigado por possíveis crimes de “ato de comércio”.

Há suspeitas de que ele teria participação em uma escola de Bauru, no interior paulista, e em um site de venda de artigos com o seu nome na internet. O Código Militar proíbe qualquer tipo de prática comercial, o que configuraria crime por parte do astronauta enquanto ainda era ativo na Aeronáutica. (Hoje, ele é oficial da reserva, tendo se aposentado em abril do ano passado.)

"Com relação ao IPM estabelecido pelo Comando da Aeronáutica a pedido do Ministério Público Militar, o mesmo é um procedimento de investigação previsto, padrão, legítimo e rotineiro no meio militar, visando dirimir dúvidas restantes de procedimento anterior.

No ano passado o Ministério Público Militar investigou todos os pontos em questão e não encontrou qualquer indicio de infrações ao código militar na minha conduta de oficial da ativa. Assim, concluiu pela minha inocência com relação às suposições das notas jornalísticas.

Portanto, da minha parte, com a tranqüilidade de não haver absolutamente nada de irregular nas minhas atividades profissionais em décadas de serviço ao país como militar, continuo na minha vida normal, trabalhando de forma honesta e produtiva, não havendo nada a fazer sobre o assunto, apenas aguardar que as diligências de rotina sejam feitas, cooperar no que for necessário e acreditar nas instituições responsáveis.

Informações sobre o procedimento de IPM são de pertinência do Comando da Aeronáutica, sendo eu, portanto impedido de tecer comentários." 



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