2007-05-25 12:26:00
O que não falta é ladrão
E o Brasil e seu povo varonil continuam na sua triste e enfadonha rotina. Não há semana que não descubra “nessepaiz” algum foco de corrupção, de ladroagem e de safadeza. São juizes, ministros, deputados, senadores, servidores públicos, estafetas, lobistas, sindicalistas e tudo o que se possa imaginar. Todos roubando à vontade e como diz aquele personagem do Chico Anysio, “o povo que se exploda”. O irônico da questão é que esses ratos subtraem de quem os colocou lá, dos menos esclarecidos que precisam da esmola do governo, que precisam de hospitais públicos que não têm equipamentos, medicamentos ou leitos, de escolas públicas que não têm material e, às vezes, nem telhado, de rodovias cujas crateras não matem seus usuários. Desviam bilhões que se aplicados honestamente, por um governo minimamente competente ou comprometido com o povo traria benefícios muito mais eficazes do que a “merreca” do Bolsa Família cuja finalidade é comprar o coitado do eleitor.
Dessa vez prenderam gente de alto coturno, mas a maioria já foi solta. Que roubaram, roubaram. O que eles dizem nos microfones e nas tribunas não deve ser levado em conta, mas sim o que eles disseram nas gravações telefônicas nas quais foram apanhados com a “boca na botija”. Eles sempre negam. Até hoje negam o mensalão que até o Juca, meu cachorro, sabe o que é. Por mais que se admire o Delcídio, ele pisou feio na bola. O ministro Silas Rondeau demorou muito para sair. Deveria te-lo feito na hora que as acusações vieram a público e não ficar na esperança de que o presidente bananão contemporizasse como sempre. Deus ajude que as investigações se aprofundem ainda mais, porque segundo o pessoal que marca em cima, há muita gente boa tipo Sarney, Calheiros e que tais, com o rabo bem preso com a Gautama, a construtora que tem as maiores tetas da República. Cana neles e de preferência em presídio de segurança máxima
Questão de opinião
Na semana passada, encontrei uma pessoa que não chega a ser minha amiga, mas com a qual sempre me relacionei bem, sem nunca ter havido qualquer problema ou hostilidade entre nós. No meio da conversa, fiada diga-se, o dito cujo, como se vê trata-se de uma figura que ostenta o sexo masculino na certidão de nascimento, me questionou, ou melhor questionou esse Periscópio pelas posições sempre criticas. Bem, aí nesse ponto já não sei se porque a coluna tem a característica de ser ferina ou se foi por ele ter se doído por alguém
Por que escrevi isto? Porque acho que ninguém é obrigado a aturar alguém. Como sou um sujeito pragmático, simplesmente evito quem o quê me desagrada. É um bom conselho, acredite.










