2012-05-14 14:13:00
Vilson Nascimento
A Polícia Militar Rodoviária Estadual (PRE) apreendeu, na manhã dessa segunda-feira (14) em Aral Moreira, três mulheres, duas adultas e uma adolescente de 13 anos, transportando cerca de 34 quilos de maconha na bagagem.
A apreensão, realizada por uma equipe da base da Polícia Rodoviária de Amambai, aconteceu no quilômetro 54 da Rodovia MS-386, trecho que liga Amambai a Ponta Porã, em um trecho da rodovia estadual que corta o município de Aral Moreira.
Segundo a polícia, a ação que resultou na prisão das mato-grossenses teve início quando a equipe abordou para checagem de rotina, um caminhão, que se deslocava no sentido Ponta Porã a Amambai da via.
De acordo com a PRE, durante a vistoria na bagagem de duas mulheres que viajavam como carona no veículo de carga, Márcia Cristina Caetano de Oliveira, de 29 anos e de uma adolescente de 13 anos, que segundo a acusada seria sua filha, os policiais encontraram vários tabletes de maconha.
Durante indagação ao motorista do caminhão, que afirmou estar se deslocando de Ponta Porã para Amambai para carregar em uma loja de materiais de construção da cidade e levar a carga a uma fazenda do município, ele teria relatado que havia dado carona para as mulheres a poucos quilômetros atrás e no local que elas haviam embarcado havia outra mulher espertando por carona.
Diante da informação os policiais se deslocaram para o local indicado pelo motorista e se deparam com a outra acusada, Carolini da Silva Campos, de 18 anos, a exemplo das outras duas, residente em Cuiabá, no Estado de Mato Grosso, e em vistoria em sua bagagem acabaram localizando mais tabletes de maconha.
Ao ser abordada Carolini disse aos policiais ser jogadora de futebol e teria vindo a Mato Grosso do Sul para fazer teste em uma equipe da cidade de Dourados.
Ela e as outras detidas teriam relatado ao serem presas, que receberiam certa quantia em dinheiro para levar o entorpecente da região de fronteira com o Paraguai até a cidade de Dourados.
Encaminhadas para a Delegacia de Polícia Civil, Carolini e Márcia Cristina seriam autuadas em flagrante por tráfico de drogas, crime que em caso de condenação acarreta em uma pena que varia de 5 a 15 anos de prisão e a adolescente, que seria filha de uma das autoras, também teria o auto de apreensão em flagrante lavrado pelo mesmo crime.







