O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul entregou a licença de instalação para a primeira unidade da Atvos, produtora de biocombustíveis e uma das líderes na transição energética no Brasil.
A licença entregue pelo governador Eduardo Riedel, nesta terça-feira (10), autoriza o início das obras da nova planta e marca um importante avanço na estratégia de diversificação da companhia. Esta é a primeira unidade voltada à produção de etanol de milho, que será integrada à unidade Santa Luzia, será instalada em Nova Alvorada do Sul.
“A estratégia do Mato Grosso do Sul tem funcionado para atrair investimentos lastreado nessa boa relação e confiança construídos com o setor privado, e numa demanda global de energia limpa. Isso significa emprego, renda, desenvolvimento para as pessoas, quando associada a educação, nível médio salarial mais alto. A Atvos faz um investimento importante numa nova planta de etanol de milho, dentro do complexo que eles já têm da planta de bioenergia de cana-de-açúcar junto com biometano”, disse Riedel.


O documento, emitido pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), é resultado de uma série de estudos ambientais e de engenharia que viabilizaram a implantação do projeto e representa um passo fundamental para o início da fase de construção. Com a autorização, a Atvos deve iniciar as obras no segundo semestre deste ano.
A nova planta faz parte da estratégia de diversificação da companhia, com o milho se consolidando como um novo vetor de crescimento, complementar à cana-de-açúcar e integrado a outras rotas renováveis desenvolvidas pela companhia, como o biometano. Juntas, essas soluções fortalecem a estratégia da companhia de integrar diferentes rotas renováveis e ampliam sua contribuição para a segurança energética e a descarbonização.
“O investimento é mais de R$ 1 bilhão. E a Atvos tem um compromisso com o Mato Grosso do Sul, que é Estado mais relevante em termos de produção e a gente acredita muito que traz o desenvolvimento para as comunidades. A produção deve crescer aproximadamente 50%. E com isso se torna uma planta que traz bioenergia de forma ampla, com biometano, etanol, milho e cana”, disse o vice-presidente de Operações da Atvos, Wilson Lucena.



Durante a fase de obras, o empreendimento deve gerar cerca de 2 mil empregos, fomentando a economia local e o desenvolvimento regional. A iniciativa reforça o compromisso com a geração de emprego, renda e desenvolvimento nas regiões onde atua.
“A licença de instalação autoriza a iniciar a obra, que deve começar no segundo semestre. É uma planta que leva entre 18 e 24 meses para estar operacional, mas tem um período importante de construção, com geração de 2 mil empregos diretos”, disse Lucena.
Com capacidade de processar 642 mil toneladas de milho por ano, a unidade produzirá 273 mil metros cúbicos de etanol, além de 183 mil toneladas de DDG (coproduto de alto valor proteico para nutrição animal) e 13 mil toneladas de óleo de milho.
Fonte: Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS










