2009-09-18 10:16:00
Políticos de Amambai estiveram no Rio de Janeiro essa semana para conversar com donos, ou representantes, da tão falada usina de álcool Três Barras. Entre eles, alguns vereadores e o prefeito Dirceu Lanzarini. A missão é mais que válida, pois se existe alguma possibilidade de que essa usina venha realmente se instalar no município, não podemos deixar que isso aconteça por falta de ações nossas. O poder público, ora representado pelos atuais vereadores e pela atual administração, tem que dispor de todo o empenho necessário e possível. Portanto, esse contato com os usineiros é mais do que importante: é fundamental.
Até 2010, Mato Grosso do Sul terá 42 usinas de álcool e açúcar em pleno funcionamento. Atualmente, são 14, ou seja, outros 28 se instalarão em dois anos. Na verdade, é possível instalar no Estado 71 usinas. Todas essas informações foram dadas pelo governador do Estado, André Puccinelli, recentemente à imprensa. Esse ano devem entrar em funcionamento no Estado, sete usinas que estão nos municípios de Batayporã, Caarapó, Chapadão do Sul, Dourados, Maracaju, Nova Alvorada do Sul e Ponta Porã.
Amambai vem esperando essa usina há dois ou três anos, assim que começou a ‘explosão’ de instalações dessas indústrias em vários municípios do Estado. Na administração passada, houve vários contatos, reuniões e muita conversa com os empresários da Usina Três Barras, essa que está na pauta da instalação. Mas o projeto não caminhou conforme se esperava e até hoje não há início e nem tampouco previsão para obras, propriamente ditas.
No entanto, há esperança de que Amambai tenha sim, uma usina. Se no Mato Grosso do Sul, conforme declarações do governador, é possível a instalação de 71 usinas e hoje existem 14 funcionando e outras sete que podem entrar em funcionamento esse ano, ainda resta muito espaço para novos projetos. É claro que a crise mundial afetou planos de expansão nesse setor, mas uma hora essa crise passa e o nosso Estado será alvo novamente desses projetos.
Portanto, é muito válido e importante esse novo contato com os usineiros, empresários, representantes, seja lá quem for, que estão interessados em instalar uma usina no município. Sabemos que não é fácil a conclusão desse projeto e não podemos ficar presos a essa questão apenas, para esperar que Amambai cresça. No entanto, temos que torcer para que dê certo, independente de quem seja reconhecido como “pai da criança” (se é que isso tem pai!!!). O poder público e a classe política, acima de tudo, têm que estar unidos.








