2009-09-16 13:09:00
Vilson Nascimento
A Policia Civil realizou, na manhã dessa quarta-feira (16) a incineração de mais de 4,5 toneladas de drogas, fruto de apreensões realizadas pelas polícias, Civil e Militar, pela PRE (Polícia Militar Rodoviária Estadual) e por equipes do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), na região de Amambai, nos últimos meses.
Para o transporte do entorpecente, 4,5 quilos de maconha, 8,9 quilos de haxixe e 13,5 quilos de cocaína e pasta base de cocaína, da Delegacia de Amambai, onde estava armazenada até o local da incineração, o forno de um armazém agrícola situado na periferia da cidade, a Polícia Civil local contou com apoio de uma escolta formada por militares do Exército Brasileiro lotados no 17º RC Mec, em Amambai e o acompanhamento de uma equipe do serviço de inteligência do Exército.
Acompanharam a incineração, que foi coordenada pelo delegado titular de Polícia Civil em Amambai, Dr. Marcius Geraldo da Silva Cordeiro, o Diretor de Polícia do Interior
A incineração também foi acompanhada por agentes da Vigilância Sanitária da Prefeitura de Amambai e policiais civis lotados na Delegacia de Polícia Civil local, além do presidente do COMAD (Conselho Municipal Antidrogas), em Amambai, Pastor Lucivaldo da Silva Lima.
Mais uma tonelada aguarda incineração
Além dos mais 4,5 mil quilos de drogas incineradas na manhã dessa quarta, mais pelo menos uma tonelada de maconha ainda estão armazenados na Delegacia de Amambai.
A droga, fruto de apreensões cujos processos ainda estão em trâmite, aguarda autorização judicial para ser incinerada.
“Essa quantidade restante, juntamente com os entorpecentes que possivelmente sejam apreendidos futuramente, deverão ser incinerados até o final desse ano”, informou Dr. Marcius, delegado titular local.
Amambai é rota do tráfico
Por estar situado a apenas
De acordo com a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário de MS) atualmente dos mais de 170 presos em regime fechado no Epam (Estabelecimento Penal de Amambai) que tem capacidade para 67 detentos, cerca 80% cumprem pena ou aguardam sentença por tráfico de drogas.
Desse montante mais da metade são de fora do Estado de Mato Grosso do Sul, principalmente de São Paulo e Minas Gerais e a grande maioria foram presos em flagrante transportando pequenas quantidades de drogas, o chamado “tráfico formiguinha”.









