2009-09-11 07:08:00
A Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) divulgou nesta quinta-feira (10) sua programação de competições para o próximo ano.
Em razão da disputa da Copa do Mundo da África do Sul a temporada no primeiro semestre será mais enxuta e a principal competição, o Campeonato Estadual da série A terá várias novidades.
A abertura da Série A será no dia 7 de fevereiro e o seu encerramento no dia 30 de abril. Será disputada por 18 equipes e no sistema de pontos corridos. O campeão, além do título conquista a primeira vaga de Mato Grosso do Sul para a Copa do Brasil de 2011 .
O número de clubes que caem para a segunda divisão passa de dois para quatro. Essa quantidade será mantida nas próximas edições. O objetivo da entidade é reduzir gradativamente o número de participantes até chegar a 12, em 2013.
A série B começa no fim de março e termina dois meses depois, em maio, pouco antes do início da Copa do Mundo. Terá a participação de 20 equipes e também será disputada no sistema de pontos corridos, com os dois primeiros colocados, conquistando o acesso a primeira divisão.
Durante a Copa do Mundo as atividades da modalidade no Estado serão paralisadas, sendo retomadas somente no segundo semestre, após o encerramento do Mundial, quando a FFMS promove a Copa MS.
A competição será abertas aos clubes das séries A e B e terá como grande prêmio a segunda vaga do estado na Copa do Brasil de 2011. Para valorizar o investimento das equipes nas categorias de base e promover o lançamento de revelações, a Copa MS poderá ser disputada apenas por atletas sub-23.
O vice-presidente da Federação, Marco Tavares, acredita que a reestruturação do calendário de competições, com a mudança de regulamento e até mesmo com a criação de um novo torneio, a Copa MS, representa um grande passo para desenvolver o futebol no Estado.
“Vamos corrigir o fator motivação e as equipes que montam apenas equipes para o estadual terão uma reestruturação, pois poderão buscar uma vaga para a Copa do Brasil e ainda entenderão que é fundamental a manutenção das equipes de base, pois isso não é gasto e sim investimento”, avalia.











