2009-03-18 18:04:00
A geração de empregos em Mato Grosso do Sul reagiu em 5% no mês de fevereiro comparado a janeiro deste ano, embora em relação ao mesmo período do ano passado o ritmo esteja bastante desacelerado. É o que mostra o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Demitidos), divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira.
Em fevereiro o saldo foi de 2.208 vagas (diferença entre admitidos e demitidos) contra 2.102. Apesar da reação, o nível de geração de novos empregos está muito aquém do mesmo período do ano passado, quando totalizaram 4.030.
O setor com melhor desempenho o mês passado foi o de serviços, que gerou 1.055 vagas, seguido pela agropecuária, com 750 e a indústria da transformação, outras 558 novas vagas.
Já a construção civil teve um saldo negativo de 170 vagas e o setor de extrativismo mineral demitiu 43 mais trabalhadores do que contratou. Após uma onda de demissões em janeiro, típica no período devido ao desligamento de temporários, em fevereiro o comércio manteve a oferta de empregos estável, com 7 contratações a mais que demissões.
No ano são 4.310 novas vagas geradas, ao passo que no primeiro bimestre de 2008 foram 8.116. Considerando os dois meses o comércio acumulou o maior saldo negativo, de 456 empregos, seguido do extrativismo mineral, com 87. Os maiores geradores de vagas foram a indústria, com 2.082, setor agropecuário, mais 1.437 e o de serviços, 1.177.
Estoque – Em fevereiro o nível de emprego se manteve estagnado no País, com ligeiro aumento, de 0,03%, em relação ao total de empregos formais existentes, conforme o Caged.
A região Centro-Oeste, porém, destoa das demais, com aumento de 0,82% e em Mato Grosso do Sul o estoque de empregos formais teve variação de 0,59%.
No acumulado do ano o País sofreu redução de 0,29% nos empregos formais, mas no Estado houve incremento de 1,16%.
Conforme informações do Observatório do Trabalho da Funsat, juntando ao estoque de trabalhadores com carteira de trabalho os 137.252 funcionários públicos, profissionais liberais e empresários, há no Estado um total de 512.732 trabalhadores com vinculo formal.











