2009-03-16 21:09:00
Vilson Nascimento
Cerca de 65 famílias residentes em sítios e no perímetro urbano, na região da Vila Santo Antônio em Amambai, vem passando por dificuldades por falta de água para os animais e para o consumo próprio.
A região, que não é abastecida pela Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) empresa que tem a concessão para a exploração dos serviços de água e esgoto em Amambai, tem toda água consumida pelos moradores oriunda de poço artesiano, mas devido o grande consumo, a procura está sendo maior que a demanda.
Segundo a Associação de Moradores do bairro, que tem como presidente do militar aposentado, Luiz Antônio Torezan, o problema está na vazão do poço, que tem apenas
Problema é antigo
O problema de desabastecimento de água para as famílias que residem naquela região do município em Amambai já dura mais de ano.
Até o segundo semestre do ano passado (2008) os moradores utilizavam a água extraída de um outro poço artesiano que abastece o Conjunto Habitacional Nossa Senhora Aparecida, mas por conta do grande consumo o poço, que teria
Visando solucionar o problema, no ano passado a Prefeitura de Amambai implantou um novo poço que também deveria ser de
No principio, segundo a Associação de Moradores, achava-se que a potência da bomba instalada no novo poço era insuficiente para manter o reservatório de 20 mil litros que distribui água para os moradores abastecido.
Diante da situação os moradores do bairro procuraram o prefeito Dirceu Lanzarini, que assumiu a Prefeitura de Amambai em janeiro deste ano e o prefeito designou uma equipe técnica para implantar uma nova bomba com maior potencial.
O problema está no poço
Mesmo com a substituição da bomba o problema de desabastecimento permaneceu no bairro e só então foi constatado que o poço, que deveria medir
“O poço de onde é captada a água para abastecer os moradores da vila está a cerca de
A Distribuição- Como não tem uma empresa concessionária que explora o serviço de distribuição de água no bairro, a própria Associação de Moradores da Vila Santo Antônio é quem controla essa distribuição, inclusive com extensão e ligação da rede em novas residências.
Para custear essas despesas da entidade, cada morador ligado a rede paga uma taxa mensal simbólica de R$ 10,00, apesar da manutenção e todos os gastos com o poço, inclusive a energia, serem custeados pela Prefeitura.
“Essa taxa revertemos em prol da própria comunidade, realizando novas ligações de água e mantendo a sede social da Associação”, disse Luiz Torezan ao relatar que a associação está estudando a possibilidade de implantar cavaletes com hidrômetros nas casas para evitar desperdício.
“Hoje, com a cobrança dessa taxa padrão para todos, muitos moradores provocam grandes desperdício de água. Com a instalação de hidrômetros quem gastar mais vai pagar mais, por conta disso deveremos ter uma redução no consumo atual e garantir o fim do desabastecimento”, avaliou o presidente.











