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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Entrevista Marcelo Pareja MAPA REPRESENTAÇÕES

2006-12-12 07:15:00

A Gazeta Agronegócio:Em sua analise, como esta o atual mercado imobiliário de sitio, chácaras e fazendas?
Marcelo Pareja: Em função das 3 ultimas safras frustradas,preço em baixa do boi gordo e outros fatores que acabaram diminuindo o interesse dos investidores  no agronegócio, vivemos um momento de calmaria e de poucas realizações de negócios.


A Gazeta Agronegócio: Há uma expectativa, quanto a valorização da terra em Amambai, como aconteceu a alguns anos atrás?
Marcelo Pareja: Algumas especulações quanto a uma provável usina de álcool em nossa região projetos de manejo na área de reposição de florestas e destinadas a exploração de madeira, tem trazido uma expectativa boa pra o futuro 


A Gazeta Agronegócio: E quanto aos arrendamentos, como está a procura?
Marcelo Pareja: Para o plantio de soja, quase não há procura, para pastagens, ainda existe uma demanda interessante.


A Gazeta Agronegócio: Qual é a média de um Alqueire de terra, e quais são os locais mais valorizados em nossa região?
Marcelo Pareja: Pelo que temos visto com nossos clientes em toda região, há uma variação muito grande de 6000 a 15000 /alq dependendo da localização e qualidade de terra. As regiões mais valorizadas são  as em direção a Caarapó, o sertãozinho, as áreas próximas  do Rio Amambai na estrada que vai a Ponta Porã e outros locais, lembrando sempre que a nossa região é como uma onça pintada, há uma diversidade muito grande de tipos de solo e às vezes ao lado de uma área própria para plantio, há outra onde pode se explorar apenas para pecuária de cria. Amambai tem áreas e preços para todo tipo de exploração do agronegócio.

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