2009-01-30 10:59:00
Incompetência é o nosso nome – Movido por uma ideologia retrógada e absolutamente inconsistente, o governo brasileiro mais uma vez mostra ao mundo a sua enorme incompetência. Conseguiu arrumar um incidente diplomático com um dos países mais influentes do planeta e do qual descendem milhões de brasileiros.
Ao negar a extradição do terrorista assassino Cesare Battisti, o governo brasileiro simplesmente ignorou decisões tomadas em outras cortes e instâncias muito mais importantes que o nosso bobalhão ministro da Justiça, um idiota travestido de jurista que, ao que se pode perceber, não entende nada de leis internacionais. Na verdade, o senhor Tarso Genro é uma petista mal intencionado, e se assim não fosse, não teria embarcado os dois pugilistas cubanos de volta àquela ilha miserável comandada pelo companheiro Fidel. Os coitados sofreram várias ameaças, para não dizer tortura psicológica, durante as horas em que estiveram detidos na Polícia Federal.
Segundo a revista Veja desta semana, o governo brasileiro não levou em conta sete decisões de tribunais europeus no caso Battisti. Só para registro: Em
Bingo!!! O terrorista assassino ganhou na loteria porque temos um ministro da Justiça que não entende de leis e um presidente da República que é um fantoche e que está mais para palhaço do que para estadista.
Alegam soberania nacional. Eu pergunto a qualquer brasileiro, seja aqui da nossa região de fronteira, da Avenida Paulista ou de Ipanema: Alguém gostaria de ter um vizinho como esse assassino?
Em resposta à decisão do governo brasileiro de conceder status de refugiado político a Cesare Battisti, a Itália decidiu chamar de volta a Roma seu embaixador no Brasil. A alegação é que o diplomata será ouvido sobre a questão.
A nota à imprensa assinada pela Chancelaria italiana foi divulgada um dia depois de a Procuradoria-geral da República brasileira haver recomendado ao Supremo Tribunal Federal o arquivamento do processo contra Battisti . Após a concessão do benefício pelo governo, o STF terá de julgar a causa de Battisti, que aguarda em uma penitenciária de Brasília.
Em seu parecer, o procurador-geral da República defende que o pedido do governo italiano de extradição de Battisti seja arquivado por duas razões: primeiro, porque o ministro da Justiça, Tarso Genro, já concedeu o status de refugiado ao terrorista; segundo, porque o STF já concluiu que esse benefício do Poder Executivo impede o prosseguimento da extradição.
Contudo, o procurador abre uma brecha para que o italiano seja extraditado. Ele afirma que é a favor da entrega de Battisti à Itália desde que o STF modifique o entendimento segundo o qual a concessão do refúgio leva à extinção do processo de extradição.
O parecer de Souza é apenas uma opinião do Ministério Público Federal sobre o caso. Ao julgar, o Supremo não é obrigado a seguir esse parecer. No entanto, a expectativa é de que o STF chegue à conclusão de que a concessão do refúgio a Battisti impede a extradição.
Espero, sinceramente, que essa expectativa não se confirme e que aqueles senhores togados que já causaram alguns estragos na nossa vida, tenham juízo suficiente para entender que o lugar de assassino é na cadeia. Preferencialmente na Itália, onde ele cometeu os crimes.
Refugiado político só na cabeça de um ministro idiota.










