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terça-feira, 23 de junho de 2026

MS: Delcídio garante R$ 53 mi para obras rodoviárias

2008-12-10 16:22:00

Na tarde de ontem o ministro dos Transportes, Alfredo Pereira do Nascimento, empenhou R$ 53,5 milhões para obras em Mato Grosso do Sul. O ministro atendeu a um pedido do senador Delcídio do Amaral (PT). As obras são para reforma de pavimentação asfáltica na BR-262 e para a conclusão do anel rodoviário em Corumbá.


“Estou muito contente em poder anunciar mais uma conquista da população de todo Mato Grosso do Sul, especialmente de quem vive em Miranda, Corumbá e Ladário. É a maior restauração de rodovia já realizada em Mato Grosso do Sul, fruto do esforço da bancada, do governo estadual e do governo do presidente Lula ”, comemorou o senador.


Foram três empenhos feitos pelo Ministério dos Transportes. O primeiro, no valor de R$ 30 milhões, contempla a recuperação de 65 km da BR-262, no trecho entre a ponte sobre o Rio Paraguai e Corumbá. Outros R$ 12 milhões se destinam ao trecho entre Miranda e o km 622 da BR-262, próximo ao Posto Guaicurus, numa extensão de 65 km. O terceiro empenho, de R$ 11,5 milhões, vai custear a finalização do contorno rodoviário de Corumbá, que começa na periferia da cidade e vai até a fronteira com a Bolívia.


“O custo total da restauração da BR 262 é de R$ 250 milhões. As obras foram divididas em 4 lotes. O primeiro, de 68,6 km de extensão, vai de Anastácio a Miranda. O segundo de Miranda ao KM 622. O terceiro do km 622 à ponte sobre o Rio Paraguai e o quarto lote da ponte até a entrada de Corumbá e Ladário.


Este ano viabilizamos R$ 100 milhões, dos quais R$ 42  estão empenhados, o que garante a execução das obras em 2009. Agora já estamos batalhando para conseguir os R$ 150 milhões restantes, necessários à finalização dos lotes 2 e 4 e da execução dos lotes 1 e 3. É uma obra muito extensa que deve durar cerca de 2 anos”, revelou o senador.


Segundo Delcídio, as obras devem começar em março do ano que vem, pois é quando começa o período mais seco do ano, ideal para obras deste tipo. "O mais provável é que a gente só comece a ver a movimentação das máquinas no final de fevereiro ou no início de março. O importante é que o dinheiro está garantido”, ponderou o senador.  

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