2008-09-25 07:45:00
Vilson Nascimento
A antiga e famosa frase popular “A Justiça tarda mais não falha” nunca esteve tão atual como nos tempos de hoje com o avanço da tecnologia nas delegacias de polícia e a agilidade nos serviços de informação.
Sistemas como o SIGO (Sistema Integrado de Gestão Operacional) implantado pelo Governo do Estado
A eficácia do SIGO
Arsolino Nunes Ostemberg de 62 anos, atualmente residente na Vila Xavier em Amambai, cometeu um homicídio durante um desentendimento com a vítima no ano de 1978, na cidade de Paranhos, fronteira com o Paraguai.
Após o crime e residiu por cerca 20 anos na Capital do Estado, Campo Grande, sem ser importunado e só veio a ser preso pelo crime cometido há três décadas, na manhã de segunda quando procurou a Delegacia de Polícia Civil de Amambai para registrar uma ocorrência de extravio de documentos e a polícia descobriu, através do SIGO, que pesava contra ele um mandado de prisão em aberto expedido pela vara única da Comarca de Sete Quedas, Comarca ao qual o município de Paranhos pertence.
Arsolino, que confirmou ter cometido o crime e se mostrou surpreso com a agilidade do sistema, foi transferido ainda na manhã dessa segunda-feira para a Comarca de Sete Quedas onde, após ser ouvido em juízo, foi liderado.
SIGO garantiu agilidade, diz delegado- Para o delegado de Polícia Civil de Amambai, Dr. Claudineis Galinari, o Sistema Integrado de Gestão Operacional (SIGO), garantiu maior agilidade ao trabalho da polícia, que em poucos instantes consegue levantar todos os dados da vida pregressa de pessoas consideradas suspeitas.
Segundo a Polícia Civil, em Amambai todas as pessoas presas ou detidas por motivos diversos, passam por uma checagem junto ao sistema, iniciativa que já ajudou a desvendar crimes e colocar na cadeia muitos foragidos, tanto da Justiça de Amambai como de outras comarcas do Estado e até de outros estados do Brasil.












