2008-07-02 19:39:00
Sem tumulto e sem falar com a imprensa, o Fluminense chegou às 19h16 (de MS) ao Estádio do Maracanã para a decisão da Copa Libertadores da América contra a LDU, logo mais.
O jogador mais festejado pelo grande número de torcedores presentes (mas que foram isolados atrás de uma grade) foi o atacante Washington, dúvida antes da partida devido a um problema na panturrilha direita.
Os jogadores, em sua grande maioria, mostravam um clima ameno para a decisão, apesar da desvantagem que precisará ser revertida em campo. O mais concentrado é o técnico Renato Gaúcho, com cara de poucos amigos e o primeiro a entrar nos vestiários.
O jogo decisivo terá acompanhamento do Terra e, após a derrota por 4 a 2 dos cariocas no Equador, vitória por dois gols de diferença dos mandantes leva a decisão para a prorrogação.
Presidente já pensa no Mundial- O presidente do Fluminense, Roberto Horcades, mostrou muito otimismo no título da Libertadores, que pode ser obtido nesta quarta-feira, diante da LDU, no Maracanã. O cartola chegou a afirmar que o Fluminense quer mais: ser campeão do Mundo.
Perguntado se o presidente teria um coração normal, igual ao dos torcedores comum, o também cardiologista fez questão de demonstrar muita emoção além de confiança na conquista.
"É um coração comum e está destemperado. Estou muito emocionado com o Fluminense. É um momento único para o futebol brasileiro e para a CBF. É a vitória do trabalho, da transparência, do nosso patrocinador, do Branco, da comissão técnica, não dá para falar de todos. E a gente quer mais, a gente quer Yokohama", comentou.
O líder do clube fez questão de afirmar a importância da torcida e descartou qualquer clima de "oba-oba" na véspera da final.
"A torcida tem sido importante. A torcida jamais me deixou. A torcida é o 12º jogador do Fluminense. Eu não considero isso um ‘oba-oba’ e futebol sem torcida não é nada", declarou.









