2008-07-01 12:16:00
**E o Fluminense, heim!!! De nada adiantou a prepotência e a soberba do senhor Renato Portallupi, mais conhecido por Gaúcho, nas entrevistas em que não se digna nem a tirar seus óculos escuros, o que é uma evidente falta de educação. O Flu tomou 4×2 da LDU, fora o baile no primeiro tempo. Teve sorte de não levar mais gols e até ficou barato ter que vencer por uma diferença de no mínimo dois gols para levar para a prorrogação. Graças à mascara, o Brasil inteiro, que não tricolor claro, torcerá contra os cariocas.
**A Espanha sagrou-se campeã da Eurocopa 2008 ao vencer a Alemanha por 1×0, gol do centro-avante Fernando Torres do Liverpool. Foi uma Copa fantástica e a vitória espanhola mais do que merecida. A grande maioria dos jogos foi de ótimo nível, grandes jogadas e, para o bem do futebol, o retorno dos craques. Casillas, Xávi Hernandes, David Villa, Fabregas são excelentes, mas não foram os únicos, equipes como Portugal, Holanda, Rússia e Alemanha também mostraram alguns bons jogadores.
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É o momento de o torcedor vascaíno respirar fundo. Olhar para frente. E pensar consigo mesmo: é a hora da reconstrução. Depois de mais de 20 anos de tirania e, sabe-se lá mais o quê, um dos maiores clubes do mundo finalmente, espera-se, volta a ser uma democracia.
Carlos Roberto de Oliveira, apaixonadamente conhecido pelos vascaínos como Roberto Dinamite, é o novo presidente do clube. Governará por três anos. Para um clube em busca do resgate e da confiança dos torcedores e sócios, da simpatia dos adversários e da fé em dias melhores e históricos, não há nome melhor.
Roberto Dinamite é o maior ídolo da história do Vasco. Fez 708 gols com a camisa da faixa diagonal. Há uma ligação forte e eterna entre clube e ídolo. Mais forte do que qualquer estátua que possa aparecer por aí.
O Vasco tem São Januário. Tem história. Tem glórias. Teve ídolos. E agora tem o seu maior, o maior de todos, como seu presidente. Tem esperança. Tem futuro. E, principalmente, tem a credibilidade do seu torcedor de volta.
**Domingo completou 50 anos que o Brasil ganhou o seu primeiro titulo mundial de futebol ao vencer a dona da casa Suécia por 5×2. Me lembro, como se fosse hoje, que eu, pré-adolescente, ouvi todos os jogos e todos os chiados que a tecnologia de então não conseguia anular. Mesmo com as deficiências, a voz potente e inconfundível do grande Pedro Luiz chegava como música aos meus ouvidos. Deitado no tapete da sala com aos pés da enorme rádio vitrola Telefunken “assisti” àquela conquista maravilhosa da maior seleção que o mundo já viu e que não verá novamente, pois nela jogavam juntos Pelé e Garrincha, simplesmente dois gênios. As homenagens que esses heróis estão recebendo são mais do que justas, mas ainda falta muito para que se dê o valor que aqueles “rapazes” merecem.













