2008-06-24 15:18:00
Jaime Mel
A primeira dama, senhora Elaine do Carmo Buscioli Bettoni e a coordenadora local do PETI, Márcia Cristina Wentz da Silva, participaram no último dia 12 do seminário "Educação: resposta certa contra o trabalho infantil".
O encontro teve como principal objetivo aproximar os atores sociais ligados ao tema e trocar experiências visando demonstrar a eficiência do trabalho em rede no combate ao trabalho infantil. Uma das metas da Superintendência Regional do Trabalho, com apoio do Ministério Publico, é a criação de canais de comunicação entre os profissionais envolvidos que possibilitem acelerar processos e ações de combate ao trabalho infantil e manutenção da criança na escola, que foi um dos temas amplamente discutidos no seminário.
O evento foi realizado no auditório de Psicologia da Universidade para Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (Uniderp), em Campo Grande, e promovido pela Superintendência Regional do Trabalho (SRTE/MS), com o apoio do Ministério Público do Trabalho, da Comissão Permanente de Investigação e Fiscalização das Condições de Trabalho em Mato Grosso do Sul e de outros órgãos que atuam no combate ao trabalho infantil. A senhora Elaine destacou como positivo o seminário, principalmente a discussão sobre a relação entre educação e trabalho infantil e o papel da escola na implementação de políticas públicas para a erradicação do trabalho infantil.
As conseqüências do trabalho precoce na saúde e desenvolvimento físico e psicológico também foram abordadas no seminário, bem como as possíveis formas de inserção do tema "trabalho infantil" nas políticas públicas de educação.
Para o procurador do Trabalho, Cícero Rufino Pereira, "é a partir de uma ação conjunta e integrada de promoção, prevenção, efetivação e defesa dos direitos da criança e do adolescente, que envolva toda a sociedade no combate a todas as formas de exploração infanto-juvenil, que os esforços alcançarão êxito em deixar as crianças e adolescentes brasileiros a salvo de discriminações, explorações, violências, crueldades, opressão, bem como de qualquer negligência, de acordo com o que preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)".











