2008-05-29 02:25:00
Impulsionado pelo avanço das linhas populares, o crédito imobiliário cresceu 60,51%
Segundo o superintendente regional da CEF (Caixa Econômica Federal) Paulo Antunes Siqueira, o montante financiado
O volume de contratos também registrou avanço, mas numa variação menor. De janeiro a abril de 2007, foram fechados 2.113 contratos. Nos mesmos meses deste ano, esse número subiu 10,17%, passando para 2.328. A média financiada por contratante foi de R$ 28,813 mil em 2007 e de R$ 19,777 mil neste ano.
Apesar do crescimento do valor financiado, as cartas de crédito populares continuam respondendo pelo maior número de contratos, avalia o superintendente Siqueira. “Os créditos estão mais populares. Hoje, o interessado, que recebe um salário, consegue comprar uma casa através do crédito imobiliário. Basta encontrar uma casa com valor popular, de R$ 30 mil ou R$ 40 mil, por exemplo. A casa deve caber no bolso da pessoa”, diz.
Populares – Entre os créditos populares, há o PAR (Programa de Arrendamento Residencial), que aplicou R$ 38 milhões no ano passado
O PAR funciona em parceria com o Governo. O programa é do Ministério das Cidades e é executado pela CEF. O PAR contempla famílias que recebem até R$ 1.800 e vivem em centros urbanos. Funciona mediante construção e arrendamento de unidades residenciais, com opção de compra do imóvel ao final do período contratado.
Além dessa linha especial, o Governo federal oferece, através da CEF, cartas de crédito para quem recebe de um a dois salários. É o caso do FNHIS (Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social). O dinheiro é repassado pelo Governo federal para os estados e municípios interessados. A CEF analisa a necessidade ou não do financiamento de casas populares para a localidade. Para esse ano, foram disponibilizados R$ 10 milhões para essa linha.










