2008-02-17 22:23:00
Durante a visita do Ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Reinold Stephanes, ao Show de tecnologias promovido pela Fundação MS em Maracaju o deputado Estadual Reinaldo Azambuja, representou a Assembléia Legislativa e os parlamentares estaduais presentes no evento.
Depois de elogiar o trabalho louvável do Ministério buscando a liberação dos embargos, que segundo Azambuja ‘tanto trazem prejuízos para a economia de Mato Grosso do Sul’ ele pediu atenção especial às discussões em torno da renegociação das dividas agrícolas.
Reinaldo lembrou que logo que Stephanes assumiu o Ministério da Agricultura discursou sobre a importância que seria devolver esse passivo que tem a agricultura brasileira. “A agricultura é responsável pelo grande sucesso da balança comercial do Brasil e pelos números positivos referente à geração de empregos. Não podemos num ano como este, em que teremos uma boa safra e novos recordes, querer resolver todos os problemas do produtor, mas diversos deles que já estão encaminhados devem ter solução ainda este ano” lembrou Azambuja lembrando que a divida agrícola vence no próximo dia 31 de março.
O parlamentar disse reconhecer os esforços do ministério na busca por soluções mas pediu que Mato Grosso do Sul receba especial atenção “Eu tenho certeza que quando devolvido esse passivo nos teremos condições de ampliar nossa área, fazer investimentos em tecnologia, gerar mais empregos e melhorar a renda do produtor, mas principalmente melhorar a economia de municípios extremamente agrícolas como Maracaju, e os circunvizinhos” completa Reinaldo lembrando que a divida vence no próximo dia 31 de março.
Reinaldo entregou ao Ministro um documento pedindo alterações com relação a uma resolução do Banco do Brasil, que estaria freando os investimentos dos produtores para a safrinha, com a utilização das regras do ano anterior.
Para o deputado Federal, Valdemir Moka (PMDB), este é o reflexo do fim da arrecadação através da cobrança da CPMF, por parte do Governo Federal “Deixaram de arrecadar mais de 40 milhões e este dinheiro precisa sair de algum lugar”. Finaliza Moka que também foi enfático na solicitação de propostas para renegociação das dividas, o mais urgente possível.








