2008-01-16 14:24:00
O feijão paranaense – tão aguardado pelo mercado – ainda não chegou à Bolsinha de São Paulo. Resultado: os preços iniciaram nova pressão de alta. Como o volume colhido ainda é pequeno, os produtores de Paraná e Rio Grande do Sul estão negociando nas praças locais, segundo Rafael Poerschke, analista da Safras & Mercado.
No Paraná, as chuvas têm atrapalhado a colheita do feijão, atrasando ainda mais a chegada do produto a São Paulo. Cerca de 25% da safra paranaense foi colhida. No Rio Grande do Sul, o índice chega a 30%. Para Poerschke, o mercado só deve se estabilizar em 15 dias, quando um maior volume de feijão deve estar disponível.
A nova safra de feijão do Nordeste já está comprometida. Segundo a Brandalizze Consulting, em Irecê (BA), as lavouras, que estão em fase de floração, estão sendo afetadas pela seca. Pelo menos 50% do potencial da safra já está perdido.









