2008-01-11 12:53:00
Valdelice Bonifácio
Professor da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), o infectologista Rivaldo Venâncio Cunha descarta o risco de uma epidemia de febre amarela no Estado, bem como em todo País. Agora há pouco em entrevista à rádio FM UCDB ele, embora não tenha repassado números, esclareceu que a cobertura vacinal no Brasil é muito elevada.
O especialista que compõe comissão do Ministério da Saúde que analisa o caso relatou ter participado de reunião em Brasília na qual técnicos de vários estados brasileiros discutiram o assunto. Na ocasião foi apresentado, o quadro sobre a doença no País.
Segundo a avaliação dos especialistas é de que não há necessidade de vacinação em massa da população. “Recomenda-se que todas as pessoas que se vacinaram há mais de 10 anos vacinem-se novamente. Mas aquelas que estão em dia com a vacina não têm esta necessidade”, explicou.
Ele reafirmou que o risco da doença se alastrar por MS é mínimo. Cunha explicou, no entanto, que o vírus da febre amarela está inserido na natureza e permanecerá, mas o risco de danos à raça humana no Brasil é pequeno diante da imunização já realizada.
“A febre amarela é uma doença que mexe com imaginário da população e com a auto-estima. As pessoas ficam se perguntando, ainda convivemos com este tipo de doença? Acidentes de trânsito matam muito mais. Porém, convivemos com isso como se fosse natural”, salientou.












