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sexta-feira, 1 de maio de 2026

Horário de verão altera rotina e divide opiniões

2007-10-13 19:27:00

Alunos mais sonolentos e atrasados para as aulas. Assim é no horário de verão, segundo a professora Adelmar Aparecida Costa, de 31 anos, que leciona em Pedro Gomes e reprova a mudança no horário, que a partir da meia-noite deste sábado estarão uma hora adiantados em Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal.

Ela usa argumento contra a adesão ao horário de verão o fato do Estado ter poucas indústrias, e, acredita, consumo reduzido. Pela previsão do governo federal, em MS a economia deve chegar a 0,3% até 17 de fevereiro de 2008, quando o horário volta ao normal. É o consumo de um mês na cidade de Miranda, com 23mil habitantes.

A professora de Pedro Gomes diz que vai acordar ainda escuro e ao fim do dia acabar trabalhando mais, por continuar claro. A dona de casa Joaquina Camargo, de 49 anos, também vê com reserva a mudança. Ela conta que demora a se adaptar e quando está acostumada já é hora de voltar à rotina anterior.

O problema da estudante Tayná Camargo de Almeida, de13 anos, é acordar no horário. A mãe, Lúcia da Costa Camargo, confirma do drama. Ela diz ter dificuldade de “despachar” a filha adolescente da cama para a escola.
Maurício Pedroso, de 42 anos, militar, apóia a mudança temporária nos relógios. Para ele, sobra um tempo no fim da tarde para ainda aproveitar a claridade, seja para passear ou praticar esporte.

O horário durará 126 dias. A economia é significativa em horário de pico, no fim do dia. Com a claridade ainda, será possível reduzir o consumo da energia elétrica. 

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