Nesta quinta-feira (19), o jornalista e escritor caarapoense Vaner Matos esteve reunido com o coordenador do curso de Direito da Unigran, em Dourados, professor Joe Graeff Filho, para apresentar sua obra literária “O Rapto”.
Durante o encontro, marcado por um diálogo produtivo, o autor submeteu o livro à avaliação e apreciação do coordenador, discutindo a possibilidade de a obra ser indicada como material bibliográfico complementar no curso de Direito.
Embora reconheça que a universidade adota critérios rigorosos na definição de sua grade bibliográfica, o escritor destaca que “O Rapto” se diferencia por abordar temas profundamente enraizados na realidade social, trazendo à tona discussões relevantes no campo jurídico. A narrativa percorre questões como a vulnerabilidade social, a dependência química e o papel do Estado, promovendo uma análise crítica de situações que impactam diretamente o cotidiano e os desafios enfrentados pelo sistema de justiça.
Vaner Matos defende que a obra pode contribuir significativamente para o ambiente acadêmico, ao propor reflexões que dialogam com a formação jurídica e cidadã dos estudantes. “O livro traz temas atuais e necessários, que estimulam o debate e podem colaborar com o aprimoramento do olhar crítico no campo do Direito”, destacou o autor.
A iniciativa reforça o papel da literatura como instrumento de reflexão e transformação social, aproximando o universo acadêmico de narrativas que retratam a complexidade da realidade contemporânea.
O coordenador Joe Graeff Filho afirmou que fará a leitura da obra e dará a devida atenção à proposta apresentada pelo escritor.
Apresentação detalhada da obra “O Rapto”
“O Rapto – Um Polêmico Experimento Social” traz um enredo que gira em torno de um professor aposentado, profundamente marcado por uma tragédia pessoal: a perda dos filhos para as drogas e o suicídio da esposa, incapaz de suportar o sofrimento. A partir desse ponto de ruptura, o personagem passa por uma transformação radical que o conduz a um propósito controverso.
Após receber uma grande quantia em dinheiro, ele decide criar um centro de recuperação clandestino, onde passa a executar um plano extremo: raptar pessoas em situação de rua e dependentes químicos, que considera “invisíveis para a sociedade”, com o objetivo de recuperá-las.
A narrativa se desenvolve a partir desse conflito central: de um lado, a tentativa de “salvar vidas”; de outro, a violação de princípios fundamentais, como a liberdade, a legalidade e a dignidade humana.
O autor constrói a obra em uma linha tênue entre ficção e realidade, levando o leitor a questionar constantemente os limites entre o certo e o errado. A ideia provocativa de que “os fins justificam os meios” permeia a trama, funcionando como eixo filosófico e moral da história.
Além disso, o livro dialoga diretamente com diferentes áreas do conhecimento:
- Direito: ao tensionar normas, ética e justiça;
- Psicologia: ao explorar traumas, vícios e comportamento humano;
- Questões sociais: ao evidenciar a fragilidade das políticas públicas voltadas à população vulnerável.
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Fonte: Assessoria










