O início da safrinha de milho exige atenção redobrada dos produtores diante de desafios fitossanitários que podem comprometer o desenvolvimento das lavouras. Entre eles está a lagarta-do-cartucho, praga que encontra condições favoráveis nas fases iniciais da cultura e pode causar prejuízos relevantes quando não é controlada rapidamente.
A Spodoptera frugiperda costuma se instalar de forma silenciosa. Os primeiros sinais aparecem nas folhas mais novas, com raspagens, furos irregulares e presença de resíduos no cartucho da planta. Quando o problema é percebido apenas em estágios mais avançados, o controle se torna mais difícil e o risco de perdas produtivas aumenta.
Segundo estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento, a produção de milho safrinha deve alcançar 110,46 milhões de toneladas. Em um cenário de expansão da área cultivada projetado pela companhia, cresce também a importância do monitoramento das lavouras para evitar prejuízos.
Especialistas destacam que práticas como rotação de culturas, cobertura do solo e acompanhamento constante da área plantada ajudam a reduzir os riscos. Entre as ferramentas indicadas para o controle está o inseticida Propose, da UPL Brasil, registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária, cuja formulação reúne clorfenapir e clorantraniliprole, com ação por contato e ingestão.
“Muitas vezes o produtor só percebe o problema quando a lagarta já está bem instalada na lavoura, o que dificulta o controle e aumenta o risco de perdas”, explica Bruno Vilarino, gerente estratégico de produtos da ORÍGEO
O produto deve ser utilizado dentro de um programa de Manejo Integrado de Pragas, com aplicações no momento correto e observação constante no campo para identificar a presença da praga o mais cedo possível.








