Em uma reunião marcada por emoção, reconhecimento e senso de urgência, o Corpo de Bombeiros Voluntários de Capitan Bado esteve na Câmara Municipal de Coronel Sapucaia para clamar por ajuda e garantir a continuidade de um trabalho que já salvou inúmeras vidas e preservou muitos imóveis nas cidades de Capitan Bado e Coronel Sapucaia.
Estiveram presentes o fundador e atual presidente da instituição, Hector Palácios, acompanhado de colaboradores da entidade. Eles foram recepcionados pelo presidente da Câmara, João do Banquinho, e pelos vereadores Fernando Marinho, Celinha, Maria Eloir e Naiara Florentin.
A corporação voluntária é uma entidade sem fins lucrativos, que sobrevive exclusivamente de doações. Nenhum dos integrantes recebe salário, todos dedicam tempo, esforço e coragem de forma totalmente voluntária, movidos apenas pelo compromisso com a vida e com a comunidade.
O pedido de apoio ao Legislativo nasce de uma realidade preocupante: o quartel do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul mais próximo está localizado na cidade de Amambai, e quando acionado pode levar 40 minuntos a para chegar até o local de um incêndio ou acidente. Em situações de emergência, cada minuto é decisivo. E é nesse intervalo crucial que os bombeiros voluntários de Capitan Bado têm feito à diferença, evitando tragédias maiores e salvando patrimônios e, principalmente, vidas.
Sensibilizados com a situação, os vereadores se comprometeram a se reunir com a prefeita municipal para buscar uma solução viável e responsável, que permita à entidade continuar desempenhando esse trabalho essencial que, há anos, beneficia toda a região de fronteira.
Ao final da reunião, o presidente da Câmara, João do Banquinho, destacou, em nome do Legislativo, a importância da instituição:
“O Corpo de Bombeiros Voluntários de Capitan Bado representa segurança, esperança e proteção para nossa região. Eles já provaram, com ações concretas, o quanto são fundamentais. Precisam e merecem nosso apoio para continuar salvando vidas.”
A reunião reforça um sentimento coletivo: quem salva vidas não pode lutar sozinho.
Fonte: Zé Roberto









