A cultura da erva-mate apresenta bom desenvolvimento em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (29). Na região administrativa de Soledade, as condições climáticas do período favoreceram a brotação das plantas, enquanto permanece a infestação de ampola, o que exige atenção ao manejo por parte dos produtores.
De acordo com o levantamento, “muitos estão utilizando produtos à base de bioinsumos” como estratégia de controle. Apesar do bom desempenho vegetativo, o cenário de mercado segue pressionado pela combinação de alta oferta e baixo consumo. Esse contexto tem mantido os preços abaixo do esperado, com valores pagos ao produtor variando entre R$ 14,00 e R$ 16,00 por arroba na ervateira.
Na região de Passo Fundo, observa-se aumento na compra de erva-mate cancheada para envelhecimento, enquanto os ervais se encontram em fase de frutificação. O informativo registra que “segue o monitoramento de diversas espécies de insetos através do uso de armadilhas”, como parte do manejo fitossanitário.
Os preços pagos na região variam conforme o tipo e o destino do produto. O valor médio está em torno de R$ 18,00 por arroba entregue na indústria, R$ 19,00 por arroba para a cultivar Cambona 4 e R$ 20,00 por arroba para a erva destinada à industrialização pelo sistema barbaquá.






