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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Integração produtiva ganha peso no agronegócio global

China está no centro de projetos importantes

A integração profunda das cadeias produtivas tem se consolidado como um diferencial estratégico no agronegócio global, especialmente em um cenário de crescente competição e busca por eficiência. Segundo análise de Artur Vasconcelos Barros, Diretor Executivo no Grupo Central, a forma como a Syngenta estruturou sua atuação na China oferece um exemplo claro de visão de longo prazo e alinhamento industrial.

A estratégia adotada no país asiático vai além da produção em larga escala ou da redução de custos. A China foi transformada em um centro estratégico, reunindo capital, inovação e capacidade industrial em um ecossistema integrado que abrange desde pesquisa e desenvolvimento até a comercialização. Esse modelo garante agilidade, escala e maior controle da cadeia de suprimentos, fatores considerados decisivos para sustentar competitividade global.

A análise também destaca que a integração com fornecedores locais estratégicos fortalece relações comerciais e amplia o poder de precificação, criando um ambiente de maior previsibilidade e confiança. Mais do que um caso isolado, a experiência observada é tratada como um modelo de referência para empresas que buscam eficiência e solidez em mercados dinâmicos, além de provocar reflexões sobre como o agronegócio brasileiro pode aprimorar suas próprias cadeias produtivas nos próximos anos.

“Essa jornada da Syngenta na China não é um caso isolado. É um blueprint. Um modelo que mostra o caminho para quem busca inovação, eficiência e solidez em um mercado global tão dinâmico. Mas pra mim a grande questão é: Como a experiência da Syngenta na China pode inspirar (e desafiar) a estratégia das empresas agrícolas brasileiras para os próximos anos?”, conclui.

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