2012-02-03 22:18:00
Bruno Martins
A Escola Estadual Vespasiano Martins conseguiu realizar nesse ano de 2012 um sonho que já vem sendo batalhado há muito tempo.
Desde o ano de 2008, a direção do Vespasiano vem lutando junto com a Secretaria de Educação do Estado pela construção de novos laboratórios científicos para os alunos da escola.
A partir de 2009 esse sonho começou se tornar realidade. Após algumas tentativas o projeto foi aprovado e com o auxílio da secretária de Educação do Estado, Maria Nilene Badeca da Costa, o projeto de construção foi aprovado e começou a sair do papel.
Após muita luta, os 5 laboratórios científicos foram aprovados e irão atender uma comunidade de aproximadamente 1.100 alunos nas mais variadas faixas etárias e nos mais diversos turnos de estudo.
As matérias que serão abordadas nesses laboratórios são: Biologia, Química, Física, Matemática e Informática. Cada matéria terá seu laboratório específico, aumentando o interesse dos alunos e consequentemente facilitando o aprendizado.
As obras tiveram seu início em outubro do ano passado e a previsão de término é meados de abril de 2012. Com mais ou menos 400 metros quadrados, a obra impressiona por sua grande estrutura.
Um dos motivos que mais pesaram para essa conquista foi o fato de o Vespasiano possuir um projeto de ensino fora dos muros da escola.
A escola mantém um projeto de estudo técnico em outro estabelecimento de ensino: a Escola Agrotécnica Lino do Amamral Cardinal, mais conhecida como “Escola Agrícola” -, onde mantém um curso de técnico agrícola. Esse foi um dos fatores preponderantes para a conquista dos laboratórios.
A verba de R$ 469.452,75 foi viabilizada junto ao Governo Federal, através do programa ‘Brasil Profissionalizado’, que visa fortalecer as redes estaduais de educação profissional e tecnologia.
José Carlos da Silva, diretor da escola, falou um pouco da conquista desses laboratórios.
“Esses laboratórios vêm para somar em nossa escola; todos os alunos que têm aulas teóricas nas salas de aula sentem a vontade de ver como isso realmente funciona; com os laboratórios eles terão a chance de pôr a ‘mão na massa’, despertando sua curiosidade e melhorando seu aprendizado”, disse José Carlos.









