2009-09-21 22:16:00
Vilson Nascimento
A queda nos repasses, provocada pela crise econômica, fez o município de Paranhos, na fronteira com o Paraguai, arrecadar R$ 1,6 milhão a menos entre os meses de janeiro e agosto desse ano em relação ao mesmo período do ano passado (2008).
A informação é do prefeito Dirceu Bettoni, que por conta dessa perda de recursos, resolveu pisar no freio e diminuir os gastos para manter o município estabilizado financeiramente.
Segundo o prefeito com a crise econômica mundial, as exportações diminuíram e conseqüentemente a União e os estados tiveram redução de receita, com isso o FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e o bolo do ICMS (Imposto sobre Mercadorias e Serviços) foram reduzidos, causando diminuição no repasse de recursos aos municípios.
“Esse não é um problema só de Paranhos, todos dos municípios do Estado e do País estão passando pelo mesmo problema, porém os municípios menores é quem acaba sofrendo mais”, disse Bettoni que na semana passada esteve na sede da CNM (Confederação Nacional dos Municípios) em Brasília, onde foi informado sobre a generalização do problema.
“Para se ter uma idéia da gravidade da situação, nossa previsão orçamentária era para arrecadar entre janeiro e dezembro deste ano aqui em Paranhos, R$ 3,2 milhões a mais que no ano passado, mas com a crise aconteceu o contrário. Faltando apenas 4 meses para encerrar o ano, nossa arrecadação está R$ 1,6 milhão abaixo do que havíamos arrecadado em
Medidas de contenção
De acordo com o prefeito Dirceu Bettoni, visando conter gastos e garantir o andamento das ações governamentais, a administração adotou algumas medidas preventivas, entre elas a adoção do meio expediente.
“A partir de 1 de outubro a Prefeitura e todas as repartições públicas municipais, salvo as de extrema necessidade como saúde, educação e serviços básicos, passarão a trabalhar em meio expediente até o final do ano”, disse Dirceu Bettoni ao ressaltar que a medida, que já foi adotada por vários municípios do Estado











