2009-08-06 14:17:00
Em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia que faz fronteira seca com o território brasileiro via Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, a polícia registrou mais um assassinato com características de pistolagem.
Por outro lado, ainda na mesma cidade, a polícia apreendeu um grande carregamento de cocaína e fez a prisão de uma pessoa acusada de envolvimento com o tráfico de entorpecente.
PISTOLAGEM
Com relação ao assassinato, o fato aconteceu na noite de anteontem no bairro San Gerardo, um dos mais violentos de Pedro Juan Caballero.
Consta, segundo a polícia paraguaia, que a vítima de homicídio é um jovem de 17 anos, morador no bairro, que estava acompanhado de outro menor de 16 anos.
Os dois estavam dentro de um VW/Gol quando surgiram dois desconhecidos em uma motocicleta Honda/ Titan. O carona puxou uma pistola e passou a efetuar os tiros contra eles.
Consumado o atentado, a dupla evadiu-se do local após constatar que o rapaz havia sido atingido pelos tiros na cabeça e na região do tórax, enquanto o outro também foi atingido.
Com relação às causas do crime, a polícia que até a manhã de hoje não tinha nenhuma pista dos pistoleiros, trata o caso como vingança, todavia, não descarta um possível acerto de conta por envolvimento de um deles provavelmente com o tráfico ou contrabando. Crime passional também é outra probabilidade não descartada pela polícia paraguaia.
COCAINA
Já na noite de ontem agentes da anti-drogas paraguaia prenderam o paraguaio Wilfrido Arce Cáceres, de 31 anos, após ele ser flagrado nos fundos de um salão de beleza, localizado à rua Carlos Antonio Lopez com Hernardarias e Oleary, no bairro General Diaz, com 366 quilos de cocaína em estado puro.
Ainda nos fundos do pátio os agentes encontraram estacionada a camioneta Toyota, com placa SCV 821, do Paraguai, e ao fazer uma revista no veículo vieram a encontrar oito bolsas de náilon contendo a cocaína.
Na ação policial sob o comando do fiscal (promotor no Brasil) Justiniano Cardozo e do assistente de Manuel Valdez, Wifrido Arce ao ser interrogado disse que a droga era de sua propriedade, porém não informou para quem ele pretendia vende-la.










