2009-07-10 07:47:00
Lei aprovada pelo Senado Federal, que regulamenta as profissões de mototáxi e moto-entregador, pode retirar cerca de 3 mil motoboys da clandestinidade em Mato Grosso do Sul. Somente em Naviraí, há 55 profissionais autônomos cadastrados, e há um concurso para o prenchimento de outras 25 vagas.
Segundo o Sindicato Profissional dos Trabalhadores Condutores em Motocicletas, Entregadores, Similares e Autônomos Individuais sobre Duas ou Três Rodas de Mato Grosso do Sul (Sinpromes/MS ), o Estado conta com 6 mil motoboys, sendo que 50% está na informalidade. Para o presidente da entidade, Luiz Carlos Escobar, a regulamentação federal pode retirar os profissionais da clandestinidade.
REGULAMENTAÇÃO
Apesar da mobilização de prefeitos e secretários municipais das grandes cidades, o Congresso Nacional aprovou, após oito anos, lei que torna oficial as profissões de mototaxista e motoentregador no País. O serviço de mototáxi já é regulamentado na Capital e não deverá sofrer mudanças, segundo o diretor-presidente da Agetran, Rudel Trindade Espíndola Júnior.
O objetivo é garantir mais segurança e conseguir a mesma taxa de envolvimento de acidentes dos mototaxistas, que é considerada baixíssima pelo diretor-presidente do órgão.
SEM AMPARO
Escobar reclamou que a Agetran não atende os representantes da categoria, formada por mil trabalhadores em Campo Grande. Cerca de 400 são celetistas e trabalham com carteira registrada. Ele reclamou da falta de apoio, já que os 1.341 mototaxistas receberam coletes e capacetes da prefeitura da Capital.











