2009-06-09 18:28:00
Nas co-irmãs, Pedro Juan Caballero, no Paraguai com Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, Brasil, a matança de seres humanos, principalmente na cidade paraguaia está em alta nos últimos dias, aonde 12 pessoas foram executadas sumariamente pelos denominados pistoleiros profissionais.
Diante desta explosão de violência que de acordo com a polícia paraguaia as vítimas em sua maioria supostamente estariam vinculadas ao submundo do crime organizado, em especial, aos grupos de narcotraficantes que há anos travam uma guerra sem fim, a tendência natural seria nos próximos dias, aumentar ainda mais estas estatísticas, uma vez que há rumores de que existe uma lista de nomes de pessoas marcadas para morrer na região.
Por outro lado, a polícia paraguaia continua juntamente com a brasileira identificar os pistoleiros que agem a qualquer hora do dia ou da noite principalmente na cidade de Pedro Juan Caballero, fator este que acaba afugentando os turistas e consequentemente acaba por trazer prejuízos aos empresários e também aos seus funcionários.
CAÇADA
Em uma das “caçadas” aos pistoleiros, um grupo de policiais paraguaios de posse de um mandato de busca e apreensão entrou em uma casa, aonde de acordo com investigações, residiria um dos dois homens que mataram por volta das 11 horas de ontem com mais de 50 tiros de pistolas e fuzil, o comerciante Rolando Freitas Lopes, de 31 anos.
No interior da casa o suposto pistoleiro não foi localizado, porém foi encontrado em um dos cômodos um arsenal de armas de grosso calibre, e mais de mil munições intactas, segundo informação do site capitanbado.com.
Já a caminhoneta que foi usada para a execução do comerciante, foi encontrada e apreendida ainda na cidade paraguaia, e duas pessoas que estavam armadas, de nacionalidade paraguaia, que estavam no interior dela, foram presas.
GOVERNADOR
Com relação às estatísticas, em 28 dias a polícia paraguaia confirmou que 12 pessoas foram assassinadas a tiros
O governador do departamento de Amambay, Bartolomeu Ramirez, diante do aumento da violência
Bartolomeu Ramirez entende que somente com o reforço do exército é que se poderão combater os pistoleiros, pois ele foi informado que todos eles, sem exceção são ligados aos grupos de mafiosos, que estão em uma guerra entre eles pelo poder de território.












