2009-01-19 20:23:00
Os bons modos, a retórica impecável e a promessa de novas idéias contribuíram para que Barack Obama chegasse à presidência dos EUA com a responsabilidade de resgatar a economia da sua pior crise em várias décadas.
Agora chegou a hora de a opinião pública e os mercados verem se ele será capaz de atender às expectativas.
Ao prestar juramento no cargo, na terça-feira, Obama herdará uma recessão que está se aprofundado, um sistema financeiro em frangalhos, um colapso do mercado habitacional e déficits orçamentários na casa do trilhão de dólares, a perder de vista.
Obama sabe muito bem que conter o declínio econômico será sua prioridade máxima nos cem primeiros dias de mandato.
Na véspera de receber o cargo das mãos de George W. Bush, ele trabalha com os parlamentares para preparar um pacote de estímulo fiscal no valor de 825 trilhões de dólares, e já conseguiu a criação de um segundo fundo de resgate financeiro no valor de 350 bilhões de dólares.
Além disso, promete agir rapidamente para reformar o ineficaz sistema regulatório do setor financeiro, que supostamente permitiu o fiasco das hipotecas "subprime" e os subsequentes problemas que levaram ao colapso de instituições financeiras outrora respeitadas, como o banco Lehman Brothers.
Um desafio mais imediato é assegurar a confirmação do seu indicado para secretário do Tesouro, Timothy Geithner, que enfrenta restrições devido a casos de sonegação fiscal e dúvidas sobre o status imigratório de uma ex-empregada doméstica.
Agora chegou a hora de a opinião pública e os mercados verem se ele será capaz de atender às expectativas.
Ao prestar juramento no cargo, na terça-feira, Obama herdará uma recessão que está se aprofundado, um sistema financeiro em frangalhos, um colapso do mercado habitacional e déficits orçamentários na casa do trilhão de dólares, a perder de vista.
Obama sabe muito bem que conter o declínio econômico será sua prioridade máxima nos cem primeiros dias de mandato.
Na véspera de receber o cargo das mãos de George W. Bush, ele trabalha com os parlamentares para preparar um pacote de estímulo fiscal no valor de 825 trilhões de dólares, e já conseguiu a criação de um segundo fundo de resgate financeiro no valor de 350 bilhões de dólares.
Além disso, promete agir rapidamente para reformar o ineficaz sistema regulatório do setor financeiro, que supostamente permitiu o fiasco das hipotecas "subprime" e os subsequentes problemas que levaram ao colapso de instituições financeiras outrora respeitadas, como o banco Lehman Brothers.
Um desafio mais imediato é assegurar a confirmação do seu indicado para secretário do Tesouro, Timothy Geithner, que enfrenta restrições devido a casos de sonegação fiscal e dúvidas sobre o status imigratório de uma ex-empregada doméstica.









