2008-07-13 06:07:00
Vilson Nascimento
Com um sistema de manutenção precária, as rodovias estaduais com pavimentação asfáltica que cortam a região de fronteira entre Brasil e Paraguai, no sul do Estado, estão se deteriorando dia a dia, provocando prejuízos e colocando em risco a segurança dos motoristas que transitam pelo local.
Até pouco tempo o problema se restringia quase que unicamente à vulgarmente conhecida como “Guaira-Porã”, que corta aproximadamente
Terceirização não cumpre objetivo- O sistema de terceirização da manutenção nas rodovias do Estado, implantado pelo Governo com o objetivo de melhorar as condições da malha viária, não tem surtido o afeito desejado, pelo menos nas rodovias sob jurisdição da unidade regional da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) de Amambai.
Segundo funcionários de uma empresa que presta serviço para o Governo do Estado nessa área, são freqüentes a falta de materiais e as “operações tapa-buracos” que realizam “quebra galhos” em trechos de rodovia cujo remendo da pista já não tem sustido o efeito desejado tendo em vista o tempo que a rodovia não passa por uma recuperação total, tem feito as equipes trabalharem em “paços lentos”.
Trechos mais Críticos- Vários trechos de rodovias estaduais estão em ruim estado de conservação na região de fronteira, no sul do Estado, mas entre os trechos que podem ser apontados como os mais críticos estão os
Tacuru a Iguatemi, principalmente na região do Rio Jogui, um trecho de alguns quilômetros da MS-156 ligando Amambai a Caarapó, já perto da cidade em Caarapó e na MS-160 que liga Tacuru a Sete Quedas, próximo entre os córregos, Tacuru e Ipuytã.
Outro trecho crítico, cujo problema se arrasta por meses e o Estado não toma providências é o trevo interligando as rodovias MS-156, 160 e
Há meses verdadeiras crateras se abriram no local e nenhuma solução é tomada por parte da Agesul, órgão responsável pela malha viária das rodovias estaduais que cortam a região.












