2008-05-30 02:50:00
Viviane Viaut
A música regional sul-mato-grossense e paraguaia é a atração do final de semana na programação do 1º Encontro do Folclore de Amambai que acontece no período de 26 de maio a 1º de junho. O evento folclórico é uma realização da Associação Cultural Amambaiense com apoio da Prefeitura de Amambai, através da Fundesc – Fundação de Desporto e Cultura.
Hoje sexta-feira,
Os espetáculos acontecem em área localizada ao lado ginásio de esportes Flávio Derzi. Caso a chuva não permita as apresentações em locais aberto, o local destinado será a Câmara de Amambai.
Entre os objetivos definidos pela Associação Cultural de Amambai estão: valorizar os costumes e história regional; incentivar os mais jovens a conhecer e valorizar a cultura regional; promover a integração das pessoas; tornar o encontro um atrativo turístico cultural, com ênfase no folclore manifestações culturais; proporcionar integração com outras cidades; definir um símbolo cultural para o município de Amambai e construir futuramente um parque temático sobre a história e folclore de Amambai.
Marcelo Loureiro- Nascido no Rio de Janeiro e criado na cidade pantaneira Guia Lopes da Laguna, interior do Mato Grosso do Sul, Marcelo Loureiro é um dos mais aclamados instrumentistas da região centro-oeste. Violonista talentoso, Marcelo ficou conhecido por criar, com sua música, uma atmosfera sertaneja, remetendo à vida na região.
Seu primeiro disco, “Alma Platina”, de 2003, conta com um repertório variado, que passa por elementos da cultura regional e da memória cultural guarani, passando por chamamés, música folclórica característica do nordeste da Argentina. Marcelo Loureiro é um ícone, uma referência da música sul-mato-grossense, não há quem não ouça, goste e se emocione com ele.
Camalote – Grupo Parafolclórico– Camaloteé um grupo de representação das danças folclóricas de Mato Grosso do Sul. Criado em
O trabalho desenvolvido pelo Camalote tem suporte nas pesquisas feitas pela professora Marlei Sigrist, durante longos anos, e que foram publicadas em seu livro “Chão Batido”. O objetivo do grupo é o de divulgar a cultura popular regional e conscientizar os conterrâneos sobre a importância de sua valorização na era da globalização e do descartável.
O trabalho do grupo estende-se para além da preparação dos shows, abrangendo, também, a realização de oficinas de arte na produção personalizada do material cênico e do figurino. Os integrantes, em sua maioria, são arte-educadores, por isso o grupo “respira” arte no seu fazer diário.










