2008-05-09 10:29:00
O mês de maio é o mês da família. Igrejas, escolas e instituições sociais reforçam o papel da família para a formação do ser humano e de uma sociedade mais organizada. Mudanças de comportamentos e de relacionamentos intra-familiares têm provocado efeitos bastante negativos. A família forma a unidade básica da organização social na nossa sociedade. Ela representa o pré-requisito de um sistema social estável.
Muitos cientistas sociais percebem um declínio da família como instituição social e sustentam que a família tem perdido sua autoridade moral e seu sentido de responsabilidade. Segundo esses cientistas, somente voltando aos valores da família tradicional, é possível deter o declínio moral. A família tradiconal é composta por um casal heterossexual casado, e formada por um único domicílio monofamiliar. Ou seja, o pai (marido), a mãe (esposa) e os filhos.
A primeira referência social que a criança tem é a família. É nela que começam os primeiros parâmetros que servirão para a formação de caráter, de comportamentos e de valores. No entanto, a estrutura familiar tem sido “desmontada” ao longo dos anos, com aumento no número de divórcios, a ausência do pai e mãe que trabalham fora, e, ainda, a forte influência que exercem os meios de comunicações, principalmente a televisão e a internet.
Casos como violência sexual contra crianças e adolescentes, menores envolvidos em prostituição e drogas, e a falta de perspectiva profissional para muitos jovens, poderiam ser sensivelmente diminuídos, com uma família mais bem estruturada, com o pai e a mãe mantendo um relacionamento estável, de carinho e afeto para com os filhos.
Que este mês, em que se reforça a importância da família na sociedade, sirva de reflexão para pais e mães que têm deixado a educação dos filhos desassistida devido a outros compromissos e ocupações. Se a família é o bem mais importante que temos, então devemos dedicar mais tempo a ela, para o bem, inclusive, de uma sociedade mais justa.










