2008-02-21 10:07:00
O Sindicato Rural de Ponta Porã promove nesta sexta-feira (22), às 8h30min, em seu auditório no parque de exposições, uma grande reunião com a presença de várias autoridades do Estado, para orientar os produtores da fronteira sobre a Zona de Alta Vigilância de Febre Aftosa, criada pelo Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária).
A portaria já foi publicada no Diário Oficial e define regras para o funcionamento da zona de vigilância implantada na fronteira entre Mato Grosso do Sul e o Paraguai. A zona, que engloba propriedades de 11 municípios, entre eles Ponta Porã, foi criada há um mês pela Iagro (Agência de Defesa Sanitária Animal e Vegetal).
Para detalhar como vai ser o sistema de vigilância sanitária para que a doença não ressurja e pontos fixos de fiscalização, nesta sexta-feira estarão
“É de vital importância a participação nesta reunião de todos os produtores rurais, autoridades locais, empresários e comerciantes que se relacionam com o setor produtivo rural, pois serão orientados sobre os procedimentos diferenciados para o trânsito de animais e vacinação, diferentes do resto do Estado”, ressalta Fuchs.
A Zona de Alta Vigilância compreende uma faixa de
Nessa região foram registrados casos de aftosa em 2005, o que levou Mato Grosso do Sul a ter as exportações de carne embargada por mais de 50 países. A retomada ainda não aconteceu. A portaria do Mapa estabelece que deverão ser impressos mapas cartográficos com os limites da zona de vigilância e também com a identificação das propriedades rurais em sua circunscrição.
De acordo com Ronei Silva Fuchs, a aplicação de vacinas contra febre aftosa, feita pelos produtores rurais, deverá ser acompanhada e fiscalizada pela Iagro. A determinação é que a vacinação seja realizada em consonância com o serviço veterinário do Paraguai.










