2007-10-30 15:21:00
Com a aproximação do processo eleitoral que vai escolher os novos mandatários nos municípios no ano que vem, o eleitor passa a ser olhado com mais carinho. E é normal. Para se manter no cargo, ou para voltar ao cargo, o candidato precisa ter o apoio do cidadão mais simples. Aquele que antes era “esquecido”, agora é lembrado. Aquele que não era atendido, passa a ter prioridade. O eleitor tem o que é mais importante numa eleição: o voto.
Talvez seja prematuro falar desse assunto, ainda faltando 11 meses para as eleições para prefeito e vereadores, mas acontece que o processo começa a ser discutido desde já e quem quer ter respaldo para negociar alianças, já precisa ter o apoio eleitoral agora. Quem não tem intenções de voto, vale pouco nas negociações de composição de chapa.
A maioria dos pretendentes a cargos de prefeitos em 2008 tem anunciado o critério de pesquisa para a escolha do vice. Um deles, o principal do Estado, o prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB) que tentará a reeleição, tem anunciado esse critério para se livrar da “batata quente” que é decidir entre os companheiros um nome para compor a chapa.
Então o eleitor passa a ser paparicado e “assediado” muito antes de as campanhas ganharem as ruas. Hoje, tanto quanto os pré-candidatos a prefeito em 2008, os pretendentes a vice, estão numa campanha “indireta” buscando maior popularidade e intenções de voto. E é natural que seja assim.
A grande maioria dos eleitores não muda de opinião da noite para o dia. Talvez o tempo que falta para acontecer a escolha dos novos mandatários seja curto para uma mudança drástica no cenário. Mas não resta outra escolha para quem deseja disputar as eleições no ano que vem, se não for a de começar a agradar os eleitores desde já.











