2007-08-19 16:35:00
Conhecer as medidas de prevenção de acidentes com agrotóxicos em conformidade com a NR 31.8, Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho na agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aqüicultura, proporcionando saúde ao trabalhador, preservação do meio ambiente e produção de alimento saudável, pela participação de atividades teóricas.
Foi com este objetivo que o Senar/AR-MS (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Administração Regional de Mato Grosso do Sul) e o Sindicato Rural de Ponta Porã promoveram entre os dias 8 e 10 últimos, das 7h às 11h e das 13h às 17h, na Fazenda Jotabasso,
A turma, com 15 participantes, se capacitou, aperfeiçoou e conheceu as medidas de prevenção de acidentes com agrotóxicos em conformidade com a referida norma regulamentadora. Todos conheceram rótulos, conceitos e considerações sobre agrotóxicos, identificaram riscos e aprenderam as etapas de manipulação e uso dos defensivos, principais vias de penetração, sinais e sintomas de intoxicação e primeiros socorros.
As aulas foram ministradas das 7h às 11h e das 13h às 17h pelo engenheiro agrônomo e de segurança no trabalho, Robinson Jorge Paulitsch, educador do Senar. Ele explica que a NR 31 é uma das 33 normas baixadas pelo Ministério do Trabalho e trata especificamente da segurança e saúde no trabalho nas áreas de agricultura, pecuária, silvicultura (árvores), aqüicultura, entre outros, nas quais o trabalhador rural tem contato com veneno.
A NR 31 foi editada em março de 2005 e as empresas têm prazo de dois anos, a partir daquela data, para se ajustarem à lei. “O que há de novo é a exigência do Ministério do Trabalho para cumprimento das empresas rurais, que precisam se ajustar às normas, sob risco de fiscalização, notificação e até autuação”, alerta Robinson Paulitsch, que também tem dado muitos cursos nas usinas de açúcar e álcool.
“Essa norma atinge todos os empregadores, desde aqueles que têm um funcionário até os que possuem muitos”, argumenta. As medidas a serem adotadas pelos empregadores são coletivas, administrativas e individuais, sempre primeiro um e depois o outro. O educador do Senar reconhece que nem sempre é fácil, uma vez que há resistências. “É mais dos empregadores, porque os funcionários fazem os cursos que lhes são oferecidos”, conclui.











