2009-06-25 14:02:00
A Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) encomendou documentos para avaliar os impactos de períodos de estiagem e, posteriormente, chuvosos na agricultura no Estado.
O clima instável poderá elevar os custos do produtor, pois eles terão que investir mais recursos a partir de 1° de julho com vazio sanitário (métodos de controle da ferrugem asiática). A seca impossibilitou a retirada das plantas daninhas de soja, que cresceram em meio ao milho. Em junho, a chuva as fez crescer ainda mais.
“Nós somos a favor do vazio sanitário associado ao monitoramento das lavouras e controle químico nos momentos oportunos. Mas esse ano, os produtores sofreram com o mau tempo”, explica o assessor de agricultura da FAMASUL, Lucas Galvan.
Em grandes lavouras, o método mais preciso de retirada das plantas de soja, a enxada, é inviável. Produtos químicos, ou a utilização de máquinas, representariam custos muito altos para os produtores rurais, já penalizados por outros fatores que afetam negativamente o setor.
Os laudos devem estar prontos em dez dias. As instituições encarregadas pelos documentos são: Embrapa – CPAO, Fundação MS, Crea-MS, e Associação dos Engenheiros Agrônomos de MS – AEAMS.










