Gazeta de Amambaí


Domingo, 16 de Abril de 2017 às 21:01

Seis deputados de MS são contra a reforma da previdência

Seis deputados de Mato Grosso do Sul são contra a reforma da previdência, conforme mostra levantamento feito pelo jornal Estadão e que foi divulgado esta semana. São eles os deputados Dagoberto Nogueira (PDT-MS), Elizeu Dionisio (PSDB-MS), Mandetta (DEM-MS), Vander Loubet (PT-MS) e Zeca do PT (PT-MS) e Geraldo Rezende(PSDB-MS).

Dos oito representantes do Estado na câmara, apenas o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) se posiciona a favor da reforma. Marun também é Presidente da Comissão Especial que analisa a proposta de reforma na Previdência Social na Câmara dos Deputados. A deputada Tereza Cristina (PSB-MS) não foi encontrada pela pesquisa.

“Eu tenho a mais absoluta certeza de que ela [reforma] é necessária porque um país que gasta mais de 50% de sua arrecadação com o pagamento de aposentadorias e pensões, não tem futuro. Já que felizmente vamos viver nós precisamos aceitar trabalhar um pouco mais para que o Brasil possa continuar avançando e crescendo”, comenta o deputado na publicação.

Para o deputado Dagoberto a reforma da previdência é uma afronta. “Essa reforma da previdência é um afronta e com idade mínima de 65 anos quase ninguém mais se aposenta. Se aprovada teremos que começar a trabalhar aos 16 anos para conseguir aposentadoria integral aos 65 e não pode ficar desempregado. Desprezam as profissões, as questões regionais e mentem”, resumiu o deputado.

Levantamento - O Placar da Previdência do jornal Estadão fez levantamento com os 513 deputados da Câmara Federal. Eles foram questionados se votariam a favor da proposta da forma como foi enviada pelo governo ou se a rejeitavam.

Um total de 101 deputados se mostraram a favor e 275 contra a reforma da previdência. Ainda segundo o levantamento 64 não quiseram responder; 36 não foram encontrados e 35 se mostraram indeciso. Até então um deputado preferiu se abster de opinar e um não vota.

Durante a pesquisa também foi dada a opção de fazerem quatro ressalvas ao texto proposto pelo presidente Michel Temer: em relação à idade mínima de 65 anos para a aposentadoria de mulheres e homens, à regra de transição e à exigência de 49 anos de contribuição para ter direito ao benefício integral.

Esses pontos foram priorizados porque são considerados os mais importantes pela equipe econômica para não desconfigurar o texto enviado, conforme o Estadão.  

Fonte: Campo Grandenews

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